A nossa mochileira favorita segue em Bali (tá bom aí, né Carol…) e mandou notícias depois de alguns dias… Detalhe na foto, a Carol com a camiseta branca que eu dei de birthday pra ela… o presente foi útil!!!
Bali
Transito: Andar por Bali deve ser a pior parte da cidade. Não me pergunte o porquê de existiram guardas de trânsito… ninguém respeita as leis, estaciona-se em qualquer lugar, anda-se na contra mão…. tem de tudo! Os balineses usam muito as motos, e não é raro você ver crianças de 10 anos dirigindo-as na cidade, levando os irmãos mais novos a tiracolo. O pior é que não tem muito como fugir dessa guerra!
As praias são longe do centro e mesmo que você resolva ficar em Nusa Dua, onde a praia é bonita e estão localizados os resorts bacanas, você vai precisar de carro para conhecer outras praias, ou ir a algum restaurante. Pense em ficar sem carro em Bali como ir para Floripa sem carro… é meio chato!
O aluguel de carro é ridiculamente barato. Temos um jipe Suzuki (na verdade um buggy com capota!) alugado a R$9/dia com seguro (digamos que o contrato tem um estilo “la garantia soy yo”… mas enfim… faz parte da cultura local)! Mas dirigi-lo é uma das piores tarefas do dia, o transito é um caos, os mapas são horríveis… e olha que eu adoro dirigir! Se você não quiser ter esse stress, alugue um carro por motorista: é mais caro, mas acho que pode ser que compense! A gente se vira com o GPS, mas mesmo assim, passamos sufoco com as ruas que mudaram de mão, e as que simplesmente não constam no mapa! Affff
Mas depois desse sofrimento, quando você chega na praia, esquece o trampo que foi chegar lá e aproveita!
O “golpe do estacionamento”: Aqui também tem os famosos flanelinhas nas principais praias e cidades turísticas. Eles estão longe de ser tão assustadores quanto os paulistas, e o preço cobrado é bem barato e R$2 a R$10)… mas eu me revolto com a idéia de ser enganada… como se o pagamento fosse uma obrigação!
Então, se, por qualquer razão, você queira contornar esse problema, não vai precisar de muita habilidade…
1. pare um pouco antes do ponto de cobrança deles: Em Ulu Watu e Padang Padang, paramos a 200m da praia e não tivemos que pagar o “ingresso” cobrados dos motoristas que paravam na rua a partir dos 100m
2. Seja cara de pau. Em Ubud, o moço chegou com o ticket estacionamento (sim, flanelinha aqui tem ticket estacionamento)… falamos “no, thank you” e o cara virou as costas
3. Pergunte no hotel onde é mais fácil parar: em Balangan, perguntamos para a dona de uma pousada local onde se estacionava, e ela falou para passar a cancela do estacionamento, localizada a uns 300m da praia, e parar mais para frente. Para convencer os locais a abrir a cancela (é muita cara de pau ter cancela para um estacionamento aparentemente irregular…) falamos que íamos ao hotel perto da praia… após alguns olhares desconfiados, passamos e paramos muito mais perto da praia, e de graça.
Vou ficar mais uns dias aqui….depois eu mando a seção praia, balada e lugares para ficar – você pode publicar junto ou dividir em duas partes… up to you!!!
Bjs para você e para o Dan!! Estou com saudades do casal! Beijos Carol
[...] Mochilando pela Asia, por Carol B. – BALI (II) [...]