Mochilada da Carol B. pela China: Yangshuo

YangshuoUltima parte da odisséia chinesa da Carol: Yangshuo

Deixei Yangshuo por último, a vila considerada um dos pontos altos da visita a china. Yangshuo fica a beira do Rio Li e é rodeada por montanhas de calcário. A paisagem é realmente linda, mas eu esperava mais.

Chega-se a Yangshuo por Guilin. Não vale ficar em Guilin, vá direto de lá (que tem aeroporto) para Yangshuo. O ideal é pegar um barco e fazer o cruzeiro de 4 horas pelo Rio Li. Eu resolvi ir de “bamboo raftinng”, um barco motorizado de bambo que comporta seis pessoas. Achei mais legal que ir nos barcões lotados de turistas chineses. Meus companheiros de viagem foi uma familia de chineses fofa que acabou me “adotando” pelo passeio, tiraram fotos, me convidaram para almoçar, me deixaram em Yangshuo…tudo isso sem falar uma palavra de inglês.

Yangshuo tem muitos hotéis bons. Encontrei uma amiga minha que, por coincidência, estava na cidade, que ficou no Yangshuo Montain Retreat.

O Lugar é lindo e a comida, ótima!

Entre os passeios, o ideal é alugar uma bicicleta e explorar os vilarejos locais, o centro de Yangshuo é bem sem graça…cheio de restaurantes para nós, ocidentais, e baladas impagáveis para os chineses (entre em uma só para ver qual é).

Fui até o Moon hill que é bonito e também a Moon Water Cave…a caverna, famosa por seu banho de lama, é sem gracérrima, na minha opinião! Eu nem me aventurei a entrar na lama….to fora!

De Yangshuo, peguei um ônibus até Nanning, o ponto mais próximos da região para agilizar o visto da o Vietnã (dá para fazer isso em Yangshuo, mas demora mais e custa mais caro!).

Amanhã estarei no Vietnã…e mando noticias!

Mochilada da Carol B na China: Provincia de Yunnan

yunnan_lijiang_teichNossa querida mochileira manda dicas do lugar que ela mais curtiu na China: Provincia de Yunnan

Disparado o lugar que eu mais gostei na China! Apesar de ter lugares super turísticos, como Lijiang, achei aqui as coisas mais charmosas, desde as construções, até as compras…não agüentei e comprei duas pashminas incríveis por R$25…as duas!

Em Yunnan, os principais pontos turísticos são Dali (que eu acabei não indo por falta de tempo) e Lijiang. Dá para ir para Lijiang de avião, o que é bem prático, já que a cidade é bem fora de mão dos outros pontos turísticos! Procure reservar com seu hotel o transporte do aeroporto até a cidade para não micar no aeroporto.

Lijiang está em uma região montanhosa, tem vilas super gostosas de ficar e uns passeios bem interessantes. Tente ficar nas pousadas dentro da cidade antiga, apesar de mais simples, são MUITO mais charmosas que os hotéis, localizados na cidade nova. Existem mil restaurantes legais…o ideal é se perder dentro da vila antiga e descobrir o seu restô preferido. Para tomar uma cervejinha com uma vista incrível à noite, vá no Stone Crows, esse pub é muito simples, não tem nada demais, mas a vista da cidade é imperdível.

Em Lijiang, tb vale subir o Lion Hill e entrar no Black Dragon Pool Park, super bonito, e subir o Elephant Hill, se tiver pique. Também vale alugar uma bicicleta e ir até o vilarejo de Baisha para sentir a cultura dos Naxi, a etnia local.

 Depois que você já descansou bastante em Lijiang, e quiser um pouco mais de ação, vale fazer o trekking de dois dias no Tiger Leaping Gorge. A maioria dos hotéis e pousadas deixa você largar as malas em Lijiang para fazer a caminhada. Se você quiser a companhia de outros viajantes, vá ao Mama Naxi Guesthouse e saia com a van de lá. Custa RMB 20 e eles te deixam em Qiaotou, no Jane’s Guesthouse (que tb aceita malas de viajantes, mesmo que eles não se hospedem lá). De lá, são seis horas de caminhada (contando as parada para fotos) com algumas subidas puxadas até o Halfway guesthouse, uma agradável surpresa no meio do caminho…melhor opção para vc passar a noite. Não precisa pegar guia para fazer isso, a trilha é bem sinalizada…você só precisa pegar o mapa em Lijiang para saber a ordem das pousadas no caminho e ir seguindo as indicações.

Do Halfway guest house, são cerca de três horas até o Sean’s Guesthouse, o final da trilha de dois dias. De lá, vc pode descer até o Middle Gorge, almoçar e voltar para o ponto de partida, seja o Jane’s Guesthouse, para pegar um ônibus até Shangri-la, ou contratar uma van no próprio Sean’s para te levar de volta a Lijiang.

Depois dessa mini aventura, eu ainda não fiquei satisfeita e resolvi fazer um trekking maior. Segui até Shangri-la, quase no Tibet, que também tem inúmeras opções de trekking e passeios de bike. Chegando na cidade, vc já se sente em outro país. O lugar é super rustico, mas muito astral! O templo na cidade antiga, com a roda de oração gigante, é muito legal! Em Shangri la você pode contratar tours que te levam para o Tibet. Infelizmente esse eu não fiz…

Passei um dia em Shangri-la e cedinho peguei o ônibus de 6 horas até Deqin, a cidade fronteira com o Tibet. Vá na janela do ônibus que a paisagem é linda! A cidade de Deqin é horrorosa, não passe a noite lá!

Pegue uma van (tem uma oferta enorme em frente a estação de ônibus) e, em 30 minutos, você estará em Felai Si, uma vila com pouca infra mas uma vista incrível das montanhas, incluindo o Kawa Karpo, de 6.700 metros de altura. Passe a noite em Felai Si, fotografe as montanhas aos nascer do sol, e pegue uma van que vai te levar até Xidang, onde começa uma outra trilha, na minha opinião, inesquecível, até o vilarejo de Yubeng. A trilha de 5 horas até Yubeng não é nada fácil, você sobre de 2.200 metros até um pico de 3.700 metros, são mais de três horas de subida, para depois descer até a vila. Existe a opção de você fazer a trilha de mula…mas eu acho menos charmoso!

Em Yubeng as pousadas são super simples, mas pelo menos, tem chuveiro (um luxo por aqueles lados, pode acreditar)! Em Yubeng, você pode fazer trilhas de um dia até a cachoeira sagrada (linda, linda, linda!) e cruzar com os tibetanos que vão lá fazer oferendas e se banhar. É muito diferente,  realmente vale a pena. Mas tenha em mente que são 5 horas de trilha (ida e volta) com MUITA subida na ida. Além dessa trilha, tem uma até um lago sagrado, super puxada, que eu não consegui fazer porque as chuvas recentes bloquearam o caminho. Para sair de Yubeng não tem jeito,  vc tem que andar ou pegar uma mula até Xidang e, de lá, pegar uma van até Deqin ou Shangri la. Fui direto para Shangri la, que tem aeroporto e é uma boa opção para sair da região.

Importante: em nenhuma das caminhadas que eu fiz, foi necessário levar comida, agua, ou barraca. Tem várias barraquinhas no meio do caminho e todas as paradas tem pousadas para ficar….”menos mal”..meu espirito aventureiro tem limite!

Mochilada da Carol B. na China: Shangai (Xangai)

china-shangai01A Carol manda suas impressões de Shanghai:

Se você pretende ir para Shanghai nos próximos meses, saiba que a cidade inteira está em obras…um caos. Inclusive o Bund, a região que beira o rio e tem a famosa vista para o Pudong, está fechado! O governo está “refazendo” para a Expo 2010.

Eu acho que, mesmo se tivesse tudo pronto, Shanghai não tem muita graça. Apesar de ter o prédio mais alto do mundo (pelo menos por enquanto, estão construindo um muito maior em Dubai….) o skyline de Hong Kong é muito mais impressionante. Eu acho que tem outras opções para conhecer na China e, apesar de eu não ser fã, Hong Kong é muito mais metrópole que Shanghai…entre as duas, eu fico com HK!

A cidade também não tem muitas atrações, é bem poluída e, nem precisaria dizer, lotada. Das pessoas com quem conversei durante minha estadia na China, só gostou de Shanghai quem conhecia algum expatriado morando por lá e que as ajudou com as dicas da balada. Isso eu não fiz… mas parece que a balada em Shanghai, para quem conhece os lugares certos, é ótema!

Bom, para quem quiser ir:

Eu me hospedei no Astor House Hotel , ótima localização, preço excelente, além de ter sido o primeiro hotel de Shanghai…. na frente dele tem um restaurante japonês muito bom (não lembro o nome, mas é bem em frente ao hotel, dentro do hotel Broadway Mansions).

Vale a pena subir no World Financial Center, o prédio de 101 andares no Pudong. A vista é bem bonita. Para comer, o Xintiandi (Taicang & Madang Rds) tem muitas boas opções. A Houhai Rd, na French Concession, é bem mais gostosa de andar que os shoppings da cidade, ou (na minha opinião) na tenebrosa East Nanjing Rd.

Uma observação importantíssima: mesmo em Shanghai, não adianta ter o endereço que vc quiser em letras ocidentais…peça para o concierge do hotel escrever em Mandarimonde vc quer ir, ou tenha um mapa com as ruas em Mandarim…caso contrário, vc não vai chegar onde quer ir….

Cidades perto de Shanghai: existem algumas coisas interessantes ao redor de Shaghai, como as cidades de Suzhou, Nanjing e Hangzhou. Eu só fui na ultima…onde fiquei dois dias. Para ir para lá, é só pegar o trem expresso de Shanghai e vc chega em 1hora e 40 minutos. A atração principal da cidade é o West Lake, um lago muito bonito. É uma boa opção de descanso…dá para andar de bike, fazer trekking leve nas montanhas que beiram o lago e passear pela cidade, que é enorme. Só cuidado para não ir na alta temporada, onde o lago parece mais o Parque do Ibirapuera aos domingo!!!

Mochilada da Carol B na China: Xi’Án

A3004FNossa mochileira favorita está explorando a China em seus mínimos detalhes… aqui vão as dicas de Xi´Án

Mesmo que você queira apenas ver os guerreiros terracota, reserve pelo menos duas noites na cidade…o aeroporto é longe, a cidade tem transito e os guerreiros ficam bem longe do centro. Para se hospedar, procure um hotel que fique na cidade antiga, dentro da muralha da cidade…assim você consegue ver algumas coisas a pé, sem enfrentar o transito infernal. Eu fiquei no apart hotel Citadines…excelente custo beneficio e ótima localização.

Além dos guerreiros terracota, que são impressionantes, imperdíveis, sensacionais e você precisa ver uma vez na vida… vale ver em Xi Án:

1.a muralha da cidade: a parte oeste é a mais conservada,

2.o Muslim Quarter: de preferencia a noite para ver a feira local que, apesar de turistica, foi uma das mais tipicas que eu vi na China.

Aventure-se nos restaurantes locais e faça massagem nas bibocas do bairro…muuuito mais baratas que os spas para turistas e muito boas!

A mesquita local também é bem bonita.

3. o Banpu Village: no caminho dos guerreiros terracota, para quem gosta de arqueologia…escavações de 6,000 anos atrás 4.Tumba do Imperador Qin Xi Huang…afinal, os guerreiros foram feitos para guardar esse mausoleo. Suba as escadas que a vista é linda!

Mochilada da Carol B.: Manual de sobrevivência na China

4031181443_f19487c1f3minha querida amiga “globe-trotter” Carol B. manda notícias da sua segunda estada na China. Como ela já virou uma expert em China, ela preparou um manual de sobrevivência ótimo!

Que a China é enorme e super populosa não é novidade… mas mesmo sendo nascida e criada em uma cidade enorme como São Paulo, eu estranhava. É tanta gente, tanto transito, tanto perrengue… que, às vezes, me perguntava o que estava fazendo lá! Se isso acontecer com você: tenha calma, respire fundo e siga em frente… a China é super interessante!!

Tem muita coisa bacana para ver por lá!

em geral, minhas principais dicas de sobrevivência são:

1. Evite a primeira semana de outubro: De 1. a 8 de outubro os chineses saem de férias devido a golden week (o feriadão nacional que celebra o aniversário do partido comunista). Os principais pontos turísticos ficam (mais) super lotados e tudo fica mais caro! Um mico enorme para nós, ocidentais.

2. Venha com tempo…. ou limite o número de cidades a visitar: como a China é muito grande, você demora muito tempo para ir de um lugar para outro… os aeroportos são ótimos, mas, em média, 30Km afastados do centro das cidades, o que, somado ao transito, faz vc perder de uma a duas horas indo para o aeroporto. Como ônibus e trem funcionam super bem por aqui, em alguns casos vale trocar o avião por outro meio de transporte mais popular…pode sair mais barato e, acredite, ser mais rápido! eu demorei 2 horas para ir do aeroporto de Xian até o centro dado o transito na cidade.

3. Ter mandarim básico ajuda muito! Aprender algumas palavras de comando básicas podem melhorar muito a qualidade da sua viagem. Vou escrever as palavras como eu falava (e quase sempre me entendiam…). As que me ajudaram foram:

Não quero: Wo Bui au; Oi: Ni Hau; Obrigada: Xie Xie; Vire à esquerda: Zuo zhuan; Vire à direita: Yòu zhuan;

Os números para negociar o preço das coisas.

1: i; 2: are; 3: sun; 4: sue (sc); 5: uoo; 6: lio; 7: tchi; 8: pa; 9: dio; 10: xã; de 20 a 99 é só juntar os números…por exemplo 20 é are xã.

Moeda local (RMB): cuai; Caro : Tai Gui le; Hoje: jintian; Amanha: mingtian

Não muito apimentado: buiau ta la; Arroz com vegetais: shucai chaofan (muito útil quando vc estiver morrendo de fome e só encontra lugares com menu em chines!!)

Alem disso, compre um livrinho estilo phrase book para mostrar os caracteres chineses para os locais quando ninguém te entender…eu sempre andava com meu guia Lonelly Planet debaixo do braço e ele me salvou inúmeras vezes.

4. Cuidado com excursões: Mesmo que vc contrate um motorista e guia só para você, eles são obrigados a te levar não só na Muralha da China, ou nos Guerreiros Terracota, por exemplo! Eles param em lojinhas meio mico (na minha opinião) de jade, souveniers, decoração, etc…que são “obrigatórias” aos guias cadastrados. Vc pode enfrentar o mico, e até gostar…ou tentar pagar um pouco a mais para fugir do roteiro padrão.

Se você entrar em uma excursão não privada, não tem como escapar….cuidado!

5. Meios de comunicação são limitados: por aqui não acessa, facebook, twitter, you tube…nem blogs bacanas como o tem a ver comigo. Se bater o desespero…tem um jeito de “burlar” o bloqueio em sites como https://www.securetunnel.com e www.ubint.net. Tenha paciência porque eles são lentos.

Fora isso, tem algumas coisas engraçadas e estranhas que vc percebe lá: os pratos nos restaurantes chineses nunca chegar para todos na mesma hora, os chineses realmente cospem o tempo inteiro, e q os turistas chineses são fofos e sempre dispostos a ajudar nós, ocidentais, a sair das roubadas armadas pelo pessoal do turismo na China….

Meu roteiro foi o seguinte: Beijing, Xian, Shanghai, Hangzhou, Lijiang, Shangri la, Guilin, Yangshou e Nanning. Acho que a parte que eu mais gostei foi a província de Yunnan (lijiang e shangri la, que tem oportunidades de trekking ótimas com paisagens lindas!).

bjs Carol

Mochilada da Carol B: Pequim

carol - muralha da china

durante a sua “mochilada sabática”, a Carol esteve duas vezes em Pequim (Beijing) – uma em junho e uma em outubro. Juntei as dicas dela dessas duas estadias em Pequim em um unico post!

Beijing I (junho/2009): Após Hong Kong, segui para minha ultima parada na Ásia (pelo menos por enquanto): Pequim.

Estava preparada para o caos: muito barulho, trânsito infernal, comida ruim e um problema seríssimo de comunicação!

Para quem não sabe – e eu não sabia – o mandarim não tem nada a ver com as línguas ocidentais. Os fonemas são totalmente diferentes o que faz com que seja praticamente impossível alguém te entender…mesmo que você fale palavras básicas de turista, tipo Hotel X, Credit Card (!!!), Táxi…

Bom, tirando a dificuldade da língua, (que realmente existe – já volto nesse ponto…) fiquei muito bem impressionada com Pequim. Amei a cidade e quero voltar no futuro… passei 4 dias, o que é muito pouco tempo considerando a quantidade de coisas legais para fazer na cidade!

Pequim é muito limpa (embora muito chineses sim, catarrem e cuspam na rua sem o menor pudor…), organizada, o metro é bom, os táxis são baratos, os restaurantes são ótimos, a cidade é segura e a Muralha da China está pertinho! Precisa de mais alguma coisa para colocar essa cidade na lista de próximos destinos de ferias?

Bom, depois dessa declaração de amor (juro, não esperava gostar tanto de Pequim), vamos aos aspectos práticos.

Onde ficar?

- Perto da Cidade Proibida há uma infinidade de hotéis para todos os gostos e bolsos (o Peninsula é maravilhoso e parece que o restaurante é ótimo). O metro é perto, dá para fazer muita coisa a pé…eu fiquei aqui e não me arrependo.

- Outra opção é ficar perto de Houhai, uma região que tem vários parques e restaurantes. Sugiro essa opção para quem gosta de ter uma boa pista de corrida perto (eu morri de vontade de correr as margens dos lagos… mas tive que me “contentar” com as proximidades da cidade proibida… o que sou obrigada a admitir que estava longe de ser um sacrifício!

Restaurantes que eu recomendo:

- Alameda: o dono é brasileiro e esse restaurantes foi eleito um dos melhores de Pequim por algum guia estilo “Time Out” (não auditei esse informação, mas não duvido… a comida é ótima!). Fica em Sanlitun Beijie (6417-8084; 2ª/sáb 12h/15h e 18h/00h, dom 12h/22h)

- Sambal: comida típica da Malasia. Você não dá nada para esse restaurante por fora. Ele fica numa casa em um hutong (que são as ruelas locais, que originalmente eram os cortiços…), a decoração segue esse estilo mas o lugar é charmoso e a comida, ótima! Prove o mojito… muito bom. Endereço: 43 Doufuchi Hutong, Jiugulou Dajie, Gulou

Programas que você tem que fazer:

- A cidade proibida, é obvio né?

Bom, vale também: o Summer Palace (os jardins são lindos… vá em um dia de sol), caminhar pelo bairro das embaixadas e visitar o 798 Art District (não deixe de ir!). O local era um bairro industrial que agora abriga algumas galerias de arte chinesa: ótimo para ver um pouco o que andam aprontando os novos artistas chineses, fazer umas comprinhas estilo feira hippie e tomar um café em um lugar que tem um astral ótimo. (nota: não que eu ache que a arte moderna chinesa seja incrível… mas o astral do lugar vale a visita!)

Um programa bobo, mas que eu amei, foi visitar o zoo de Pequim e ver os pandas. Muito fofos!!!

O melhor da visita: A muralha da china. É incrível, impressionante, super bacana. Perto de Pequim existem vários pontos de visita a muralha. Os mais comuns são lotados de turistas e vendedores ambulantes (nada contra: mas eu queria exclusividade na minha foto com a muralha…). Bom, o ponto que escolhemos foi o de Simatai: Fica a umas duas horas de carro de Pequim. Nós contratamos um motorista com o concierge do Novotel e ele nos levou até Simatai e ficou nos esperando para voltar! Jinsanlyn é uma caminhada de uns 10km, com muita subida e descida… mesmo que você não seja da turma dos esportes, vale o sacrifício! Você também pode vir de ônibus para cá, de excursão… eu recomendo um carro com motorista… mas pesquise em alguns hotéis. No nosso caso, o Taiwan Hotel queria nos cobrar o aluguel da van com motorista 20% a mais que o Hilton pedia para irmos de Audi A6!

Comunicação: Essa parte é meio chata, mas não é o fim do mundo. Ande sempre com um mapa da cidade que tenha o endereço das ruas em letras ocidentais (para você entender) e chinesas. Não adianta mostrar o nome de uma rua “traduzido” que os taxistas não vão te entender. Você também pode pedir para o concierge do hotel de escrever frases simples para você mostrar para as pessoas dos setores de serviço. Você se sente estúpido… mas não deixe de visitar a cidade apenas por esse contratempo!

Beijing II (outubro/2009): Passei mais uma vez por Beijing por ser a parada final da transmongoliana. Já conhecia a cidade, mas passei mais uns dias lá para meus pais conhecerem a cidade. Enfim, as dicas adicionais da cidade são:

1. O Hotel Kapok é um ótima opção entre os muitos hotéis bacanas da cidade. Fica ao lado da cidade proibida.

2. Restaurantes: o Alameda (já dei essa dica em um post passado) em Santilun é incrível! Para  comer bem e barato, o Grandma’s Kitchen, em Dongcheng (47-2 Nanchizi Dajie), tem pratos enormes e bem ocidentais…ótima pedida para quem estiver enjoado da comido chinesa.

3. Fui visitar o Lama Temple…é lindo!

4. Existem dois Summer Palaces em Beijing, o Old Summer Palace, que foi destruído e é só um jardim grande e bonito, e o Summer Palace, que faz parte da lista da Unesco de patrimônios da humanidade…tenha certeza que está no certo antes de sair do taxi!

5. Fui vistar a muralha na china no trecho de Badaling. Esse trecho é bonito também…mas bem mais “disney”. Eu acho que vale a pena tirar o dia para conhecer o trecho de Simatai…mais vazio e bonito!

6. Pegue um guia se for até as tumbas Ming…vale a pena para entender o contexto histórico.

Dicas de Shangai, por Otavia Albuquerque @Circolare

No site Circolare tem uma seção de dicas de viagens, restaurantes e afins chamada “Meu amigo me contou”. Lá eu vi dicas super legais de Shangai e Hong Kong…

“Otavia Albuquerque passou um mês na China e conta para os leitores do Circolare as melhores dicas de lá. O especial que montamos em três notas mostra o que fazer e aonde ir nas cidades de Shanghai, Beijing e Hong Kong.

Shanghai

Restaurantes:
M-on-the-Bund, Laris, Haiku by Hatsune, Da Marco, The Kitchen, Lost Heaven, Crystal Jade, Ding Tai Fung.

Bares:
Glamour Bar, Lounge 18, JZ Club, Brown Sugar.

A boate M1NT night club é a do momento, o lugar para ver e ser visto. Como é só para membros, se não conhecer ninguém influente por lá, pode riscar esta dica.

Programas:
Brunch domingo de manhã, programa preferido dos habitantes da cidade. O bacana é fazer o programa em um hotel 5 estrelas. O mais tradicional é o do Hotel Westin, mas que está sendo ultrapassado pelo Hyatt on the Bund.

Taikand – antigo quarteirão da cidade onde todos os artistas e boêmios passeiam, vendem arte e tomam um café. Ótimo lugar para ficar observando o movimento, enquanto toma um café depois de uma noite de balada.

- “Este lugar é realmente delicioso. Vale à pena caminhar por suas ruazinhas que são muito charmosas. É um lugar bem aconchegante e pitoresco…”

Xin Tian Di (XTD)- um quarteirão mais moderno que o Taikand Lu, cheio de cafés, restaurantes, clubs, museus, dá para passar o dia todo lá facilmente.

Suba nos arranha-céus da cidade, o Shanghai World Finance Centre (um que parece uma enorme abridor de garrafa) e o The Grand Hyatt tem vistas de tirar o fôlego.

Era Shanghai: Show de acrobacias, tipo Cirque de Soleil (http://www.era-shanghai.com/en/intro.asp;http://www.youtube.com/watch)

Se quiser sair da cidade, você pode ir até as “Water Towns” (cidades água, minis Venezas) – Tongli e Zhujiajiao (onde Tom Cruise foge no filme Missão Impossível), ou até a capital antiga de Hangzhou, destinos preferido dos turistas, o aconselhado é pegar um guia para mostrar o lugar. É um passeio que leva o dia inteiro já que as antigas cidades ficam há uma hora de Shanghai.”