Bode……….

Peguei um vôo da Gol hoje (10nov – vôo 1279 – de Porto Alegre para Congonhas), o meu quinto da Gol em 7 dias por sinal, e, no embarque em Porto Alegre, os funcionários da Gol estavam usando esse “gabarito” da Webjet (foi comprada pela Gol) para medir as malas de mão e ver quais poderiam ir para a cabine e quais deveriam ser despachadas.

A minha mala, uma Samsonite super padrão que uso toda santa semana, foi reprovada (por milímetros e pela má vontade do despachante) e despachada… Resultado? Perdi 30 minutos na chegada, enquanto eu esperava na esteira…

Mas o mais incrível é que essa regra da ANAC que a Gol tão orgulhosamente segue NÃO se aplica para os seus funcionários e tripulantes que entram felizes e despreocupados com as suas bagagens de mão (como essa da foto) – que excedem as medidas do gabarito – e voam bem tranquilos, saindo rapidinho do aeroporto enquanto nós, os clientes da Gol – Linhas Aéreas Inteligentes – mofamos na esteira esperando a nossa malinha… É uma aula de corporativismo e desrespeito com o cliente!

Ainda me prestei a perguntar para os tripulantes e despachantes o porque da mala da tripulação poder ir no interior e a minha, bem menor, não – ouvi pérolas como “porque eles estão tripulando, seja lá o que isso significa” ou a melhor… “não vai na cabine” – acho que a minha foto é uma ilusão de ótica, então!

Fiquei revoltada – a sorte é que é eu posso escolher a companhia aérea que eu vôo… Eu e todo mundo!

E o pior é que entram aqueles passageiros com várias sacolas, sacolinhas, sacolões, pacotes e afins e levam tudo dentro da cabine e eu, com a minha malinha padrão e levinha, paguei o pato… MAU HUMOR MASTER!

A Visita Cruel do Tempo

Li recentemente o livro “A visita cruel do tempo“, vencedor do prêmio Pulitzer, escrito pela Jenifer Egan.

Eu tinha ouvido falar bem desse livro – muitos adoraram, outros me falaram que era muito louco e tal… Para a decepção de quem adorou o livro, eu o achei chato!

Começou super bem – eu estava adorando, lendo animadamente, ainda mais que se passa nos bastidores do meio musical – tema que eu adoro e já comentei livros sobre isso aqui – eu estava adorando a forma como foi escrito, as entrelinhas, os pensamentos, tinha adorado o lance de o narrador já comentar o que aconteceria com aquela pessoa mais para frente, etc…

MAS o livro desandou – para quem leu, eu me desconectei a partir do capítulo do General B. – enfim, o livro perdeu a graça e o terminei para realmente ter uma opinião, mas não curti.

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Butcher’s Market

Fomos conhecer o Butcher’s Market – restaurante na Bandeira Paulista (Itaim Bibi) que é famoso pelo seus Hambúrguers e afins…

Só tenho uma coisa a dizer – o restaurante NÃO TEM A VER COMIGO. Não curtimos – saímos arrependidos com a refeição, com aquela sensação de termos “enterrado” a nossa corrida de hoje à toa.

A comida não é ruim, de jeito nenhum – mas o conjunto é zero a nossa cara: ambiente barulhento, só mesas de homens e meninos (momentos meio ogro), zero clima, totalmente trash…

Pedimos o milho de entrada, imaginando que lembraria o nosso “beloved” milho do Café Habana @NYC (aliás, o Ivo fez um post sobre ele @blog Chicken Wings) – mas esse vem com maionese e uma pimenta “hard core”. Não era ruim, mas nada a ver… Depois os “burgers”, mega gigantes – o gosto não era ruim, mas o conjunto era muito trash… E a batatinha, que cá entre nós não tem muito o que inventar, vinha ou com pimenta ou com alecrim (foi a que pedimos), nada a ver também…

Enfim, não sou das mais fãs de hamburguer – não é algo que eu saia de casa com desejo de comer… Mas anyway, o nosso favorito atualmente em Sampa é do Chez MIS…

Talvez eu seja apedrejada por esse post para os “burger lovers”, mas definitivamente o Butcher’s Market não é a minha cara.

Rabugenta!!!

Eu adoro uns momentos de rabugentisse gratuíta, confesso…

Por isso divido aqui com você o post “Top 5 restaurantes que eu mais odeio em SP” do blog Chicken Wings com os meus comentários ao lado..

1- Yabany (Betina: nunca fui)

2- Ecco (Betina: bode)

3- Insalata (Betina: zero a minha cara)

4- Rodeio (Betina: não curto)

5- Rascal (Betina: mega bode)

6- Paris 6, desculpas, sei que seriam 5, mas tive que adicionar mais este! (Betina: bode master)

7 - Josephine – desculpas de novo! tinha esquecido deste tbm! hahahahahaha! (Betina: já curti muito, enjoei mas ainda adoro o sanduba de salmão defumado e o brigadeiro de colher)

Mas existe um hors concours na lista dos restaurantes que mais odeio nesta cidade! Ele esta acima de todos! Simplesmente o restaurante mais abominavel de SP: Serafina! E não me obrigue a repetir este nome mais uma vez! (Betina: já tive mega bode, mas passou – hoje em dia topo ir volta e meia)

Curtinhas de NY: Táxi é um saco

Ainda no clima do meu feriadão em NY (ver as dicas aqui), só quero deixar registrado que andar de táxi em NY é muito chato e estressante.

Normalmente o Dan e eu andamos de metrô durante o dia quando queremos ir do SoHo para o upper east, por exemplo, mas o nosso meio de locomoção mais comum dia e noite são as nossas pernas!

Pegar táxi (tirando o trajeto para o aeroporto) é bem raro e quando o fazemos em geral nos arrependemos!

A cidade tem super trânsito, vários carros tem cheiro de comida, os taxistas (indianos, paquistaneses, etc) não param de falar no telefone, são mega estressados (eu tmb seria no lugar deles!) e enchem o saco para ganhar mais gorjeta (eu tmb encheria o saco no lugar deles!)

Enfim, comprem o metro card e o álcool gel e sejam felizes!!!

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(Não) tem a ver comigo: curso de meditação (updated)

cada uma que eu invento!!!

Vamos primeiro  ao contexto… ao longo de 2011 eu fiz coaching para dar um “upgrade” na minha parte comportamental – profissional. Eu amei ter feito e me ajudou super. Fiz coaching com a Fatima Castilhos, profissional fera nessa área e uma querida!

No fim do coaching recebi várias recomendações e uma delas foi fazer um curso de meditação e/ou de respiração para ter mais auto-controle, ter mais paciência e ser mais calma… Dedicada que sou, fui atrás de algumas alternativas de meditação (Luis Carlos Louceiro, Fabio Novo, Marcia de Luca) e a que me pareceu mais bacana foi a Fundação Arte de Viver. Me inscrevi no curso ”Arte de Viver – parte I” e lá fui eu!

Importante – tudo que eu tô narrando aqui é só para contar porque NÃO tem a ver comigo, não quer dizer que não vá ser bacana para outras pessoas! As pessoas que me indicaram fazer esse curso, amaram.

aula 1 (quinta – 19:30 as 22:30) 27 pessoas na sala e começa o curso com todo mundo tendo que se abraçar e falar “Meu nome é X e eu te pertenço”… Zero a minha cara, mas tudo bem, não sou de desistir fácil e segui diante…
Depois vieram as regras para serem aplicadas ao longo dos 4 dias de curso – adotar dieta vegetariana (oi?), não ingerir cafeína (não tomo café, mas e a coca zero?), não fumar (ok, nunca coloquei um cigarro na boca), não beber álcool (ok), não ingerir “drogas recreativas” (ok)… Inclusive recebemos um email com receitas vegetarianas e dicas de restaurantes vegetarianos. Quem me conhece bem (alô Carol B.?) deve estar rindo visualizando eu recebendo essas receitas!
Existem uns monitores voluntários que são chamados de anjo e que ficam responsáveis por um grupo de aluno e ele deve entrar em contato com os alunos para saber se está tudo bem…

As técnicas de respiração e meditação (a razão pela qual eu tava lá) foram muito legais e saí de lá me sentindo super leve e tranquila… (sensação ótima)

Vim pra casa – fiz os exercícios respiratórios antes de dormir e ao acordar… Ou seja, ainda no clima! Aí meio dia o meu “anjo” liga para saber se está tudo bem, se eu fiz os exercicios e tal… achei essa historia do anjo bem “over“, mas tudo bem – ainda estava no clima…

aula 2 (sexta - 19:30 as 22:30) lá estava eu de novo, agora sem tomar coca zero há 24 horas e respeitando, dentro do possível, a dieta vegetariana… Mas teve tanta parte filosófica tipo “o que falta para vc ser feliz?” e discussões em grupo, que fugiram totalmente do que eu estava buscando. Comecei a me perguntar o que eu estava fazendo lá (terapia em grupo?!) e durante as práticas das respirações (o foco do curso), eu só pensava: “não vou passar o meu sábado e o meu domingo inteiros nesse curso chato”… aguentei firme até o fim da aula por educação.

Quando saí de lá – avisei o Dan que eu estava abandonando o curso e ao invés de comermos em casa para eu dormir cedo para a aula 3, fomos pro Lorena 1989 curtir uma noite ótima com tudo que tem a ver comigo (Dan, dieta não vegetariana, coca zero, caipirinha de frutas vermelhas, um filé a milanesa, badalo e nenhuma regra a seguir)

Resumindo, adoraria me sentir mais vezes como me senti no fim da aula 1 – mas esse método não tem a ver comigo!

UPDATED: Graças a esse blog, a Mayara – professora de yoga e uma querida – entrou em contato comigo e fiz uma aula particular experimental com ela e AMEI! Agora sim, encontrei o que eu queria – uma professora querida, vibe ótima, com uma aula direcionada para o que eu quero, com uma didática ótima e sem o blá blá blá de “eu te pertenço”. À medida que as aulas evoluírem, vou fazer um post sobre isso!!!

Restaurante novo: Figurati

Fomos conhecer o Figurati no ultimo domingo, restaurante italiano dos mesmos donos do Le Vin. Nossa primeira experiência foi bem bode… Quem sabe um dia damos outra chance…

Até deixo aqui o link para a crítica do Estadão sobre esse restaurante para vocês terem mais uma opinião!

O Le Vin (tanto dos Jardins como do Itaim) é um restaurante que eu gosto, não tenho o hábito de frequentar, mas gosto. E por isso tive vontade de conhecer o Figurati, até porque sou bem mais fã da culinária italiana que da francesa.

O restaurante fica nos jardins (Min. Rocha Azevedo) ao lado da Tabacaria Ranieri.

Curtimos zero o nosso almoço lá – acho que foi um misto de azar com uma pré-disposição a não gostar do almoço porque:

- nos colocaram numa mesa com o ar-condicionado (o ar é a eterna “treta” nos restaurantes, sei disso pelo restaurante do meu pai em porto alegre) bombando diretamente em cima de nós – ou seja, já não conseguimos descontrair muito…

- Trocamos de mesa para fugir do ar condicionado e fomos pra uma colada na parede de onde sentíamos o cheiro de charuto da tabacaria ao lado… não dá, né?

- O couvert de lá é bem ok: pãozinho e azeite de oliva. Pedimos o sal para acompanhar o azeite e levou uma vida pra chegar…

- aquela coisa do restaurante “sem alma” que comentei no meu post sobre alguns restaurantes novos em sampa… Não conseguimos identificar uma diferencial no restaurante (lugar bonito ou comida ótima ou atendimento super simpático ou super astral ou frequentado por um pessoal bacana ou custo-benefício bom)

- pedi uma massa amatriciana (que sou viciada) e não gostei… achei que seria um molho amatriciana, mas não… ao invés de ser um molho de tomate com os demais ingredientes (cebola, bacon e o “componente” picante), eram pedaços de tomate… Totalmente sem graça… Sei que cada chef pode fazer a releitura que quiser, mas eu não esperava por isso e fiquei mega decepcionada. O Dan pediu um brasato que veio meio “farelento” (sabe?!) com um risoto sem gosto e no ponto oposto de al dente…

- E achamos o custo-benefício (mesmo se tivéssemos gostado da comida) muito ruim… Nosso almoço custou 180 reais (2 couvert + 1 brasato + 1 massa a matriciana + 4 coca zero, sem estacionamento)… Comendo e bebendo a mesma coisa, eu almoço muito melhor (comida, ambiente, serviço) e por menos no Tappo e por um pouco a mais no Piselli. Não dá pra comparar com ambos!

- ah, e o serviço é 12% e não 10%

Peça: Ciranda

Li a dica de peça “Ciranda” tanto na Veja SP como no Estadão e me deu vontade de assistir!

A peça trata do tema relação mãe e filha e também sobre as escolhas na vida… Super interessante né?

Apesar de eu ter curtido algumas partes, rido em outras e me identificado com várias coisas – achei a peça como um todo boa, mas não vibrei!

Tem vezes que eu me pergunto se eu realmente curto teatro porque volta e meia me vejo sentada na cadeira me perguntando “mas é só isso?” mesmo sabendo que tem ótimos atores, o tema é bom e tal…

Mas quando relembro peças inesquecíveis como a Alma Imoral (minha favorita!), A Flor do meu bem querer (do Juca de Oliveira – tipo 2003, lembram?), Viver sem tempos mortos (monólogo com a Fernanda Montenegro) Ricardo III (direção do Jô Soares com Marcos Rica), In on it (amei), Cada um com seus pobrema (comédia), Pterodátilos (com Marco Nanini), Todo mundo tem problemas sexuais (com Pedro Cardoso – sensacional), “Intimidade Indecente” (de autoria da Leilah Assumpção – com Irene Ravache e Marco Caruso), Os homens são de Marte – é pra lá que eu vou… penso que sim, eu gosto de teatro!!!

Restaurante: Dalva e Dito

Quem leu o texto desse post pode ter pensado “nossa, será que a Betina é uma perdida e só vai falar do Dalva e Dito a essa altura do campeonato?”

Pois é… Fui no Dalva e Dito e confesso que eu vivia um processo de negação em relação a esse restaurante. Eu tinha ido uma unica vez lá, logo que abriu (acho que em 2008 ou 2009), num almoço de trabalho e eu tinha odiado tudo… o lugar, a comida, o serviço, o preço… Na época fiz um post (acho que eu deletei) e fui xingada por duas pessoas – uma era um cozinheiro de lá me dizendo todas as técnicas apuradas empregadas na comida (que eu não gostei) e me reprimindo por falar mal do mestre Alex Atala (nem falei do cara!) e outra (dona de um blog, por sinal) dizendo que eu era uma ignorante que pensava que comida boa só se comia no Gero (oi?), sendo que eu nem mencionei o Gero….

Enfim – ele ficou enterrado pra mim ao longo desse tempo todo e o Dan nunca tinha ido.

Resolvemos tirar o Dalva e Dito “da geladeira” e ir lá. Então eis as minhas impressões:

1. Comida brasileira não é a minha praia, importante dizer…

2. O Dan pediu um filé à milanesa simplesmente sensacional… fiquei com inveja e roubando vários pedaços dele.

3. Eu resolvi dar uma de “muderna” e pedi um spaghetti com feijão e linguiça – zero a minha cara. O gosto tava bom, o ponto do spaghetti estava bem al dente como eu gosto, mas acho que eu poderia ter pedido melhor.

4. Eu sigo achando o serviço dos restaurantes do Alex Atala (D.O.M. e Dalva e Dito) esquisito – sei lá, os garçons (e a hostess) não abrem um sorriso, parecem uns robôs… mas não fomos mal atendidos (de jeito nenhum), importante dizer.

5. o couvert fez zero a minha cabeça (nem pedimos), mas me deu a sensação de querer ser o mais diferente possível com um alho assado e tudo mais… Tenho certeza que deve ter bastante gente que gosta, mas como eu disse, ZERO a minha cara

6. Pedimos de entrada uns palitinhos de mandioca fritos que estavam uma delícia, gosto ótimo e bem sequinhos!

7. A cerveja do meu maridinho querido estava bem gelada!

8. Com uma sobremesa, estacionamento, uma entradinha, sem couvert, 2 pratos, 3 cocas e 1 cerveja, a conta deu 190 reais

9. O restaurante tem cheiro de comida, isso me incomoda

Enfim, tive “mixed feelings” em relação ao restaurante: não amei nem odiei, mas que eu comeria aquele bife a milanesa, isso eu comeria fácil! Não nos imagino frequentando o Dalva e Dito, mas eu voltaria lá sim!

Uma bomba: “O Turista”

Tentamos assistir o filme “O Turista” e não deu pra passar de meia hora de filme…

Na época que foi lançado, escutei que o filme era uma bomba e tal… MAS como o diretor era o Florian Henckel von Donnersmarck que dirigiu o filme “A vida dos outros” (meu top 3 da vida), achei que ele merecia um voto de confiança…

Putz, o filme é de fato uma bomba, história fraquíssima, cheeeeeeia de clichês, interpretação esquisitíssima da Angelina Jolie e do Johnny Deep… Enfim, não valeu perder tempo!

até classifiquei como “não tem a ver comigo”

Não tem a ver comigo…

Hoje fiz um bate volta maluco em Porto Alegre para trabalhar e quando eu estava no aeroporto esperando o vôo pra voltar, duas situações me inspiraram a um NÃO tem a ver comigo

1. Não tem a ver comigo: Sanduíche e batatinha do Mc Donald’s… Incrível, eu que amava tanto comer no Mc, hoje quando como o meu quarteirão-especial-só-pão-carne-e-queijo me sinto comendo uma papa, parece comida pra quem não tem dente… E a batatinha do Mc, que sempre foi a mais sensacional, desde que tiraram a gordura trans, nunca mais foi a mesma. Eu nem peço mais!
obs… O mesmo não posso dizer do Sundae, pago calda extra e amo!

2. Não tem a ver comigo: contratar uma “atração” para a chegada de alguém no aeroporto… Momento vergonha alheia master… Hoje lá estava eu às voltas com o meu Mc meia boca, quando começo a escutar uma banda – meio militar – e vi que era lá no desembarque… Uma banda com umas crianças maquiadas e assustadoras fazendo ginástica rítmica (???)… A minha cara devia estar impagável…

NÃO tem a ver comigo

Como adorei a idéia da Carol e do Ariel de ter uma “coluna” chamada NÃO tem a ver comigo, resolvi estreá-la.

E por favor, não me levem a mal nem me achem rabugenta demais… Não tô julgando se determinada coisa é boa ou ruim – só estou contando pra vocês o que não tem a ver comigo

- Novela

- Escutar as aeromoças da Tam e (principalmente) da Gol falando em inglês

- Churrascaria Rodízio e Restaurante Japonês Rodízio

- Restaurantes tipo Outback, Applebee’s e afins…

- Contar a vida inteira pra Manicure e por tabela pra quem estiver no “salão”

- Praça de alimentação de Shopping

- Fifties Burger, Milk Mellow e afins 

- Filme ou qualquer programa dublado (legenda não faz mal a qualquer um que saiba ler/compreender)