Minhas dicas da Jordânia

Mural Jordania

Como chegar? A capital da Jordânia é Amã e pode-se chegar por lá ou vindo de Israel na fronteira perto de Jerusalém ou na fronteira perto de Eilat. Nós fomos para a Jordânia via Israel – atravessamos a ponte King Hussein (antiga ponte Allenby) há 40 minutos de Jerusalém.

Quais cidades visitar?

- Petra (Wadi Musa)

- Mar Morto

- Amã: não é nada demais, nem vale a pena ficar lá – tem que ser uma passagem.

- Onde se hospedar? Em Petra ficamos no Mövenpick Resort (bem na frente da entrada do parque de Petra) + no Mar Morto ficamos no Kempinski Ishtar + em Amã ficamos no Four Seasons

Como se locomover? Nós estávamos com motorista sempre e guia (para Petra, Wadi Rum, Jerash e Amã) – ambos providenciados pela Abercrombie & Kent – operadora de turismo que a nossa agência – Selections – providenciou.

Passeios?

- Petra: é maravilhoso, visual surreal dessa antiga cidade do povo Nabateu (???????)

- Deserto de Wadi Rum: passeio inesquecível em pleno deserto com um visual incrível

- Mar Morto: Para relaxar, boiar, descansar e curtir um visual lindo em meio a russos e muçulmanos!

- Ruínas de Jerash: ruínas romanas super bem conservadas, bem bacana. Se tiver tempo na passagem por Amã, vale a pena conhecer

Impressões: ao contrário de Israel que é mega civilizado, tudo funciona, super limpo e organizado, a Jordânia já é mais bagunçada com um quê de “brain wash” com foto do Rei Abdullah por todos os lados. Mas o país é super seguro (andamos para cima e para baixo em Amã) e os passeios (Petra, Wadi Rum e Mar Morto) têm um visual maravilhoso! Foi uma bela experiência – adoramos!

Restaurantes em Amã: vale a pena comer no Tannoureen e no Diwan al-Sultan Ibrahim Restaurant (thanks Lonely Planet), ambos de comida libanesa. O primeiro é um charme e o segundo também é bacana, mas menos ambiente e mais comida… Mas lembrando que se está na Jordânia, com homens de bata e lenço de árabe por todos os lados. Bacana ver as diferenças – viajar é isso!

O nosso motorista – Basel – era muito gente boa.

Vale a dica: Basel Rabyaah – fone +962 79 578-8508 – email: jordan@thedriver-vip.com

O nosso guia, que se virava total no português, foi o Said Al-Shobaki – fone +962 79 566-0836 – email: s_al_shobaki@yahoo.com

A operadora que a nossa agência (Selections) usou foi a Abercrombie & Kent

Book do dia: “Amor nos tempos do cólera”

o-amor-nos-tempos-do-colera2

Uma das minhas leituras de férias (Israel, Jordania e Paris) foi o livro “Amor nos tempos do cólera” do escritor colombiano Gabriel García Márquez.

Dele eu tinha lido “Memórias das minhas putas tristes” e o sensacional “Cem anos de solidão” – estava faltando “Amor nos tempos do cólera”

Eu amei o livro – achei lindo, bem escrito, gostoso de ler e cheio de passagens sábias… Vale o reconhecimento que tem!

E descobri pela “orelha” do livro que essa história foi inspirada nos pais do escritor!!! Mais lindo ainda!

Paris: Minhas dicas de restaurantes

restaurantes parisNas minhas férias (1 a 16 de maio de 2013) fizemos um giro pelo Oriente Médio (Israel e Jordânia) e terminamos em Paris.

Aqui estão as minhas dicas de restaurante – todos que fomos e recomendamos!

1. Café St Regis (Ile Saint Louis): um charme, comida ótima, atendimento simpático, bem despojado e “local”

2. Fontaine de Mars: um bistrô francês maravilhoso bem conhecido (fazer reserva) com comida, ambiente e atendimento impecáveis e bem despojado. Comi um steak bernaise inesquecível e o Dan, um cassoulet!

3. Le Comptoir du Relais: no coração de Saint Germain, um dos restaurantes mais disputados de Paris (reservar. Nos fomos no almoço sem reserva mas bem tarde!) com comida francesa em releituras bem inventivas e comida maravilhosa. Eu comi um croque monsier com salmão defumado e ovas de harenque espetacular! Cardápio só em francês! Lugar bem relax também em termos de ambiente.

4. Le Stresa: italiano delicioso frequentado pela turma “parruda” ali dos arredores (Avenue Montaigne, Plaza Athenée) – comemos super bem e curtimos muito. Esse eh um restaurante mais “fresco” quando comparado aos demais, como curto ambos os tipos – acho que vale avisar

5. Maison de la truffe: restaurante e loja ali na Place de lá Madeleine – entramos lá para comprar manteiga trufada (e praline trufado) e acabamos almoçando ali. Ambiente bem tranquilo e comida ótima – bom descanso para as nossas andanças!

6. Hotel Costes: sim, entra ano e sai ano e ainda é um point com uma mistura de gente (modeletes, velhos tigrões, casais, jovens, fashion people, turistas), ótimos Drinks e comida muito boa!

- Comidinhas:

1. Angelina (filial do Jardim de Luxemburgo) e na Ladurée (Rue Bonaparte) para comer uns doces, tomar um café!

Observações:

- se eu não tivesse ido no L’Atelier do Joel Robuchon em Londres (em novembro), eu teria ido lá agora. Acho que eu dica que sempre vale!

- jantares mais gourmet e degustação são zero a nossa cara, então não há essas dicas por aqui.

Fontes de pesquisa: guia “Paris para Amar Paris” do Vicente Frare (dei essa dica aqui) e o site “Paris RD/RG

O que não faltam são dicas de restaurantes em Paris, então sugiro dar uma olhadinha nesse post do Paris RD/RG para ver uma lista bem completa. E no guia do Vicente tem dicas separadas por bairros, ótimo!

Vi por aí: First taste @Update or die

tastingfood

Vi um post ótimo e interessante @Update or Die (amo esse site) que reproduzo abaixo:

Se chama “First taste” e “mostra um vídeo produzido pela Saatchi & Heckler para o TEDxSydney, mostra crianças experimentando novos sabores pela primeira vez, como azeitonas, cebolas, limões, etc. E em câmera lenta.

Ilustra bem o conceito, que até usamos em algumas palestras, sobre neofobia – o medo do novo – um termo que surgiu justamente dessa situação em que um ser humano mostra resistência diante de sabores novos (food neophobia), o que era decisivo para sobrevivência no começo da história da humanidade. Uma característica que vem de fábrica e que com o tempo aprendemos a superar (outro conceito interessante chamado “sabor-adquirido” - aquele que você precisa insistir no começo até gostar, como a cerveja, por exemplo).

Parabéns a esses pequenos pela bravura.”

Link para o vídeo

Highlights da semana

ParisPorque uma semana que começou em Paris só pode ser sensacional…
Segunda: chegamos em Paris as 5:30 da manha e fomos para o hotel Esprit de Saint Germain, ótima pedida! Localização ótima, super charmoso, quarto pequeno (afinal estamos em Paris), atendimento ótimo e café da manha maravilhoso. Rolou banho, café da manha e dormimos até meio dia!
Passeamos por Saint Germain, Quartier Latin (Sorbonne), passamos na frente de Notre Dame… Almoçamos no Cafe Saint Regis na Ile Saint Louis – entramos lá porque achamos charmoso e foi nota 10! Comida, ambiente, astral, atendimento…. Passeamos pela Ile e depois passeamos pela Rue Rivoli, Palais Royal e fomos conhecer o museu Jacquemart-André, na antiga mansão dessa família. Adoramos esse tipo de Museu (Frick em NY e Wallace Collection em Londres) para conhecer a arquitetura, os hábitos, as obras de arte – são sempre visitas curtinhas e interessantes! Voltamos para casa passeando pela Faubourg e Rue Saint Honore e terminando de novo em Saint Germain – exaustos de tanto caminhar! Jantamos no maravilhoso Fontaine de Mars, bistro super charmoso com comida espetacular, garçons super simpáticos (sim em Paris!!!). Como era pertinho da Torre Eiffel fomos lá curtir o visual noturno e voltamos a pé para o hotel.
Terça: a manha foi em Saint Germain curtindo as nossas redondezas! Almoçamos no Le Comptoir du Relais, bistro ultra francês (nem cardápio em inglês tem) em Saint Germain – ambiente descolado, comida criativa e ótima, super cheio – adoramos! De lá fui para a Ladurèe da Rue Bonparte e ataquei os doces! Passeamos pelo Marais e foi uma delicia! De noite jantamos no Le Stresa, restaurante italiano super bacana, bem “local”, atras do Plaza Athenée. Foi uma delicia!!!
Quarta: começamos o dia no Grand Palais vendo a exposição Dynamo – 100 anos de arte, movimento e luz! Adoramos! De lá fomos para a Place de la Madeleine fazer uma peregrinação pelas lojas gourmet (Maille, Fauchon, Hediard, Maison de la truffe – não entramos na Kaspia nem na Prunier, ambas de caviar) e almoçamos na Maison de la Truffe – delicia de almoço e ótima pausa para descansar. De lá fomos na Pinacoteca de Paris que é ali ao lado. Acervo pequeno, mas que vale a visita – adoramos! De lá demos um rolê pelo Jardins de tulleries e passamos pelo museu Orangerie, mega fila e desencanamos! Voltamos para o hotel para dar um jeito nas malas e dar um relax e terminamos a tarde no Jardin de Luxembourg – parque lindo que eu amo e a metros do nosso hotel. Tomamos um café no Angelina – casa de chá famosa de Paris que tem uma filial no museu de Luxembourg, na entrada do parque. Ficamos jogados curtindo o sol (tava frio) e o visual! Jantamos no Hotel Costes – faz 5 anos que fui lá pela primeira vez e eh impressionante como segue lotado e fervido! O jantar foi ótimo - comida, bebida, atendimento, astral…
Quinta: Pegamos um vôo diurno de volta – boa pedida. Chegamos em São Paulo no fim do dia – pedimos um estrogonofe do Camelo para matar a saudade e o Mau e a Vi foram lá em casa para matar a saudade!
Sexta: De volta à labuta! Almocei em casa e de noite jantamos @Ohka com Maísa e Fê – encontro sem querer e ótimo!
Sábado: O dia começou na academia tentando correr atrás do prejuízo!!!! Almoçamos @Tappo, estava muito bom!!! Passamos a tarde jogados lendo, vendo filme e nem saímos para jantar!
Domingo: O dia começou na academia de novo! Almoçamos em casa – risoto com manteiga trufada comprada @Maison de la truffe (Paris). Passamos o dia em casa e não pretendemos sair!

Minhas dicas de Israel

mural Israel

AMAMOS Israel. O Dan tinha ido quando tinha 15 anos de idade e eu nunca tinha ido – país incrível, super empreendedor, organizado, preparado para receber turistas, com um monte de coisas interessantes para visitar e aprender, cheio de lugares maravilhosos para comer, muito alto-astral e gente jovem – nota 10! Na sequência fomos para Jordânia e Paris.

Dica imperdível: quem for para Israel TEM que ler o livro Exodus (comentei dele aqui) – foi uma ótima forma de ficarmos a par da criação do estado de Israel em 1948 de uma maneira light e romanceada. Fez toda a diferença na nossa viagem, de verdade. E para quem curte ler sobre negócios, vale a pena o livro “Israel – nação empreendora” (Israel – start up nation). Além disso, fizemos um curso (sem querer) na Casa do Saber com o professor Theo Holz que foi super útil (falei disso aqui)

Importante: A viagem para Israel – principalmente Jerusalém – pode ter um cunho religioso seja para judeus, cristãos, muçulmanos, etc. A minha viagem não foi nesse espírito, então as minhas dicas têm mais a ver com uma viagem cujo objetivo era conhecer Israel do ponto de vista cultural e histórico, sem nenhuma conotação religiosa. Portanto, quem busca dicas de passeios mais ligados a uma ou outra religião você não encontrará nesse post.

Como chegar? existiu durante um tempo um vôo da El-Al de São Paulo para Tel Aviv, mas não existe mais. Então chega-se a Tel Aviv via alguma cidade européia e pegando um vôo da El-Al ou de alguma companhia como Air France, Lufthansa, Alitalia, Iberia, etc. Nós fomos via Paris, voando de Air France e foi ótimo. Fomos de economy premium, uma classe intermediária entre a econômica e a turística e foi nota 10 – serviço e comida ótimos, numa área separada da econômica, com menos gente para dividir o banheiro (!) e com assentos espaçosos.

Quando ir? Israel faz muito calor nos meses de julho e agosto – a época de primavera e outono parecem ser a melhor pedida.

Segurança? apesar de Israel estar sempre nos noticiários em relação a alguma “treta” com os países vizinhos (Síria no momento), nós nos sentimos MEGA seguros por lá. Andamos a pé para cima e para baixo, íamos e voltávamos dos jantares caminhando na boa e não houve nenhum momento de estresse nem por medo de assalto ou por falta de medo de qualquer coisa relacionada a atentados ou retaliação síria ou qualquer tipo de intolerância por parte dos muçulmanos ou judeus ultra ortodoxos.

Que cidades visitar? Nós nos hospedamos em Tel Aviv (2 noites) e Jerusalém (4 noites) e fizemos passeios a partir dessas cidades. Temos amigos que exploraram mais o interior do país e se hospedaram em outras cidades, mas não foi o nosso caso.

Tel Aviv é o maior astral, super bacana e cosmopolita – cheia de lugares bacanas e charmosos. Já Jerusalém é um mix (nosso lema era “hay de todo por acá”) de turistas de todos os lugares-estilos-bolsos, peregrinos, gente a trabalho, moradores, judeus ortodoxos, jovens no exercito, muçulmanos, padres e freiras… muito bacana e diferente!

Hotéis: Em Tel Aviv ficamos no David Intercontinental e em Jerusalém ficamos no Mamilla, ambos excelentes e recomendo de olhos fechados.

Em Tel Aviv tem hotéis butique mais charmosos, como o Hotel Montefiore, na região do Boulevard Rotschild e da “white city”. Se eu voltasse a Tel Aviv, buscaria um hotel mais bacana desse gênero nessa região que eu adorei. Mas sem duvida o Intercontinental não tem erro – hotel ótimo, quarto grande e bom, serviço bom, café da manhã ótimo, concierge eficiente, bem localizado, etc

Em Jerusalém amamos ter ficado no Mamilla. O pessoal da Selections, agência que organizou a nossa viagem, tinha posto a maior pilha para ficarmos no King David – hotel mega histórico em Jerusalém e tal – mas eu sabia que o Mamilla era mais a nossa cara, bacana e atual e, de fato, estivemos no King David para conhecer e tomar um drink e achamos tudo tão careta, grande e baixo astral que nem nos animamos para ficar para o tal drink no bar do terraço.

Precisa alugar carro? Não sei! Nós estávamos com guia, então de dia estávamos sempre no carro do guia e de noite andávamos a pé. Para os passeios dentro das cidades sempre dá para caminhar, pegar táxi ou transporte publico. Para os passeios mais longe, não sei como a turma costuma fazer. De qualquer maneira para quem quiser alugar carro, é tudo mega sinalizado e escrito em inglês.

Precisa de guia? acho que sim! O Dan e eu nunca na vida (e olha que a gente viaja bastante) tínhamos pego um guia e foi perfeito. A nossa agência que organizou tudo e tivemos a feliz surpresa de ter como guia o querido Ilan Bar – nosso guia meio israelense meio argentino que fala português e sabe tudo de tudo. Fez toda a diferença – alem de ele nos levar nos pontos de interesse e atrações, ia nos explicando tudo do ponto de vista histórico, social e cultural – sem contar a facilidade e o conforto. Foi nota 10! Não vejo a necessidade de ter guia em cidades mais fáceis como Paris, Madrid, Londres, etc – mas em Israel valeu super a pena.

Restaurantes:

Em Tel Aviv recomendo Hebert Samuel + Hotel Montefiore + Lulu Kitchen & Bar (almoçamos lá) + Zepra. Vale comer um sorvete na Anita “La mamma del gelato”, delícia e astral em Neve Tsedek (Rua Shabazi bem pertinho do Lulu).

Em Jerusalém recomendo Machneyuda (super astral e diferente) + Mona (charmoso e comida boa e abre na sexta à noite – shabat) + Mamilla Rooftop (na cobertura do nosso hotel, bem cosmopolita e com belo visual). Nos deram a dica do Zuni, do Chakra e do restaurante do jardim do Hotel American Colony, mas não fomos.

As dicas de restaurante, exceto o Machneyuda que foi dica da Paola (Selections), eu pesquisei no guia da Wallpaper (dei essa dica aqui), Concierge.com e com amigos.

Passeios:

Em Tel Aviv: Old Jaffa + passear por Neve Tsedek (rua Shabazi, Centro Suzanne Dallal) + passear pela parte norte da cidade onde está a Universidade de Tel Aviv e o Museu da diáspora (adoramos), passear pela “White City” – parte linda da cidade cheia de prédios “Bauhaus”, passear pela Boulevard Rotschild. Passamos de carro pelo lugar onde o Itzak Rabin foi assassinado, passamos pelo mercado Carmelo, passear pelo deck à beira mar, beliscar alguma coisa na antiga estação de trem de …

Em Jerusalém: acho que os pontos de partida mais legais para conhecer Jerusalém é o visual da cidade de Jerusalém a partir do Monte das Oliveiras e o Museu de Israel onde tem a maquete gigante de como era Jerusalém há 2 mil anos atrás (imperdível). Nesse mesmo museu tem um acervo de arte maravilhoso (Matisse, Picasso, Modigliani, Pisarro, Renoir, Miró, etc) + um jardim de esculturas lindo + pergaminhos do mar morto. Tem que conhecer a cidade antiga – parte judaica (com o muro das lamentações – segundas e quintas tem bar mitzvahs e sexta tem o shabat no fim do dia), a parte muçulmana (com suas lojas e a sua bagunça) e a parte cristã (igreja do Santo Sepulcro e as suas filas intermináveis e muita devoação). O museu Yad Vashem (museu do holocausto) é um dos programas mais tristes que já fiz na minha vida, mas acho imperdível tanto para judeus como não-judeus. Tem a avenida Mamilla que é bonita e de pedestre. Tem o mercado que é um programa misturado para turistas e locais. Nós passeamos pelo meio do bairro judeu ortodoxo de carro com o nosso guia e foi interessante. Fomos no ‘Night Spectacular‘ da Torre de David – show de luzes e som bem bonito e rapidinho que é um bom resumo do que rolou em Jerusalém nos últimos séculos.

Arredores: fomos para as colinas de Golã (para entender “in loco” porque essa região é tão importante para Israel e tão desejada pelos outros países), para a antiga fortaleza de Bevoir, para Cesarea (lindo!) e Masada (visual e história incríveis).

Vestimentas: Israel é um mix de descontração e recato, então deixa o sapato de salto de lado e as roupas muito peladas. Mesmos nos restaurantes mais legais (e zero religiosos), a turma não se arruma muito – especialmente em Jerusalém. Saia muito curta, regata e muito corpo à mostra para as mulheres não combinam com Israel. Nos lugares mais religiosos (igrejas e muro da lamentações) é obrigatório cobrir os ombros (ou seja nada de regata ou decotes muito fartos). Tem bastante diferença de temperatura entre o dia e a noite e na van do nosso guia parecia que ia nevar!

Contatos:

Quem montou toda a nossa viagem foi a SelectionsViviane e Paola.

O nosso guia foi o querido Ilan Bar – contatos: barguide@inter.net.il e fones +972 52 352-6804 e +972 57 797-4661

A operadora de turismo com a qual o Ilan trabalha e que é parceira da Selections é a Diesenhaus com a Juany – email: juanyl@diesenhaus.com