Dicas do Hanoi, Vietnã – Renata De Goeye

Recebi a Revista do Shopping Cidade Jardim (com o arquiteto Daniel Libeskind na capa) e anotei algumas dicas legais.

Gostei das dicas da Renata de Goeye sobre o Vietnã, que transcrevo abaixo:

1. Sofitel Metropole: localizado no coração de Hanoi, este hotel de estilo colonial é um dos mais bonitos da região e oferece ótimas opções de restaurantes.

2. Intercontinental Westlake: nas margens do rio Ho Tay, o hotel é um dos mais novos em Hanoi e tem uma vista imperdível do pôr do sol.

3. Club Opera: 59 Ly Thai To Street
Esse bistrô oferece a típica comida vietnamita, com uma apresentação sofisticada. O camarão tigre ao molho de tamarindo é delicioso. Perfeito para o paladar estrangeiro e para jantares românticos à luz de velas.

4. Pho 24: Esse fast-food serve a sopa Pho – um dos pratos típicos do Vietnã. Além do atendimento rápido, é um dos poucos restaurantes que fica aberto 24hs.

5. Cha ca la vong: 14 Cha ca Street
Simples, mas delicioso, este restaurante tradicional tem uma única opção de cardápio: peixe grelhado com verduras e noodles. De dar água na boca.

6. Turtle Tower: Templo budista construído no século XVII. É um dos mais importantes símbolos da cidade e tem uma beleza especial à noite. Fica numa pequena ilha no lado Hoan Kiem.

7. Huc Bridge: A imagem dessa ponte vermelha é um dos cartões postais de Hanói. Um ponto turístico lindo.

8. Quoc Tu Giam: Van Mieu Street.
O templo da literatura, como é conhecido, foi construído para homenagear o sábio chinês Confucio. Fica lá a primeira Universidade do Vietnã.

9. National Museum of Vietnamese History: 1 Pham Ngu Lao Street
Aberto para visitantes desde 1958, esse museu é visita obrigatória. Além de muito interessante, fica em um edifício de 1932 que mistura arquitetura francesa e vietnamita.

Mochilada da Carol B: Sudeste Asiático IV

Sudeste Asiático – Parte 4: Tailândia

Meu último destino nessa viagem foi a Tailândia e depois de ficar mais de dois meses entre o interior da China, Vietnã, Laos e Camboja… minha impressão de Bangkok foi muito melhor nasegunda visita! Realmente, a Tailandia é o país mais desenvolvido e fácil de viajar na região e com mil coisas diferentes para fazer. Por falta de tempo, concentrei minha viagem nas ilhas, mas o norte da Tailandia também foi super recomendado. Principalmente a região de Chang Mai e Pai.

Bangkok: Recém regada a Ásia, odiei Bangkok (ver meu post Mochilando pela Asia, por Carol B. – Tailandia), onde fiquei só um dia. Continuo achando a cidade um caos, um trânsito infernal e sem muito charme. Mas existem coisas incríveis que descobri na minha segunda visita:

1. O palácio real é lindo, e rico. E só ele vale a passada por Bangkok 

2. O Buda deitado de Wat Pho tem que ser visto

3. Para a mulherada: Fazer um “extreme makeover” com massagem, cabelo, tratamento de pele…tudo…custa um terço (no máximo) do preço de São Paulo

4. Bangkok é ótimo para comprar bugigangas: ir a Chinatown, Khao San Rd e MBK, além das inúmeras feiras da cidade, é parada obrigatória para quem quer souvenires, eletrônicos, objetos de decoração…

De novo, fiquei na Khao San Rd, ótima para quem está viajando sozinho e quer conhecer várias pessoas. O Roof Top Bar tem uma banda muito legal que toca todo dia e fica super animado. Quem quer hotéis mais bacanas, tem que ficar longe do centro antigo, perto da cidade nova, onde está o centro financeiro, os restaurantes e hotéis mais bacanas.

Ko Pha Ngan: não aguentei e fui mais um vez na Full Moon Party. Continuo adorando a ilha! Não tenho muito a acrescentar desde o ultimo post…só que chegar uns 2 dias antes da festa é altamente recomendado… as festas na praia antes da Full Monn acabam sendo até mais bacanas que a própria. E se você gosta de uma dormidinha a tarde, fija do Drop In Resort… que tem festas vespertinas na piscina que atrapalharam meu sono!!!

Ko Tao: É a pehincha do mergulho no mundo, logo, parada obrigatória para quem quer fazer cursos. Eu amei a ilha e acabei ficando por lá uns 10 dias. Fiz o curso de mergulho básico e avançado na Crystal Dive (www.crystaldive.com). Eles já ganharam vários prêmios da Padi e são muito sérios. O único inconveniente é que eles ficam longe do centrinho… quer dizer, a 2km do centrinho, onde ficam os bares e restaurantes. Eu resolvi esse problema caminhando… mas quem tem preguiça, pode alugar uma motoca para se locomover…ou pegar um táxi. Em Ko Tao, não deixe de provar os sanduíches do Zest e a comida tailandesa ótima do Tiks. Os bares mais agitados são o Bans e Lotus. Dos hotéis, o Seashell Resort tem quartos ótimos e baratos para qualquer bolso que não seja o tailandês.

Ko Phi Phi: Depois de feito seu curso de mergulho, venha para Phi Phi mergulhar. Essa ilha, aliás, duas ilhas, são maravilhosas e valem a fama que têm. Tem inúmeras opções de acomodação. Quem quer sossego tem que ficar a anos luz de distancia do centrinho  (Ton Sai Village) já que a música dos bares de praia vai atrapalhar seu sono até as 3 da manhã. O mais legal aqui é alugar um barco e ir conhecer as ilhas, ou passear de caiaque… e mergulhar. Mergulher com o Viking Diving e gostei bastante…além do mergulhos aos corais de Bida Nok, os mais baratos e procurados, recomendo não sair da ilha sem fazer os tres mergulhos no King Cruiser Wreck, Andaman Reef (com tubarões… o máximo) e Shark Point.

Chega aqui o final da minha viagem…me despeço…já morrendo de saudades da minha mochila!!!!! Bjs Carol

Mochilada da Carol B: Sudeste Asiático III

Sudeste Asiático – Parte 3: CAMBOJA

É o país mais triste, duro que visitei na Ásia. Para quem não conhece a sua história, quase um quinto da população do Camboja foi dizimada durante o período em que o Khmer Rouge, um poder “socialista”, ficou no poder (de 1975 até 1979). Esse fato é essencial para você entender a população local. Lá, há muito mais gente pedindo dinheiro para turistas, muito mais mutilados, muito mais prostituição (principalmente em Phnom Penh e Sihanoukville)… ou seja…o clima aqui é muito mais pesado que nos países vizinhos. Mas não acho que esses fatos façam a visita ao país não ser válida. Eu gostei muito de ter ido. meu roteiro de 10 dias incluiu a capital Phnom Penh, a praia em Sihanoukville e os templos da civilização de Angkor, em Siem Reap.

Siem Reap é imperdível mesmo! As dezenas de templos perto dessa cidade ficaram notórios mundialmente depois que Angelina Jolie gravou Tomb Raider (o primeiro) lá. A cidade de Siem Riep tem infra-estrutura para turismo, com vários albergues, pousadas e mega hotéis 5 estrelas. Para quem quer ficar no centrinho, o Hotel de la Paix é bem bonito…e o café de la paix, ao lado, é uma delícia. Ótima pedida para uma saladinha ocidental!

Eu passei dois dias na cidade, visitando templos, o que é suficiente. Para quem ama arqueologia, pode ficar lá uma semana. 

Para visitá-los você pode entrar em uma excursão, alugar bicicleta ou um carro/tuk tuk com motorista. Eu achei a opção do tuk tuk ótima para quem, como eu, foge de excursão que nem diabo foge da cruz. Só atenção para deixar claro para o motorista tudo o que você quer ver para ele não te enrolar. Pesquisei bastante a melhor maneira de visitar os templos, cheguei a conclusão que é mais interessante vc começar pelos mais distantes, para deixar os mais famosos por ultimo.

Minha sugestão de roteiro em Siem Reap: é fazer no primeiro dia: Khal Spean (a caminhada até o “templo” vale a visita até mais que o próprio); Banteay Srei (não é grande, mas a riqueza de detalhes é impressionante), Ta Som (bem legal, é um templo com cara de quem foi engolido pela floresta),

Segundo dia: Preah Khan (nada espetacular, mas vale ir); Preah Neak Peam (você vê em 30 minutos tudo, mas não deixe de ir!), Ta Phrom (o do Tomb Raider… o máximo), Angkor Thom (gigante, o templo de Bayon foi o meu preferido), Angkor Wat (o highlight da cidade, é gigantesco, impressionante, daquelas coisas que te deixam de boca aberta… mas evite ir em horários de pico senão os milhões de turistas vão acabar com o clima do lugar), Phrom Bakheng (muita gente vê o por do sol daqui, se você não estiver cansado, vai ver qual é, mas se estiver, pode pular o programa sem muito peso na consciência!)

Já a capital do país, Phnom Penh, é válida para quem quer entender a história local. Para isso, não deixe de visitar os killing fields Choeung Ek (a 15km da capital, qualquer motorista de tuk tuk te leva para lá) e o S21 (Tuol Sleng, o museu do genocídio). Vai ser um dia bem pesado, mas eu acho que são lugares que devem r vistos para se ter consciência do que se passou por lá.

As praias do Camboja me decepcionaram muito. Fui para Sihanoukville, que pode ser pulado. É meio sujo, sem infra… não espere encontrar um paraíso a ser descoberto…ele  foi descoberto…e não estão cuidando muito bem dele. Quer praia… vai para a Tailândia, não tem comparação.

Beijos

Mochilada da Carol B: Sudeste Asiático II

Sudeste Asiático parte 2 – Laos

É no Laos que vivem os habitantes mais fofos e relaxados da Indochina.

Esqueça trânsito, barulho, gritaria… nem nos mercados locais as pessoa vão ficar te empurrando suvenires…o Laos é mágico! E olha que eu não sou lá muito espiritualizada.

A viagem do Vietnã ao Laos poderia ser dramática, mas eu a encarei como uma oportunidade de conhecer a cultura local (uma vez… não quero repetir a dose!). Para quem não é muito fã de aventuras, vai o aviso: o que aconteceu foi o seguinte: Comprei uma passagem de Hoi Ann para Savannakhet, no Laos. O pacote incluía um pernoite na fronteira (Dong Ha), já que chegaríamos lá quando ela já estaria fechada e um mesmo ônibus até o destino final. Bom, eu e minha companheira de viagem canadense fomos enganadas. O hotel do pernoite foi o maior muquifo da minha vida. No dia seguinte, ao invés do bom ônibus que nos deixou, um motorista de van alucinado nos largou na fronteira do Vietnã com o Camboja. Atravessamos a fronteira a pé… e 1km depois da fronteira encontramos um ônibus público da década de 30 que levou 7 horas para rodar os 200Km até Savannakhet.

Bom, passado o mico, ficamos algumas horas em Savannakhet, que se provou não ser lá muito interessante. De lá pegamos um ônibus VIP (ótimo. ufa!), até Vientianne, a capital do Laos. Um dia aqui vale, para ver os templos e descansar.

De lá, fomos de van até Vang Vieng, uma mini cidade conhecida por ser uma das mecas dos mochileiros no Laos. Realmente, a região é bonita, tem passeios interessantes, mas o objetivo principal dos visitantes é o tubing. Eu só recomendo o programa para a turma da faculdade, já que é um spring break na Ásia. A brincadeira é a seguinte, na beira do rio, ficam vários bares com musica alta e você aluga um pneu-bóia para ir de um lugar para outro e beber alucinadamente a tarde toda. Como o trajeto tem menos de 50 metros…vc pode economizar o aluguel da bóia e fazer tudo a pé. Sinceramente essa é a parte menos interessante do Laos.

Bom, mas por que eu gostei do Laos afinal? Se até agora não teve nada de interessante? A resposta é Luang Prabang. De Vang Vieng você chega aqui por uma estrada maravilhosa… mas que pode demorar de 5 a 7 horas devido às inúmeras curvas nos 170Km que separam essas duas cidades. Para os práticos, Luang Prabang tem aeroporto internacional!

Essa é a cidade mais incrível do Sudeste Asiático, em minha opinião. É uma cidade pequena, com pousadas, restaurantes e monastérios, cercada pelos rios Mekong e Khan. O clima da cidade é de paz total… você pode visitar as dezenas de monastérios da cidade, presenciar o ritual de oferenda de comida aos monges ao amanhecer, freqüentar alguns dos spas ou restaurantes da cidade, ou fazer passeios a cachoeiras ou trekkings nas redondezas. Aqui também você pode andar no lombo de um elefante, que eu adorei!

O clima da cidade é tão gostoso que poderia ter ficado lá uma semana…infelizmente fiquei só quatro dias. Sendo sincera, para um viajante normal, três dias é mais do que suficiente. A cidade mesmo, você conhece em um dia…é bem pequena e dá para fazer tudo a pé.

Entre os lugares para comer e beber, não perca:

- A padaria Joma (Chao Fa Ngum Rd)

- O bar Hive (Phousi Rd, Ban Aphai), um dos mais badalados. se bem que vale lembrar que tudo em Luang Prabang fecha às 11 horas. Após isso, só um boliche local que abriga vários mochileiros baladas…minha sugestão é vc terminar sua noite no Hive mesmo.

- Tum Tum Bamboo (Sisavangvong Rd)

- Utopia. Esse misto de restaurante e bar tem uma das melhores vistas da cidade. Para chegar, vá até o Hive e siga as placas até o Utopia. Não deixe de ir!!!!

Entre os monastérios, não deixe de ver o Xieng Thong e Phu Si. Esse último vale pela vista incrível dos dois rios. Também vale visitar o palácio real e passear pelas avenidas a beira dos rios Mekong e Khan.

Entre os passeios, fiz o passeio de elefante combinado com trekking pela Tiger Trail (www.laos-adventures.com). Existem várias empresas que fazem programas similares, mas optei por essa que estava entre as ecologicamente corretas e não explorava os bichinhos…

De Luang Prabang, meio traumatizada com os ônibus locais (não entre em um ônibus no Laos que não seja VIP, ou Super VIP… não é frescura… é bom senso!!!)… peguei um avião até o Camboja. Depois mando as dicas.

Beijos

Mochilada da Carol B: Sudeste Asiático I

Quem acompanhou o blog ao longo do ano passado lembra que nós tivemos várias dicas de viagem da minha grande amiga Carol B. que tirou um período sabático entre maio e dezembro de 2009. Ela nos mandou dicas de vários países asiáticos, da europa, países nórdicos… Agora ela já está de volta e está me mandando os ultimos posts que faltaram. Todos esses posts estão na Categoria Mochilada da Carol B.

Sudeste Asiático – parte 1)

Essa parte do meu sabático foi, com certeza, a mais mochileira, e mais divertida da viagem! Curti tanto que nem parei por lá para escrever as dicas! Já de volta a São Paulo e com saudades da viagem… tomei coragem para escrever sobre o final da minha aventura…

VIETNÃ: Eu adorei o Vietnã, país que onde eu passei 15 dias, após minha longa estadia em terras chinesas. Só não fiquei mais tempo por lá devido a um tufão que surgiu no meio da caminho e eu resolvi desencanar de conhecer Nha Trang, Dalat, Saigon e o delta do Mekong para curtir o sol no Laos. Assim, as dicas aqui são do norte do país até a região central. Tem muita coisa legal para ver para todo o tipo de turista… tem praia, montanha, passeios culturais…vale a pena!

Hanoi: a cidade está longe de ser bonita…é um caos, mas ainda assim eu acho que vale dar uma passada para ver como é e começar a entrar no clima da Indochina. Fora isso, Hanoi é o ponto de partida para conhecer Halong Bay e Sapa, minhas cidades favoritas

Em Hanoi, vale conhecer o old quarter, região dos hotéis mais baratos (alguns são pequenos com quartos ótimos..e tem taxas muito mais baratas no balcão do que na internet), do mercado noturno, de alguns restaurantes ocidentais muito bons e dos bares típicos de Hanoi, onde vc senta na calçada, em uns mini bancos, e toma cerveja observando o caótico movimento (atravessar a rua em Hanoi é estressante e engraçado). O Hoan Kiem Lake também é bonitinho…só fuja dos shows de water puppets, na minha opinião, um mico sem tamanho!

Para quem quer saber um pouco da cultura e história das tribos locais, o museu de etmologia é bem interessante, embora tenha muita informação “jogada”. Eu fui como preparação para minha viagem a Sapa, região montanhosa com algumas minorias etnicas.

A região do Mausoleu de Ho Chi Minh, o antigo líder comunista, é bem bonita. Vale conhecer, mas sinceramente dispensei a entrada no mausoléu.

Em Hanoi, como em todo Vietnã, ou melhor, todo Sudeste Asiático, pechinche para tudo: compras, taxi, hotel, passeios… muita gente não gosta do Vietnã porque acha que a população local quer tirar vantagem em tudo! É verdade… mas uma vez que você aceita esse fato e tenta negociar…seu humor na viagem vai melhorar!

Halong Bay: Uma baia cercada de formações rochosas super diferentes para nós, habitantes do Brasil, faz de Halong Bay um dos lugares mais lindos que visitei nesses quase oito meses de viagem. Para conhecê-lo, a melhor opção são os cruzeiros comprados nas agências de Hanoi. Existem milhares de opções, e a que vc escolher vai depender do tipo de barco que vc quer ficar. Existem pacotes a partir de USD30 para uma noite…Eu fiz, e amei, o passeio com o Hanoi Backpackers (www.hanoibackpackershostel.com) que custou USD 140 (3 dias, 2 noites). Esse albergue é o principal ponto de encontro dos viajantes pelo Sudeste Asiático. Se você não quiser fazer um cruzeiro romântico e tiver menos de 35 anos…essa é a opção. O barco é ótimo, você passeia de caiaque pela baia, visita cavernas e ainda tem opção de passar um dia (ou mais) na mini ilha privada o albergue, que é linda (só atenção que as acomodações na ilha, ao contrário das do barco, são bem simples).

Sapa: A cidade fica nas montanhas, cercada por arrozais e vilarejos de minorias vietnamitas. Para chegar aqui você vai precisar pegar um trem de Hanoi para Lao Cai (ticket pode ser comprado na estação – mais barato – ou nas milhares de agências espalhadas por Hanoi). De Lao Cai pegue  um ônibus, mini van ou motorista para Sapa. A viagem de Lao Cai até Sapa dura uma hora e meia e nem se preocupe com transfer chegando em Lao Cai, a oferta é enorme.

Sapa é ponto de partida para várias caminhadas interessantes, passando por cachoeiras e vilarejos. Para quem não gosta de andar, é possível alugar uma scooter. É bem fácil chegar nos principais pontos turisticos. Visitei a Silver Waterfall (não muito interessante) e o Ban Ho Village (vale muuuito pela cachoeira e pelo contato com os locais). Não fui até o Cat Cat village, mas ele foi muito bem recomendado.

Sapa é uma cidade mini, não muito charmosa, abarrotada de mulheres das tribos locais loucas para te vender artesanatos…não dê muita atenção senão vc não vai conseguir caminhar em paz pelo centro. Por outro lado, ignorá-las totalmente faz sua estadia em Sapa perder um pouco o sentido. Eu não dava muita bola para as mulheres do centro, mas dava toda atenção para as moradoras do vilarejo…afinal, estava “invadindo” a casa delas.

A vida noturna aqui é nula, mas você vai estar bem cansado de todas as atividades diurnas para se importar. Minha dica é usar e abusar das massagistas locais que fazem uma massagem no pé ótima e jantar em um dos restaurante gostosinhos (eu amei o italiano – o unico – no final da rua principal, chamado Delta Italian Restaurant).

Hue: Descendo de Hanoi para o sul do Vietnã cheguei a Hue. Aqui, o jeito mais fácil é pegar o trem noturno. Você também pode pegar um avião até Danang mais cinco horas de estrada até Hue…não vale a pena! Essa cidade é tombada pela Unesco, mas não fiquei encantada com o lugar.

Aqui você vai encontrar uma Citadel em má estado de conservação, algumas pagodas e pontes. É bem verdade que a chuva torrencial durante os três dias que fiquei por lá atrapalhou muito. Talvez um diazinho de sol mudasse minha impressão do lugar.

O que mais gostei, na verdade, está n caminho entre Hanoi e Hue, o tour pela DMZ, a rota de conflito da guerra do Vietnã. De Hue, você consegue fazer tours de um dia. Eu achei bem interessante…até porque é a oportunidade de ver a história contada pelos vietnamitas. Minha parte preferida foram os túneis de Vinh Moch.

Hoi Ann: Essa cidade é O ACHADO da pechincha. Bem perto de Da Nang (quem tiver pressa, pode pular Hue e voar de Hanoi para Da Nang, pegar um transfer de 1 hora e chegar em Hoi Ann).

Essa é uma cidade de praia super charmosa, com forte influência francesa que é conhecida pelos zilhões de costureiras que fazem qualquer peça de roupa, ou sapato, na sua medida em menos de 24 horas.

Fiquei chocada com a quantidade de europeus, não mochileiros, turistas normais, fazendo compras na cidade. Eu sou bem chata para comprar roupa e achei que não iria ver a menor graça na atração…mas tenho que admitir AMEI a brincadeira.

As lojas fazem tudo o que você quiser, vc pode escolher uma peça em exposição, mostrar uma roupa de catálogo ou revista de moda para copiar (sai bom, mas não perfeito… principalmente se vc mostrar a capa da Vogue… tem que ter um pouco de bom senso!), fazer a atendente desenhar o seu modelito dos sonhos (elas não são estilistas, mas uma coisa simples como um top, ou uma saída de praia, fica muito boa), ou trazer uma peça de roupa para ser copiada (melhor opção, sai perfeito). Daí escolhe qualquer tecido (se não gostar de nenhum, chore um pouco que elas te levam em outras lojas para mostrar outras opções). Eu levei uma camisa minha de grife super bacana pedi para me fazerem uma igual, mas longa, estilo chemise. Admito que me entregaram uma peça muito mais bem feita que a original, por USD10 (incluindo o tecido). Tb sai com um top de cetim por USD10, um vestido de festa por USD50… e por aí vai!

O ideal é você encomendar peças em duas ou tres lojas para não colocar todas as expectativas em um só estabelecimento. lá Eu saí de lá com 5 novas peças, e só não foram mais porque não conseguiria carregar…

A loja que eu mais gostei foi a  My Trang Fashion (503, Cua Dai St) ela é menor e está fora do centrinho…achei as roupas mais caprichadas.

Próximo destino é o Laos…mando para você amanhã!

Mochilada da Carol B. pela China: Yangshuo

YangshuoUltima parte da odisséia chinesa da Carol: Yangshuo

Deixei Yangshuo por último, a vila considerada um dos pontos altos da visita a china. Yangshuo fica a beira do Rio Li e é rodeada por montanhas de calcário. A paisagem é realmente linda, mas eu esperava mais.

Chega-se a Yangshuo por Guilin. Não vale ficar em Guilin, vá direto de lá (que tem aeroporto) para Yangshuo. O ideal é pegar um barco e fazer o cruzeiro de 4 horas pelo Rio Li. Eu resolvi ir de “bamboo raftinng”, um barco motorizado de bambo que comporta seis pessoas. Achei mais legal que ir nos barcões lotados de turistas chineses. Meus companheiros de viagem foi uma familia de chineses fofa que acabou me “adotando” pelo passeio, tiraram fotos, me convidaram para almoçar, me deixaram em Yangshuo…tudo isso sem falar uma palavra de inglês.

Yangshuo tem muitos hotéis bons. Encontrei uma amiga minha que, por coincidência, estava na cidade, que ficou no Yangshuo Montain Retreat.

O Lugar é lindo e a comida, ótima!

Entre os passeios, o ideal é alugar uma bicicleta e explorar os vilarejos locais, o centro de Yangshuo é bem sem graça…cheio de restaurantes para nós, ocidentais, e baladas impagáveis para os chineses (entre em uma só para ver qual é).

Fui até o Moon hill que é bonito e também a Moon Water Cave…a caverna, famosa por seu banho de lama, é sem gracérrima, na minha opinião! Eu nem me aventurei a entrar na lama….to fora!

De Yangshuo, peguei um ônibus até Nanning, o ponto mais próximos da região para agilizar o visto da o Vietnã (dá para fazer isso em Yangshuo, mas demora mais e custa mais caro!).

Amanhã estarei no Vietnã…e mando noticias!

Mochilada da Carol B na China: Provincia de Yunnan

yunnan_lijiang_teichNossa querida mochileira manda dicas do lugar que ela mais curtiu na China: Provincia de Yunnan

Disparado o lugar que eu mais gostei na China! Apesar de ter lugares super turísticos, como Lijiang, achei aqui as coisas mais charmosas, desde as construções, até as compras…não agüentei e comprei duas pashminas incríveis por R$25…as duas!

Em Yunnan, os principais pontos turísticos são Dali (que eu acabei não indo por falta de tempo) e Lijiang. Dá para ir para Lijiang de avião, o que é bem prático, já que a cidade é bem fora de mão dos outros pontos turísticos! Procure reservar com seu hotel o transporte do aeroporto até a cidade para não micar no aeroporto.

Lijiang está em uma região montanhosa, tem vilas super gostosas de ficar e uns passeios bem interessantes. Tente ficar nas pousadas dentro da cidade antiga, apesar de mais simples, são MUITO mais charmosas que os hotéis, localizados na cidade nova. Existem mil restaurantes legais…o ideal é se perder dentro da vila antiga e descobrir o seu restô preferido. Para tomar uma cervejinha com uma vista incrível à noite, vá no Stone Crows, esse pub é muito simples, não tem nada demais, mas a vista da cidade é imperdível.

Em Lijiang, tb vale subir o Lion Hill e entrar no Black Dragon Pool Park, super bonito, e subir o Elephant Hill, se tiver pique. Também vale alugar uma bicicleta e ir até o vilarejo de Baisha para sentir a cultura dos Naxi, a etnia local.

 Depois que você já descansou bastante em Lijiang, e quiser um pouco mais de ação, vale fazer o trekking de dois dias no Tiger Leaping Gorge. A maioria dos hotéis e pousadas deixa você largar as malas em Lijiang para fazer a caminhada. Se você quiser a companhia de outros viajantes, vá ao Mama Naxi Guesthouse e saia com a van de lá. Custa RMB 20 e eles te deixam em Qiaotou, no Jane’s Guesthouse (que tb aceita malas de viajantes, mesmo que eles não se hospedem lá). De lá, são seis horas de caminhada (contando as parada para fotos) com algumas subidas puxadas até o Halfway guesthouse, uma agradável surpresa no meio do caminho…melhor opção para vc passar a noite. Não precisa pegar guia para fazer isso, a trilha é bem sinalizada…você só precisa pegar o mapa em Lijiang para saber a ordem das pousadas no caminho e ir seguindo as indicações.

Do Halfway guest house, são cerca de três horas até o Sean’s Guesthouse, o final da trilha de dois dias. De lá, vc pode descer até o Middle Gorge, almoçar e voltar para o ponto de partida, seja o Jane’s Guesthouse, para pegar um ônibus até Shangri-la, ou contratar uma van no próprio Sean’s para te levar de volta a Lijiang.

Depois dessa mini aventura, eu ainda não fiquei satisfeita e resolvi fazer um trekking maior. Segui até Shangri-la, quase no Tibet, que também tem inúmeras opções de trekking e passeios de bike. Chegando na cidade, vc já se sente em outro país. O lugar é super rustico, mas muito astral! O templo na cidade antiga, com a roda de oração gigante, é muito legal! Em Shangri la você pode contratar tours que te levam para o Tibet. Infelizmente esse eu não fiz…

Passei um dia em Shangri-la e cedinho peguei o ônibus de 6 horas até Deqin, a cidade fronteira com o Tibet. Vá na janela do ônibus que a paisagem é linda! A cidade de Deqin é horrorosa, não passe a noite lá!

Pegue uma van (tem uma oferta enorme em frente a estação de ônibus) e, em 30 minutos, você estará em Felai Si, uma vila com pouca infra mas uma vista incrível das montanhas, incluindo o Kawa Karpo, de 6.700 metros de altura. Passe a noite em Felai Si, fotografe as montanhas aos nascer do sol, e pegue uma van que vai te levar até Xidang, onde começa uma outra trilha, na minha opinião, inesquecível, até o vilarejo de Yubeng. A trilha de 5 horas até Yubeng não é nada fácil, você sobre de 2.200 metros até um pico de 3.700 metros, são mais de três horas de subida, para depois descer até a vila. Existe a opção de você fazer a trilha de mula…mas eu acho menos charmoso!

Em Yubeng as pousadas são super simples, mas pelo menos, tem chuveiro (um luxo por aqueles lados, pode acreditar)! Em Yubeng, você pode fazer trilhas de um dia até a cachoeira sagrada (linda, linda, linda!) e cruzar com os tibetanos que vão lá fazer oferendas e se banhar. É muito diferente,  realmente vale a pena. Mas tenha em mente que são 5 horas de trilha (ida e volta) com MUITA subida na ida. Além dessa trilha, tem uma até um lago sagrado, super puxada, que eu não consegui fazer porque as chuvas recentes bloquearam o caminho. Para sair de Yubeng não tem jeito,  vc tem que andar ou pegar uma mula até Xidang e, de lá, pegar uma van até Deqin ou Shangri la. Fui direto para Shangri la, que tem aeroporto e é uma boa opção para sair da região.

Importante: em nenhuma das caminhadas que eu fiz, foi necessário levar comida, agua, ou barraca. Tem várias barraquinhas no meio do caminho e todas as paradas tem pousadas para ficar….”menos mal”..meu espirito aventureiro tem limite!

Mochilada da Carol B. na China: Shangai (Xangai)

china-shangai01A Carol manda suas impressões de Shanghai:

Se você pretende ir para Shanghai nos próximos meses, saiba que a cidade inteira está em obras…um caos. Inclusive o Bund, a região que beira o rio e tem a famosa vista para o Pudong, está fechado! O governo está “refazendo” para a Expo 2010.

Eu acho que, mesmo se tivesse tudo pronto, Shanghai não tem muita graça. Apesar de ter o prédio mais alto do mundo (pelo menos por enquanto, estão construindo um muito maior em Dubai….) o skyline de Hong Kong é muito mais impressionante. Eu acho que tem outras opções para conhecer na China e, apesar de eu não ser fã, Hong Kong é muito mais metrópole que Shanghai…entre as duas, eu fico com HK!

A cidade também não tem muitas atrações, é bem poluída e, nem precisaria dizer, lotada. Das pessoas com quem conversei durante minha estadia na China, só gostou de Shanghai quem conhecia algum expatriado morando por lá e que as ajudou com as dicas da balada. Isso eu não fiz… mas parece que a balada em Shanghai, para quem conhece os lugares certos, é ótema!

Bom, para quem quiser ir:

Eu me hospedei no Astor House Hotel , ótima localização, preço excelente, além de ter sido o primeiro hotel de Shanghai…. na frente dele tem um restaurante japonês muito bom (não lembro o nome, mas é bem em frente ao hotel, dentro do hotel Broadway Mansions).

Vale a pena subir no World Financial Center, o prédio de 101 andares no Pudong. A vista é bem bonita. Para comer, o Xintiandi (Taicang & Madang Rds) tem muitas boas opções. A Houhai Rd, na French Concession, é bem mais gostosa de andar que os shoppings da cidade, ou (na minha opinião) na tenebrosa East Nanjing Rd.

Uma observação importantíssima: mesmo em Shanghai, não adianta ter o endereço que vc quiser em letras ocidentais…peça para o concierge do hotel escrever em Mandarimonde vc quer ir, ou tenha um mapa com as ruas em Mandarim…caso contrário, vc não vai chegar onde quer ir….

Cidades perto de Shanghai: existem algumas coisas interessantes ao redor de Shaghai, como as cidades de Suzhou, Nanjing e Hangzhou. Eu só fui na ultima…onde fiquei dois dias. Para ir para lá, é só pegar o trem expresso de Shanghai e vc chega em 1hora e 40 minutos. A atração principal da cidade é o West Lake, um lago muito bonito. É uma boa opção de descanso…dá para andar de bike, fazer trekking leve nas montanhas que beiram o lago e passear pela cidade, que é enorme. Só cuidado para não ir na alta temporada, onde o lago parece mais o Parque do Ibirapuera aos domingo!!!

Mochilada da Carol B na China: Xi’Án

A3004FNossa mochileira favorita está explorando a China em seus mínimos detalhes… aqui vão as dicas de Xi´Án

Mesmo que você queira apenas ver os guerreiros terracota, reserve pelo menos duas noites na cidade…o aeroporto é longe, a cidade tem transito e os guerreiros ficam bem longe do centro. Para se hospedar, procure um hotel que fique na cidade antiga, dentro da muralha da cidade…assim você consegue ver algumas coisas a pé, sem enfrentar o transito infernal. Eu fiquei no apart hotel Citadines…excelente custo beneficio e ótima localização.

Além dos guerreiros terracota, que são impressionantes, imperdíveis, sensacionais e você precisa ver uma vez na vida… vale ver em Xi Án:

1.a muralha da cidade: a parte oeste é a mais conservada,

2.o Muslim Quarter: de preferencia a noite para ver a feira local que, apesar de turistica, foi uma das mais tipicas que eu vi na China.

Aventure-se nos restaurantes locais e faça massagem nas bibocas do bairro…muuuito mais baratas que os spas para turistas e muito boas!

A mesquita local também é bem bonita.

3. o Banpu Village: no caminho dos guerreiros terracota, para quem gosta de arqueologia…escavações de 6,000 anos atrás 4.Tumba do Imperador Qin Xi Huang…afinal, os guerreiros foram feitos para guardar esse mausoleo. Suba as escadas que a vista é linda!

Mochilada da Carol B.: Manual de sobrevivência na China

4031181443_f19487c1f3minha querida amiga “globe-trotter” Carol B. manda notícias da sua segunda estada na China. Como ela já virou uma expert em China, ela preparou um manual de sobrevivência ótimo!

Que a China é enorme e super populosa não é novidade… mas mesmo sendo nascida e criada em uma cidade enorme como São Paulo, eu estranhava. É tanta gente, tanto transito, tanto perrengue… que, às vezes, me perguntava o que estava fazendo lá! Se isso acontecer com você: tenha calma, respire fundo e siga em frente… a China é super interessante!!

Tem muita coisa bacana para ver por lá!

em geral, minhas principais dicas de sobrevivência são:

1. Evite a primeira semana de outubro: De 1. a 8 de outubro os chineses saem de férias devido a golden week (o feriadão nacional que celebra o aniversário do partido comunista). Os principais pontos turísticos ficam (mais) super lotados e tudo fica mais caro! Um mico enorme para nós, ocidentais.

2. Venha com tempo…. ou limite o número de cidades a visitar: como a China é muito grande, você demora muito tempo para ir de um lugar para outro… os aeroportos são ótimos, mas, em média, 30Km afastados do centro das cidades, o que, somado ao transito, faz vc perder de uma a duas horas indo para o aeroporto. Como ônibus e trem funcionam super bem por aqui, em alguns casos vale trocar o avião por outro meio de transporte mais popular…pode sair mais barato e, acredite, ser mais rápido! eu demorei 2 horas para ir do aeroporto de Xian até o centro dado o transito na cidade.

3. Ter mandarim básico ajuda muito! Aprender algumas palavras de comando básicas podem melhorar muito a qualidade da sua viagem. Vou escrever as palavras como eu falava (e quase sempre me entendiam…). As que me ajudaram foram:

Não quero: Wo Bui au; Oi: Ni Hau; Obrigada: Xie Xie; Vire à esquerda: Zuo zhuan; Vire à direita: Yòu zhuan;

Os números para negociar o preço das coisas.

1: i; 2: are; 3: sun; 4: sue (sc); 5: uoo; 6: lio; 7: tchi; 8: pa; 9: dio; 10: xã; de 20 a 99 é só juntar os números…por exemplo 20 é are xã.

Moeda local (RMB): cuai; Caro : Tai Gui le; Hoje: jintian; Amanha: mingtian

Não muito apimentado: buiau ta la; Arroz com vegetais: shucai chaofan (muito útil quando vc estiver morrendo de fome e só encontra lugares com menu em chines!!)

Alem disso, compre um livrinho estilo phrase book para mostrar os caracteres chineses para os locais quando ninguém te entender…eu sempre andava com meu guia Lonelly Planet debaixo do braço e ele me salvou inúmeras vezes.

4. Cuidado com excursões: Mesmo que vc contrate um motorista e guia só para você, eles são obrigados a te levar não só na Muralha da China, ou nos Guerreiros Terracota, por exemplo! Eles param em lojinhas meio mico (na minha opinião) de jade, souveniers, decoração, etc…que são “obrigatórias” aos guias cadastrados. Vc pode enfrentar o mico, e até gostar…ou tentar pagar um pouco a mais para fugir do roteiro padrão.

Se você entrar em uma excursão não privada, não tem como escapar….cuidado!

5. Meios de comunicação são limitados: por aqui não acessa, facebook, twitter, you tube…nem blogs bacanas como o tem a ver comigo. Se bater o desespero…tem um jeito de “burlar” o bloqueio em sites como https://www.securetunnel.com e www.ubint.net. Tenha paciência porque eles são lentos.

Fora isso, tem algumas coisas engraçadas e estranhas que vc percebe lá: os pratos nos restaurantes chineses nunca chegar para todos na mesma hora, os chineses realmente cospem o tempo inteiro, e q os turistas chineses são fofos e sempre dispostos a ajudar nós, ocidentais, a sair das roubadas armadas pelo pessoal do turismo na China….

Meu roteiro foi o seguinte: Beijing, Xian, Shanghai, Hangzhou, Lijiang, Shangri la, Guilin, Yangshou e Nanning. Acho que a parte que eu mais gostei foi a província de Yunnan (lijiang e shangri la, que tem oportunidades de trekking ótimas com paisagens lindas!).

bjs Carol

Mochilada da Carol B: Pequim

carol - muralha da china

durante a sua “mochilada sabática”, a Carol esteve duas vezes em Pequim (Beijing) – uma em junho e uma em outubro. Juntei as dicas dela dessas duas estadias em Pequim em um unico post!

Beijing I (junho/2009): Após Hong Kong, segui para minha ultima parada na Ásia (pelo menos por enquanto): Pequim.

Estava preparada para o caos: muito barulho, trânsito infernal, comida ruim e um problema seríssimo de comunicação!

Para quem não sabe – e eu não sabia – o mandarim não tem nada a ver com as línguas ocidentais. Os fonemas são totalmente diferentes o que faz com que seja praticamente impossível alguém te entender…mesmo que você fale palavras básicas de turista, tipo Hotel X, Credit Card (!!!), Táxi…

Bom, tirando a dificuldade da língua, (que realmente existe – já volto nesse ponto…) fiquei muito bem impressionada com Pequim. Amei a cidade e quero voltar no futuro… passei 4 dias, o que é muito pouco tempo considerando a quantidade de coisas legais para fazer na cidade!

Pequim é muito limpa (embora muito chineses sim, catarrem e cuspam na rua sem o menor pudor…), organizada, o metro é bom, os táxis são baratos, os restaurantes são ótimos, a cidade é segura e a Muralha da China está pertinho! Precisa de mais alguma coisa para colocar essa cidade na lista de próximos destinos de ferias?

Bom, depois dessa declaração de amor (juro, não esperava gostar tanto de Pequim), vamos aos aspectos práticos.

Onde ficar?

- Perto da Cidade Proibida há uma infinidade de hotéis para todos os gostos e bolsos (o Peninsula é maravilhoso e parece que o restaurante é ótimo). O metro é perto, dá para fazer muita coisa a pé…eu fiquei aqui e não me arrependo.

- Outra opção é ficar perto de Houhai, uma região que tem vários parques e restaurantes. Sugiro essa opção para quem gosta de ter uma boa pista de corrida perto (eu morri de vontade de correr as margens dos lagos… mas tive que me “contentar” com as proximidades da cidade proibida… o que sou obrigada a admitir que estava longe de ser um sacrifício!

Restaurantes que eu recomendo:

- Alameda: o dono é brasileiro e esse restaurantes foi eleito um dos melhores de Pequim por algum guia estilo “Time Out” (não auditei esse informação, mas não duvido… a comida é ótima!). Fica em Sanlitun Beijie (6417-8084; 2ª/sáb 12h/15h e 18h/00h, dom 12h/22h)

- Sambal: comida típica da Malasia. Você não dá nada para esse restaurante por fora. Ele fica numa casa em um hutong (que são as ruelas locais, que originalmente eram os cortiços…), a decoração segue esse estilo mas o lugar é charmoso e a comida, ótima! Prove o mojito… muito bom. Endereço: 43 Doufuchi Hutong, Jiugulou Dajie, Gulou

Programas que você tem que fazer:

- A cidade proibida, é obvio né?

Bom, vale também: o Summer Palace (os jardins são lindos… vá em um dia de sol), caminhar pelo bairro das embaixadas e visitar o 798 Art District (não deixe de ir!). O local era um bairro industrial que agora abriga algumas galerias de arte chinesa: ótimo para ver um pouco o que andam aprontando os novos artistas chineses, fazer umas comprinhas estilo feira hippie e tomar um café em um lugar que tem um astral ótimo. (nota: não que eu ache que a arte moderna chinesa seja incrível… mas o astral do lugar vale a visita!)

Um programa bobo, mas que eu amei, foi visitar o zoo de Pequim e ver os pandas. Muito fofos!!!

O melhor da visita: A muralha da china. É incrível, impressionante, super bacana. Perto de Pequim existem vários pontos de visita a muralha. Os mais comuns são lotados de turistas e vendedores ambulantes (nada contra: mas eu queria exclusividade na minha foto com a muralha…). Bom, o ponto que escolhemos foi o de Simatai: Fica a umas duas horas de carro de Pequim. Nós contratamos um motorista com o concierge do Novotel e ele nos levou até Simatai e ficou nos esperando para voltar! Jinsanlyn é uma caminhada de uns 10km, com muita subida e descida… mesmo que você não seja da turma dos esportes, vale o sacrifício! Você também pode vir de ônibus para cá, de excursão… eu recomendo um carro com motorista… mas pesquise em alguns hotéis. No nosso caso, o Taiwan Hotel queria nos cobrar o aluguel da van com motorista 20% a mais que o Hilton pedia para irmos de Audi A6!

Comunicação: Essa parte é meio chata, mas não é o fim do mundo. Ande sempre com um mapa da cidade que tenha o endereço das ruas em letras ocidentais (para você entender) e chinesas. Não adianta mostrar o nome de uma rua “traduzido” que os taxistas não vão te entender. Você também pode pedir para o concierge do hotel de escrever frases simples para você mostrar para as pessoas dos setores de serviço. Você se sente estúpido… mas não deixe de visitar a cidade apenas por esse contratempo!

Beijing II (outubro/2009): Passei mais uma vez por Beijing por ser a parada final da transmongoliana. Já conhecia a cidade, mas passei mais uns dias lá para meus pais conhecerem a cidade. Enfim, as dicas adicionais da cidade são:

1. O Hotel Kapok é um ótima opção entre os muitos hotéis bacanas da cidade. Fica ao lado da cidade proibida.

2. Restaurantes: o Alameda (já dei essa dica em um post passado) em Santilun é incrível! Para  comer bem e barato, o Grandma’s Kitchen, em Dongcheng (47-2 Nanchizi Dajie), tem pratos enormes e bem ocidentais…ótima pedida para quem estiver enjoado da comido chinesa.

3. Fui visitar o Lama Temple…é lindo!

4. Existem dois Summer Palaces em Beijing, o Old Summer Palace, que foi destruído e é só um jardim grande e bonito, e o Summer Palace, que faz parte da lista da Unesco de patrimônios da humanidade…tenha certeza que está no certo antes de sair do taxi!

5. Fui vistar a muralha na china no trecho de Badaling. Esse trecho é bonito também…mas bem mais “disney”. Eu acho que vale a pena tirar o dia para conhecer o trecho de Simatai…mais vazio e bonito!

6. Pegue um guia se for até as tumbas Ming…vale a pena para entender o contexto histórico.

Mochilada da Carol B.: Indo de trem de Moscou a Pequim… ferrovia trans siberiana e trans mongoliana

trans siberiana e trans mongolianagente, esse blog está chegando a lugares inacreditáveis… temos dicas até da ferrovia trans-mongoliana e trans-siberiana, que liga a Russia à China… e isso graças à minha querida amiga Carol B. que anda dando um belo rolê pelo mundo num ano sabático!

A Trans Siberiana e Trans Mongoliana

Eu adoro viagens diferentes, então decidi aproveitar meu tempo “sabático” para fazer o caminho de trem entre Moscow e Beijing, a Trans-mongoliana. São mais de 7.600 Km de trem, o que dá sete dias de viagem. Essa parte da viagem fiz com meu pai…consegui convencê-lo a encarar a aventura….

Terminada a experiência, achei muito válido. Mas quem quiser fazer tem que saber que é uma viagem de aventura…impossível ter conforto 100% do tempo! E para nós, moradores de um país tropical, a melhor época é o verão. Fiz a viagem em setembro (final do verão) e já passei frio!

Não espere gentilezas na Rússia! Na minha opinião, o povo não é nada simpático e a indústria do turismo ainda está se desenvolvendo. Nos deparamos com algumas situações meio surreais…tipo:

Chegar no hotel e ter early check in às 7 da manha, como um super diferencial! Mas…no  dia seguinte, nos pediram para fazer o check out às 7 da manha seguinte porque a diária é para 24 horas apenas…

Cobrar taxa para deixar a bagagem no hotel. Nem nas minhas estadias em albergues vi isso…

Tomar um café expresso por 80 rublos em um dia, e ser cobrado 110 na manha seguinte no mesmo hotel!

Cara feia do staff…isso é mais regra que exceção…dá a impressão que sua presença lá está atrapalhando a vida deles…

A Mongólia é diferente…o povo é super simpático e faz tudo para agradar! Eles são muito, muito pobres…mas me senti muito mais confortável aqui do que na Rússia!

Em nenhum dos dois países, no entanto, sua vida será fácil se você falar apenas inglês…então, por mais chato que seja andar com um guia a tira-colo, eles são importantes nas paradas, como Baikal e Mongólia, para evitar algumas dores de cabeça.

Não morri de amores pelo serviço da agência russa, então não vou dar a indicação. Na Mongólia, gostei bastante do serviço da Shuren Co (tel.

976-310869). A viagem inteira eu comprei com a Monkey Business, uma agência de Beijing especializada na transiberiana. Ela não vende turismo de luxo, trabalha com um segmento intermediário entre os mochileiros e a primeira classe.

Sai bem mais caro comprar o pacote pela agência, mas é muito difícil fazer todos os preparativos sozinho: o visto para Rússia é chato e não dá para comprar as passagens de trem pela internet, então acho que aqui não tem jeito….é melhor ter ajuda de uma agência (e olha que foi a primeira vez que eu fechei um pacotão com agência!).

Meu roteiro foi o seguinte:

1.Moscow a Irkutsk – 5.185Km, ou 76 horas no trem. Esse trecho é muito cansativo mas passar três dias no trem não foi tão angustiante como eu imaginava…você se acostuma com a viagem. Se você pegar os melhores trens (#2 ou #10), você pode tanto ir de primeira classe (duas camas) ou segunda (4 camas). Fui de primeira (meu pai falou que não iria dividir cabine com ninguém…) e valeu o conforto. Apesar da cabine ter o mesmo tamanho em ambas as classes, o banheiro é mais limpo e as provodnitsas, as atendentes do vagão, são mais atenciosas e pacientes.

No meu trem tinha até um chuveiro improvisado…consegui tomar banho todos os dias e lavar o cabelo…ufa! A paisagem aqui é bem monotóna…o mais divertido é conhecer as diferentes estações de trem.

O trem pára uns 20 minutos a cada 4 ou 5 horas, mais ou menos.

2.Trem de Irkutsk para Ulaanbatar – 666Km ou 32 horas no trem. Esse trecho é muito chato! A viagem dura 32 horas, das quais 8 você vai passar parada nas fronteiras da Rússia (6 horas) e Mongólia (2 horas).

É bem angustiante. O trem diario, o #362, é ruim (parece que tem um trem mais arrumadinho, acho que é o #6, mas não sei se ele é diario….vale pesquisar…). O 362 não tem primeira classe, nem vagão restaurante e nossa cabine estava suja….mas dá para aguentar…fazer o que?! O kit de sobrevivência necessário é: sopa, miojo, chá, café instantaneo e uma caneca. Prepare a sua refeição com a água quente do samovar que tem em cada vagão. Nos tb compramos pao e aqueles queijos estilo americano que não são bons mas não estragam e são faceis de comer!! Ahhh…e não esqueca a vodka, e o papel higiênico!!! O cenário aqui começa a ficar mais interessante!

3.De Ulaanbatar para Sainshand – 472 Km, ou 10 horas. Ainda na Mongolia, resolvemos fazer mais uma parada, o deserto de Gobi. O ponto de partida é a cidade de Sainshand, que é a capital da provícia e a cidade mais perto do final do mundo que eu já visitei. É muito pobre e não tem absolutamente nada na cidade! A viagem foi feita em um trem local, o #286, e foi bem razoável. Chegando perto de Sainshand você tem a visão do deserto, que é o máximo.

4.De Sainshand para Beijing – 1.079 Km ou 22 horas de trem. Essa viagem foi a melhor de todas. O trem chinês (#24) é bem organizado e na primeira classe você tem um chuveiro para cada duas cabines. É muito prático. Você também vai micar nas fronteiras, 1 hora na Mongólia e 4 horas na China. A demora na China não é por ineficiência mas sim pela troca das rodas do trem para continuar a viagem. Fique no trem para ver o processo que é bem interessante. A paisagem aqui também é a mais legal da viagem…tanto pela natureza, quanto pelo choque de sair da Mongólia, super pobre, e ver a China investindo horrores em infra-estrutura.

Quanto as paradas que fizemos durante a viagem….elas foras as seguintes:

1.Irkutsk: porta de entrada para o Lago Baikal, é uma cidade de 600 mil habitantes…reserve, no máximo, um dia para conhecer…não tem muita coisa. Em duas horas é possível ver o mais legal…o prédio da prefeitura (Pl Kirova), a margem do rio Angara e a Av. Karl Marx.

Nenhuma dessas atracões, no entanto, são pontos imperdíveis. O motivo da parada em Irkutsk é a visita ao lago Baikal. Se precisar comer na cidade, tenho três indicações: London Pub (ul. Sukhe-Batora, 7), Don Otello Cinema Café e Bier Haus (um ao lado do outro, na Av Karl Marx, 24)

2.Lago Baikal. Eu fui ver o lago pela Ilha Olkhon, que fica a umas 7 horas (de carro) de Irkutsk. Tem uma cidade mais perto para ver o lago, Listvyanka, é mais turística e tem mais infra que Olkhon Island….mas, mesmo aqui, não espere encontrar um Hyatt!

A vista a ilha foi uma aventura. Apesar de, teoricamente, a viagem demorar de 3 a 3.5 horas de carro mais meia hora de balsa, a balsa chega de uma em uma hora e não tem essa história de marcar hora….quem chega primeiro, entra primeiro! Exceção são os  moradores da ilha, que têm prioridade. O agravante é que a capacidade do ferry é de 16 carros, ou seja, você pode micar na fila…tipo Réveillon em Ilha Bela as antigas!

Outro ponto para ficar esperto: como chegar lá. O ônibus público não é um ônibus e sim uma lotação naipe Largo 13! Felizmente, fomos de carro com o nosso guia!

A vila de Olkhon é decepcionante… parece uma favela. E mesmo os hotéis arrumadinhos são bem precários. Ficamos no Lama “Resort”… fuja dele que é um buraco!

Esse trampo todo vale a pena??? SIM! A paisagem do lago é demais… especialmente em Hoboi e Shaman Cape. Então, a não ser que você seja muito fresco, encare o trampo! Aqui nós erramos no tempo da estadia… ficamos três noites… é muito! Acho que o ideal é sair de Irkutsk cedinho, chegar em Olkhon no final da tarde, passar um dia inteiro e voltar no dia seguinte. Alem da paisagem, não tem muito o que fazer.

3.Ger Camp: Perto de Ulaanbatar, nas estepes, existem varios locais para nós, turistas ocidentais, nos sentirmos um pouco nômades e nos hospedarmos em um ger. O ger é a tenda branca que os nômades montam em qualquer lugar por lá. Eu achava que minha experiência na tenda seria bem desconfortável, mas o ger surpreende. Os mongóis são super caprichosos e a parte interior do ger é uma graça! As camas de madeira são pintadas e as paredes revestidas com tecido. No meio, tem um forno a lenha, essencial para enfrentar o frio da Mongolia. E aqui faz muuuito frio. Nem pensar em vir no inverno. Enquanto estávamos no ger, presenciamos uma tempestade de neve… em setembro!! O único desconforto do ger é o banheiro…os acampamentos ocidentais tem banheiro, mas fica fora da tenda.  Nós ficamos em um acampamento chamado Shuren ger camp em Elstei. Eu recomendo! A comida, para os padrões mongóis, é ótima!!

4.Ulaanbatar: Como dito em qualquer material sobre a cidade, Ulaanbatar é realmente horrorosa e, com exceção de uma quantidade ENORME de internet cafés, um monastério e a praça central da cidade…nao tem nada aqui! A falta de recursos dos mongóis impressiona. Acho que ficar um dia aqui serve para dar uma respirada e voltar a civilização (mas não muito….). Tente se hospedar perto da avenida principal, a Peave Avenue. Fiquei no Bayangol Hotel…honesto.

5.O deserto de Gobi: É INCRIVEL! Adorei a sensação de ficar no meio do nada! Mas sofri um pouco com o frio e com a comida. Aqui vale visitar o Monastério Khamar e imediações, como as cavernas para meditações e o Shambala country (Country of Heaven). Fiquei três noites aqui, é muito tempo. Você também vai visitar uma família de nômades… eles são bem receptivos! E dá até para andar de camelo, que pé bem legal!

O ideal é chegar à noite dormir por aqui, passear no dia seguinte inteiro e ir embora cedo no dia seguinte. O deserto é demais, mas o clima é muito duro…Aqui também não tem muita opção, tem que ficar em um ger camp. Para quem gosta de um pouco mais de conforto, os acampamentos aqui estão ficando (um pouco) mais sofisticados e tem a opção de gers de luxo… são casinhas de concreto com banheiro e formato de ger.

Agora estou em Beijing…p ela segunda vez na viagem. Daqui vou viajar pela China!

Dicas de Hong Kong, por Otavia Albuquerque @Circolare

big-budah-3189Mais dicas @Circolare

Depois de Shanghai, Otavia Albuquerque dá as dicas de Hong Kong.  

Passeios:
O The Peak é o lugar mais alto de Hong Kong, com uma vista de tirar o fôlego.
Dá para ver a cidade inteira e alguns prédios super luxuosos da cidade. É um “must go”.

Giant Buddha/Po Lin Monastery – é uma estátua de Buda gigantesca. Além de linda, transmite o ar místico de lá.

Comidas:
Experimentem comer tudo o que aparece, tem muita comidinha boa na rua. Mas o importante é experimentar o “dim sum”. Além disso, vale a pena comer em pelo menos um desses lugares:

- Din Tai Fung: Chique e imperdível. Tem um menu mais requintado.
Whampoa Garden, Third Floor

Telefone: 852/2330-4886

- Hui Lau Shan: tem as melhores sobremesas de Honk Kong, com lojas por toda a cidade.
http://www.hkhls.com/

- China Club: Restaurante de tradicional comida chinesa.
12/F, The Old Bank of China Building 
Telefone: 852 25218888

Dicas de Shangai, por Otavia Albuquerque @Circolare

No site Circolare tem uma seção de dicas de viagens, restaurantes e afins chamada “Meu amigo me contou”. Lá eu vi dicas super legais de Shangai e Hong Kong…

“Otavia Albuquerque passou um mês na China e conta para os leitores do Circolare as melhores dicas de lá. O especial que montamos em três notas mostra o que fazer e aonde ir nas cidades de Shanghai, Beijing e Hong Kong.

Shanghai

Restaurantes:
M-on-the-Bund, Laris, Haiku by Hatsune, Da Marco, The Kitchen, Lost Heaven, Crystal Jade, Ding Tai Fung.

Bares:
Glamour Bar, Lounge 18, JZ Club, Brown Sugar.

A boate M1NT night club é a do momento, o lugar para ver e ser visto. Como é só para membros, se não conhecer ninguém influente por lá, pode riscar esta dica.

Programas:
Brunch domingo de manhã, programa preferido dos habitantes da cidade. O bacana é fazer o programa em um hotel 5 estrelas. O mais tradicional é o do Hotel Westin, mas que está sendo ultrapassado pelo Hyatt on the Bund.

Taikand – antigo quarteirão da cidade onde todos os artistas e boêmios passeiam, vendem arte e tomam um café. Ótimo lugar para ficar observando o movimento, enquanto toma um café depois de uma noite de balada.

- “Este lugar é realmente delicioso. Vale à pena caminhar por suas ruazinhas que são muito charmosas. É um lugar bem aconchegante e pitoresco…”

Xin Tian Di (XTD)- um quarteirão mais moderno que o Taikand Lu, cheio de cafés, restaurantes, clubs, museus, dá para passar o dia todo lá facilmente.

Suba nos arranha-céus da cidade, o Shanghai World Finance Centre (um que parece uma enorme abridor de garrafa) e o The Grand Hyatt tem vistas de tirar o fôlego.

Era Shanghai: Show de acrobacias, tipo Cirque de Soleil (http://www.era-shanghai.com/en/intro.asp;http://www.youtube.com/watch)

Se quiser sair da cidade, você pode ir até as “Water Towns” (cidades água, minis Venezas) – Tongli e Zhujiajiao (onde Tom Cruise foge no filme Missão Impossível), ou até a capital antiga de Hangzhou, destinos preferido dos turistas, o aconselhado é pegar um guia para mostrar o lugar. É um passeio que leva o dia inteiro já que as antigas cidades ficam há uma hora de Shanghai.”

Mochilada da Carol B – Hong Kong

Nossa colunista manda mais notícias do outro lado do mundo…

“Provavelmente por ignorância, eu imaginava Hong Kong uma cidade modernérrima, cosmopolitérrima, linda, interessante, uma mistura de Sidney, Rio de Janeiro e Cidade do Cabo na Ásia… acho que me desiludi um pouco! Realmente a famosa vista da ilha de Hong Kong a noite… com todos os prédios e luzes… é incrível! Mas acho que parou por ai meu encantamento!

A cidade é bem confusa e o inglês falado aqui não é dos melhores. Os restaurantes são legais, mas nada diferente do que você vê em qualquer grande metrópole. O mesmo serve para a balada… com a diferença de que, por Hong Kong ser muito mais um centro financeiro do que artístico e cultural (se comparado a Londres, NY, etc…)… a balada aqui é cheia de tigrões (ou aspirantes a) atrás das “modelos” brasileiras… e, para minha tristeza, existem muitas por lá. Achei um clima meio pegajoso, pesado… não curti muito. Mas enfim…tem gosto para tudo.

Boa fonte: http://viajeaqui.abril.com.br/indices/edicoes/conteudo_242761.shtml

Onde ficar? A maior duvida em Hong Kong é se hospedar no continente (em Kowloon) ou na própria ilha de Hong Kong. Acho que o continente só vale a pena se você for ficar nos hotéis cinco estrelas de frente para a ilha (Peninsula, Intercontinental….) que tem a vista MARAVILHOSA para a ilha. Caso contrário, acho o clima na ilha muito mais interessante… vale ficar na região Central.

Highlights:

1) A visita a Kowloon a noite: tem que ver! As oito da noite tem o show de luzes…é meio Disney…mas preciso confessar que gostei!!!

2) Ir para Landau ver a estatua do Buda gigante! Eu achei bem bacana e dah para ir de metro.

Compras?? Eu nunca na vida vi tanta loja junta! Imagine qualquer marca internacional! Pois existe loja em Hong Kong…no mínimo umas duas…na região Central (na ilha) e na Harbour City (no Continente)…sem contar o Pacific Place…outro shopping de luxo enooorme também na ilha. Mas antes das minhas amigas consumistas mudarem a rota das compras…não achei nenhuma pechincha por aqui! O que é bom, é caro… nada imperdível! Mas o consumo aqui é impressionante, parte da cultura local.

Parques? Se você gosta de um programa natureza…Hong Kong não é o seu destino. Os parques aqui são bem sem graça. Todos planejados, com pouco verde…fica aquela impressão de natureza esterilizada. Acho valido passear pelo Victoria Park de manha e ver os velinhos fazendo tai chi…muito fofos!

Balada? Não compensa ir para Wai Chai…achei a região meio decadente.

O pior programa está em Kowloon. na Nathan Road, existe um prédio chamado Chungking Mansion… eu não sei explicar o que ele é. Imagine um edifício comercial gigantesco, com dois andares de vendedores de eletrônicos e outros artigos falsificados, entre umas 8 seções de elevadores que te levam a outros andares em que você pode encontrar de tudo… albergues, agencias de turismo, igrejas… um caos!

O bairro de Lam Kwai Tong é mais legal… mas eu não encontrei o agito da vida! É divertido, cheio, tem um povo bonito… mas não animei! O Dragon-I é bem famoso, no almoço é restaurante, a noite é uma balada… achei o restaurante ótimo, já a balada… Aliás, outra dica… aqui eles adoram parecer chiques e falarem que os clubes são exclusivos… vá arrumadinho, use aquele papo brasileiro simpático (“não tenho nome na lista…vim do Brasil”… risadinha…) e mesmo esses (Play, M1nt, etc) deixam a desejar.

Nos próximos dias volto com dicas (beem mais animadas) de Pequim! A cidade é demais…amei!!!

Beijos, Carol

Mochilada da Carol B – Indonésia (parte final)

Ultimo post sobre a Indonésia – o que faltou:

Gili Islands: perto de Bali existem algumas ilhas que podem valer a visita. Nosso “time” escolheu  explorar as Gili Islands, que ficam a duas horas e meia de Bali por speed boat (muito perto da ilha de Lombok, onde dá para fazer o trekking de 3 dias ao topo do vulcão… que eu não fiz, mas falam que é incrível).

O essencial de Guili pode ser encontrado no blog da Adriana Setti, que eu já falei para você – segue o link:

Ficamos em Gili T, a maior delas (correndo, você dá a volta m 43 minutos… ou seja, não é lá muito grande), e conhecida pelo agito. a balada rola as segundas, quartas e sextas… cada dia em um bar especifico! Isso é ótimo…. não precisa nem se preocupar e pesquisar.

Aqui esqueça a tribo dos surfistas… o esporte das Guilis é o mergulho. E o preço tanto dos cursos quanto dos mergulhos é tabelado… não adianta pesquisar (o que é um alivio após passar semanas negociando tudo em Bali!)

Como a infra não é lá essas coisas (se bem que a água dessalinizada me atrapalhou menos do que eu imaginava!), recomendo ficar em um hotel legal, como o Vila Ombak e The Boathouse. A localização é ótima, perto do agito e bem freqüentado.

O que a ilha tem de bom: é maravilhosa!!!!!

E a comida, uma delicia. O restaurante do hotel boathouse…em frente a praia,tem um buffet muito bom e um atum grelhado na brasa incrível! E o preço é ridículo (menos de R$20…)

E de ruim: Não gostei muito da população local… ok, talvez eu seja uma paulista traumatizada… mas eles ficam te xavecando (sabe igual pedreiro de construção????) toda vez que você passa por eles…. e tem muito locais por toda ilha… (e quem me conhece sabe que eu sou uma pessoa muito discreta… eles fazem com toda a mulherada…). Aff…detestei!

Cuidados médicos: uma das meninas ficou com febre… e febre na Indonesia pode ser qualquer coisa, né?! Quando fomos ao único posto de saúde (que fica ao lado do VilaOmbok e é até bonitinho… escutamos a seguinte pérola do médico: “se você não sabe porque você está doente, como eu vou saber? Não posso te ajudar… “Bom, resultado é que antecipamos a volta de Guili para ter um tratamento medico um pouco mais especializado.

Fica a dica, caso alguém necessite de medico em Bali (espero que não, mas….), vá par o BMCI Hospital, em Kuta. O hospital para nós, gringos ocidentais.

(PS. A paciente foi muito bem tratada e apos uma semana de cama em bali – um desperdício – está a mil em Hong Kong!)

All in all…vale a pena ir? Vale pelo visual! Se você prefere mais infra, pode ficar em Lombok e pegar um preço pra conhecer Guili! quem ama mergulhar deve gostar mais de Guili do que eu!

Mochilada da Carol B. – Bali (III)

Nusa DuaOnde ficar em Bali: A escolha de qual parte de Bali se hospedar é difícil… Não encontrei uma opção perfeita!

- Kuta: Ficar em Kuta é como ficar em qualquer praia popular. Tem transito, a praia é ruim e a balada também não é lá essas coisas. No entanto, é aqui que ficam algumas das opções mais baratas de hospedagem e, inevitavelmente, a maior concentração de gente jovem.

- Semyniak: Um pouco mais cara que Kuta, mas com melhores hotéis, restaurantes e baladas. As ultimas, diferente de Kuta, bombam apenas no final de semana. A desvantagem é a praia, que é a continuação da praia de Kuta e também não é lá essas coisas. Mas se você gosta de agito e não se incomoda de pegar o carro e enfrentar as motocas balinesas para mudar de praia, acho que aqui é a melhor opção. Para os corredores (e eu me incluo total nessa categoria…) a praia é ótima para correr (assim como Kuta) mas acorde cedo! No final da tarde, o futebol dos meninos balineses atrapalha um pouco a corrida!

- Nusa Dua: Viagem e família ou lua de mel, fique aqui, onde estão localizados todos os resorts bacanas. Outra vantagem é que Nusa Dua fica na península de Bukit, no sul da ilha e perto de praias legais. Ponto negativo: Não tem agito e você vai se sentir como em qualquer praia bonita do mundo, sem muito contato com a cultura local. A praia é bonita, embora existam algumas muito melhores em Bali, na minha opinião.
 
sunset @ uluwatu- Praias de surf: ficar entre Ulu Watu, Padang Padang, Impossibles, Binin: o visual é incrivel, as praias são demais. Se você é surfista, nem pense em outra opção. Caso contrario, esteja preparado para praias incríveis, com hotéis e restaurantes mais simples, sem o luxo de Semyniak ou Nusa Dua. Entre essas, concordo com a Adriana Setti: Nusa Dua e Ulu Watu são incríveis, embora a segunda não seja muito confortável para a turma da canga.
 
Turismo:
 
Trekking nos vulcões: Tem algumas opções. Eu fiz a do Gunung Batur… são duas horas para chegar ao topo. Você não precisa ser muito atleta, mas como a subida é relativamente íngreme, é melhor ter um pouco de preparo físico. Eu amei, achei lindo! Valeu a pena sair do hotel as duas da manha para chegar na trilha as quatro e ao topo as 6 e ver o por do sol. Para os mais aventureiros e preparados, a trilha de 3 dias para subir o vulcão de Lombok (a ilha ao lado de Bali) é indicada. Eu não fiz, mas ouvi apenas elogios!
Visita a Ubud: É a cidade com o artesanato local… ou seja… tudo aquilo que você paga uma fortuna em São Paulo porque “é de Bali” aqui é vendido numa feira por poucos dólares. O inconveniente é que você tem que pechinchar muito! Você consegue pagar cerca de 30% do preço inicial. A ida de Kuta a Ubud é meio chatinha. Na volta nos perdemos muito (acabou a bateria do GPS… ai, ai…) e demoramos quase 3 horas para chegar ao hotel… meio chato, mas toda viagem tem perrengues né?!

 
fuel upRestaurantes/Baladas
 
Gostei bastante dos restaurantes de Semyniak, sendo que o bar/lounge/restaurante Ku de Ta é o mais legal, na minha opinião. A comida japonesa é uma delicia, os drinks ótimos, tudo funciona! Fica cheio perto do por do sol, principalmente aos finais de semana. Não chegue muito tarde porque ele estará mais vazio!
Fui na praia de Jimbaram comer peixe fresco e sinceramente não gostei muito. A comida é boa…mas o lugar é muito turístico, a praia meio suja…não é muito agradável. E você sai “defumada” por causa das 200 grelhas assando peixe, lagosta, lula, camarão…
Kuta: Não encontrei nenhuma preciosidade. O mais popular entre os mochileiros é o Tree House, em Poppies Láne. O atum grelhada é uma surpresa muito agradável. Alem dele, o pub inglês Alleycats é ótimo para os meninos sfomeados (os sanduíches são enormes) e a bebida muito barata (e com uma qualidade aceitável). Ele é bem recomendado
no trip advisor também!
Baladas: Não espere mega produções. Em Kuta, todas as baladas estão na Jalán Legian e, sinceramente, eu achei tudo beem cafona. Mas sou obrigada a admitir que eu sou beeem fresca (hééée). O que eu mais gostei foi um bar que tem uma banda de rock, chama Espresso Bar, fica do lado direito da rua. O lugar é despretensioso e reúne uma galera
mais velha e sem paciência para ouvir o ultimo hit da Rihanna ou da Britney Spears, como eu! Em Semyniak, a 500 metros do Ku de Ta, fica a Living Room, mais parecida com as baladas de São Paulo, esse lugar pode ser uma boa opção. No entanto, a freqüência não é muito estável… fomos umas 4 vezes, dois dias bons, dois ruins. Tem ainda a
double six, na Jalán Double Six, que é a maior balada daqui. Não chegue antes das duas porque vai estar vazio! E vá de taxi, se possível, o transito para parar o carro pode ser muito chato!

Mochilando pela Asia, por Carol B. – BALI (II)

carol em BaliA nossa mochileira favorita segue em Bali (tá bom aí, né Carol…) e mandou notícias depois de alguns dias… Detalhe na foto, a Carol com a camiseta branca que eu dei de birthday pra ela… o presente foi útil!!!

Bali
 
Transito: Andar por Bali deve ser a pior parte da cidade. Não me pergunte o porquê de existiram guardas de trânsito… ninguém respeita as leis, estaciona-se em qualquer lugar, anda-se na contra mão…. tem de tudo! Os balineses usam muito as motos, e não é raro você ver crianças de 10 anos dirigindo-as na cidade, levando os irmãos mais novos a tiracolo. O pior é que não tem muito como fugir dessa guerra!
As praias são longe do centro e mesmo que você resolva ficar em Nusa Dua, onde a praia é bonita e estão localizados os resorts bacanas, você vai precisar de carro para conhecer outras praias, ou ir a algum restaurante. Pense em ficar sem carro em Bali como ir para Floripa sem carro… é meio chato!

 
Nusa DuaO aluguel de carro é ridiculamente barato. Temos um jipe Suzuki (na verdade um buggy com capota!) alugado a R$9/dia com seguro (digamos que o contrato tem um estilo “la garantia soy yo”… mas enfim… faz parte da cultura local)! Mas dirigi-lo é uma das piores tarefas do dia, o transito é um caos, os mapas são horríveis… e olha que eu adoro dirigir! Se você não quiser ter esse stress, alugue um carro por motorista: é mais caro, mas acho que pode ser que compense! A gente se vira com o GPS, mas mesmo assim, passamos sufoco com as ruas que mudaram de mão, e as que simplesmente não constam no mapa! Affff

 
Mas depois desse sofrimento, quando você chega na praia, esquece o trampo que foi chegar lá e aproveita!

 
Padang PadangO “golpe do estacionamento”: Aqui também tem os famosos flanelinhas nas principais praias e cidades turísticas. Eles estão longe de ser tão assustadores quanto os paulistas, e o preço cobrado é bem barato e R$2 a R$10)… mas eu me revolto com a idéia de ser enganada… como se o pagamento fosse uma obrigação!
Então, se, por qualquer razão, você queira contornar esse problema, não vai precisar de muita habilidade…
1. pare um pouco antes do ponto de cobrança deles: Em Ulu Watu e Padang Padang, paramos a 200m da praia e não tivemos que pagar o “ingresso” cobrados dos motoristas que paravam na rua a partir dos 100m
2. Seja cara de pau. Em Ubud, o moço chegou com o ticket estacionamento (sim, flanelinha aqui tem ticket estacionamento)… falamos “no, thank you” e o cara virou as costas

3. Pergunte no hotel onde é mais fácil parar: em Balangan, perguntamos para a dona de uma pousada local onde se estacionava, e ela falou para passar a cancela do estacionamento, localizada a uns 300m da praia, e parar mais para frente. Para convencer os locais a abrir a cancela (é muita cara de pau ter cancela para um estacionamento aparentemente irregular…) falamos que íamos ao hotel perto da praia… após alguns olhares desconfiados, passamos e paramos muito mais perto da praia, e de graça.
 
Vou ficar mais uns dias aqui….depois eu mando a seção praia, balada e lugares para ficar – você pode publicar junto ou dividir em duas partes… up to you!!!

 
Bjs para você e para o Dan!! Estou com saudades do casal! Beijos Carol

Mochilando pela Asia, por Carol B. – BALI (I)

sunset @ uluwatuMinha querida amiga Carol B. mandou as seguintes dicas de Bali:

BALI (INDONESIA)

Bali é incrível, mas é muito importante se informar antesde ir para não cair em uma roubada turística.

Como amiga de blogueira, aprendi que blog é um dos melhores jeitos de fazer pesquisas de viagem. Devo o sucesso da minha estadia em Bali aos posts super uteis da jornalista e blogueira Adriana Setti, que recentemente mochilou pela Asia e escreveu um verdadeiro manual de sobrevivencia com dicas ótimas! Imprima os seus posts antes de ir para Bali e você nem precisará comprar um guia!

carol - Gili TSeguem os links do blog ”Achados” de Adriana Setti:

5 regras de ouro para se dar bem em Bali, por Adriana Setti

Bali, o essencial: quando ir, quanto custa, visto, os melhores restaurantes, por Adriana Setti

O básico de Bali em 7 dias perfeitos, por Adriana Setti

Pousadas ridiculamente boas, bonitas e baratas em Bali

Dirigir em Bali, por Adriana Setti

O melhor de Bali: os golfinhos de Lovina, por Adriana Setti

O melhor de Bali: ode ao peixe fresco de Jimbaran, por Adriana Setti

Bali alternativa: Pemuteran e Nusa Menjangan, por Adriana Setti

As lendárias praias do sul de Bali: qual é a sua? (parte 1), por Adriana Setti

As lendárias praias do sul de Bali: qual é a sua? (parte 2), por Adriana Setti

Os macacos cleptomaníacos de Bali, por Adriana Setti

O melhor de Bali: um mito, uma lenda, um lugar chamado Ulu Watu, por Adriana Setti

Fotolog: o melhor de Bali, em imagens, por Adriana Setti

Teste: qual o melhor lugar de Bali para você?

Não morra sem mergulhar em Tulamben, Bali

Bali: a felicidade por 55 reais ao dia

Mochilando pela Asia, por Carol B. – Cingapura

mais um capítulo da saga da nossa neo-mochileira Carol B. pela Asia… Agora ela fala sobre Cingapura

CINGAPURA:

Fiquei apenas dois dias mas acho que dá para ver tudo no máximo em 3 dias. Realmente a cidade é bonita, segura e tudo funciona…mas eu achei meio fake…tipo uma Asia soft para nos ocidentais…sabe aquela sensação de pousar em Miami? Pois é, achei que tinha chegado lá logo que desci.

O mais legal de Cingapura são as regiões de Colonial District e The Quays, ambas remanescentes da colonização inglesa. A região do Raffles Hotel - o “Copa” deles – é super agradável e o caminho de Raffles Place até o gigante complexos de shoppings subterrâneos é bonito.

A área chique de compras é na região de Orchard Road, onde ficam as grandes marcas. É uns 15% mais caro que nos Estados Unidos… eu achei completa, mas sem charme nenhum!

Tem também o complexo gigantesco de shoppings (Marina Bay, Citilink, Esplanade, etc) perto do Raffles Place. Sinceramente, não perca sua viagem…não tem nada!!!

To be continued… Carol B.

Mochilando pela Asia, por Carol B. – o início

Hoje inicia a coluna: Mochilando pela Ásia, por Carol B

Atendendo a pedidos…vamos lá! Adorei a sua introdução…

Bom, antes de mais nada queria fazer alguns avisos:

- Estou mochilando… portanto dicas de hotéis e restaurantes bacanas vão faltar. Talvez você deva fazer um blog pop para a minha viagem!!!!

- Apesar da minha fama de consumista (merecida) shopping também não vai ser o forte… 

- Ou seja: foco na cidade, pontos turísticos, potenciais roubadas e como chegar, ok?!

Indo para a Ásia:

- O jeito mais fácil é usar a Emirates e ir por Dubai, já que não tem vôo direto.

Eu peguei um vôo incrível, mas arriscado. Ele faz São Paulo Zurich de Swiss Air (avião velho… mas serviço razoável) e depois vai para Singapura de Singapore Airlines (um show de companhia). O vôo total dura 24 horas… mas a roubada está na conexão apertada: em Zurich tem só 1hora e 15 min de diferença entre o pouco e a decolagem… no meu caso deu certo*… mas você pode acabar passando um dia em Zurich.

* deu médio certo: minha mala ficou em Zurich e eu passei 1 dia sem mala. Mas eu sempre viajo com umas roupas na mala de mão para me prevenir…

to be continued… Carol B.