Minhas dicas de Saint Barths: bem completas (updated again)

Estivemos duas vezes em St. Barth (dezembro 2010 e carnaval 2012) e essa ilha linda do caribe virou o nosso destino favorito de praia no mundo, deixando pra trás as sensacionais duplas Capri + Positano e Mykonos + Santorini.

Vamos às dicas (e quem quiser mais dicas, sugiro muito dar uma olhada nas dicas da Paulete de St Barth que são mega completas (clica  aqui), nas do Glamurama (clica aqui) e pra quem quiser uma St Barth “barata” – vê as do Ricardo Freire (clica aqui)

– Infos básicas: Saint Barthelemy (ou Saint Barth/Saint Bart/Saint Barts para os “habitués”) é uma ilha francesa que fica bem pertinho de Saint Martin ou Saint Marteen, no Caribe.

– Como chegar: há alguns jeitos de se chegar em Saint Barth e praticamente todos passam por Saint Marteen/Saint Martin. Fiz um post explicando todos os detalhes de como se chegar lá, não deixa de ler!

– Ainda precisa de visto para os brasileiros entrarem em Saint Barth? NÃO para permanências até 90 dias.

– Moeda: A moeda oficial é euro, mas cartão de crédito é aceito em todos lugares, assim como dólar também.

–  Quando ir: os melhores meses pra ir é entre dezembro e março, quando todos os restaurantes estão abertos e é mais badalado. Tem alguns meses do ano, que por ser época de furacão no Caribe, os hotéis nem abrem (é por volta de setembro e outubro)

– Precisa alugar carro? SIM pra poder passear bastante pela ilha de um lado pro outro. Alugar @Europcar, Avis, Hertz, Top loc, etc

– Dicas de passeios e praias?

As praias mais bonitas, na minha opinião, são:
– Governeur: super rústica, sem infra nenhuma, mas tem que conhecer – é linda linda linda.
– Saint Jean: é a praia ao lado do aeroporto e é linda. Ali tem o Eden Rock, o Nikki Beach, o Tom Beach – praia bacana de ir. Vale a pena almoçar nos 3! Tanto no Tom Beach como no Nikki Beach é possível alugar espreguiçadeiras, ombrelones e tomar uns drinks na praia!
– Saline: mesmo esquema de Gouverneur – , sem infra nenhuma, mas vale conhecer!
– Flamand: é a praia do Hotel Isle de France – super bonita e vale super a pena almoçar no Hotel. Eles tem um restaurante “pé na areia” literalmente e um outro dentro do Hotel, ambos super legais e com comida ótima.
– Colombier: praia linda e a dica é ir de barco lá (é “point”), mais abaixo nesse post dou a dica de aluguel de barco
– Grand Cul de Sac: é a praia do Hotel Le Sereno – ali é bacana de ir se for almoçar no hotel ou pegar um “day use” por lá. Almoçamos lá uma vez e adoramos – o hotel é super charmoso!
– Shell Beach: também é bem bonita e tem o “Do Brazil”, bar simpático e rústico.

Dependendo da época do ano, os hotéis legais topam que você pague por um “Day use” para curtir a sua infra. Em outros só é possível visitá-los se for para almoçar ou jantar!

– Aluguel de barco: Nós alugamos o nosso barco (foto) na Jicky Marine – dá pra alugar com e sem tripulação e para o dia inteiro ou meio período. Tem tanto Motor Boat (lancha) como Sail Boat (veleiro), dos mais variados tamanhos e bolsos! Programa imperdível para poder ver St Barth de outra perspectiva – sugiro passar por Colombier, Governeur e Saline!

– Restaurantes legais pra almoçar: Nikki Beach (ótimo – tanto a comida como o astral), La Plage@Tom Beach Hotel, Hotel Le Sereno (ótimo), Hotel Isle de France (tem o restaurante “pé na areia” e o outro – comida ótima), Hotel Eden Rock (Sand Bar), Do Brazil @Shell Beach. Importante: o almoço lá é cedo até 15:30hs e depois a cozinha fecha.

– Restaurantes legais pra jantar: Os meus dois favoritos são L’Isola (italiano top) e On the Rocks @Hotel Eden Rock (comida maravilhosa). Tem também o Bagatelle (novidade – fica no porto onde era o Le Bistrô) e o Strand (ao lado do Bonito – já fomos lá 2 vezes e curtimos). Um restaurante bem conhecido e charmoso é o Bonito, mas só vale ir lá quem for alucinado por ceviche, Outro restaurante bem conhecido é o Le Ti St. Barth – fomos uma vez, mas tava bem bode. Ouvi falar que é um lugar astral, mas pelo jeito erramos o dia!). Me deram a dica (alô João e Ivo!) do Le Gaiac @Hotel Le Toiny, como sendo imperdível…No geral lá o traje é relax – dá pra ir de bermuda, dá pra ir de jean ou mais arrumado, como vc quiser – tem de tudo!

– Pra comer fora de hora: Le Creperie em Gustavia, Le Piment no Villa Créole em St. Jean (nada demais, mas é um quebra galho), Maya’s to go (em frente ao aeroporto).
Imperdívelcupcake de chocolate no Maya’s to go… E olha que eu não gosto de cupcake.

– Compras: Cartier, Hermés, Louis Vuitton, Goldfinger pra quem quer comprar Rolex, Longchamp, Patek Philippe, Calypso – multimarca famosa… E o tax free é alto (15%). Ficam em Gustavia, bem na frente do porto.

– Onde se hospedar:

* Hotéis: Os hotéis mais top são Eden Rock (foto), Isle de France, Le Sereno, Guanahani, Le Toiny. Tem tmb o Christopher, Emeraude Plage, Tom Beach, Le Banane… Na primeira vez que fomos, ficamos no Emeraude Plage e foi ótimo! Pra todo mundo que dou essa dica, adoram! O Hotel tem um ótimo custo-benefício para St. Barth (os hotéis são bem caros lá), fica na praia de Saint Jean (maravilhosa) e é bem localizado. Não tem muita mordomia (é tipo um flat), mas os quartos são chalézinhos espaçosos e bem decorados e o hotel é “pé na areia”.

* Alugar uma casa: St. Barth é cheio de casas (Villas) legais para alugar e é esse foi o nosso esquema na segunda ida (essa é a nossa casa na foto acima). Fiz um post com TODOS os detalhes sobre alugar uma casa lá – nós amamos!

Tem vários sites para alugar villas: Wimco (onde eu aluguei), St. Barth.com,  St-Barths.comSt Barts Villas (o dono é o francês Jean-Loup Ducray, super prestativo)

– Dica exxxxperta: alguns amigos tinham me alertado que é normal a mala ser extraviada a caminho de St. Barth seja no trecho Miami – St. Martin ou acontecer de ela não caber no aviãozinho de St. Martin para Saint Barth e ir só no dia seguinte… E isso de FATO aconteceu comigo nas duas vezes. Como tinham me dado a dica de levar um “kit de sobrevivência” na mala de mão (necessaire, biquíni, roupa pra jantar fora no primeiro dia, chinelo, saída de praia, etc) e  isso me salvou e economizou mau humor porque não me pegou desprevenida!

– Academia: pra quem quiser malhar durante a estadia em St Barth, lá tem uma academia bem bacana (pertinho de Gouverneur) que se chama Forma Form Fitness e o fone é 0590-27-51-23

Todas as minhas dicas de St Barth estão reunidas aqui

Como chegar em St. Barth?

Tem tantas maneiras de se chegar em St. Barth que preferi fazer um post específico sobre isso!

Todas as minhas dicas de St Barth estão reunidas aqui 

Parte 1 – chegando em St. Marteen

* Via Miami: São Paulo – Miami – Saint Marteen
Pra chegar em Miami do Brasil, o que não falta são opções (Tam, American, etc). De Miami para Saint Marteen, você pode voar de American Airlines/American Eagle ou Jet Blue. Quando fomos pela primeira vez, voamos via Miami e o inconveniente dessa alternativa para aqueles que não pretendem ficar em Miami é que se voa mais até Miami e a imigração lá é um saco.

* Via Panamá: São Paulo – Panamá City – Saint Marteen. 

Na segunda vez fomos via Panamá City voando de Copa Airlines e foi ótimo. Alguns motivos para se considerar essa alternativa: são menos horas de vôo, não precisa pegar a muvuca da imigração em Miami e o preço da passagem foi beeem camarada (mesmo voando de Executiva, que foi a unica disponibilidade que consegui). Ah, e faz parte da Star Alliance – então acumula milhas para a Tam!

– Dica boa: Existem vôos direto da Copa Airlines para Panamá City saindo de Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília, Rio, Manaus, Recife, etc – isso facilita total a vida!

Parte 2: St. Marteen – St. Barth

Você pode chegar em St. Barth de aviãozinho ou de ferry

* De avião(zinho): Tanto a St. Barth Commuter como a Winair têm vôos regulares para esse trecho e o vôo dura menos de 15 minutos. Nessa foto aí é eu de co-pilota do “teco-teco”
Dica 1) Saint Marteen tem dois aeroportos e há vôos para St. Barth saindo de ambos. A diferença? Do Princess Juliana só saem vôos para quem está em conexão, ou seja, chegou em St Marteen e já vai direto pra St Barth. E do outro aeroporto saem os demais vôos e esse aeroporto é praticamente um galpão de tão rústico e simples..
Dica 2) Pra quem for em grupo, vale a pena pensar em fazer um vôo exclusivo (charter). O avião inteiro, pela st. barth commuter, custa 800 euros para cada trecho (high season).
Dica 3) O aeroporto de St. Barth tem uma “topografia” bem peculiar e esse vôo pode dar um “medinho” em quem tem pânico de avião…
– Dica exxxxperta: alguns amigos tinham me alertado que é normal a mala ser extraviada a caminho de St. Barth – seja no trecho Miami – St. Martin (me aconteceu) ou acontecer de ela não caber (por questões de peso) no aviãozinho de St. Martin para Saint Barth e ir só no dia seguinte (também me aconteceu)… E isso de FATO aconteceu comigo nas duas vezes. Como tinham me dado a dica de levar um “kit de sobrevivência” na mala de mão (necessaire, biquíni, roupa pra jantar fora no primeiro dia, chinelo, saída de praia, etc), isso me salvou e economizou mau humor porque não me pegou desprevenida!

* De Ferry: Dá pra fazer St. Martin – Saint Barth de ferry. Nunca fiz esse trajeto de ferry – a unica coisa que sei é que é curto (40 minutos) e ouvi de muitas pessoas que chacoalha muito (roubada!)

– Ainda precisa de visto para os brasileiros entrarem em Saint Barth? NÃO para permanências até 90 dias.

Programa dos sonhos: aluguel de casa @St Barth

No meu post com o resumo das dicas de St. Barth, eu menciono sobre a possibilidade de alugar uma casa (villa) ao invés de ficar em hotel. Fizemos isso na nossa segunda ida e foi sensacional! Recomendo muito e fiz um post bem detalhado sobre isso.

Todas as minhas dicas de St Barth estão reunidas aqui

A idéia de alugar casa surgiu com as delicatessens maravilhosas que tem por lá cheias de produtos franceses e o Dan ficava com vontade de poder “petiscar” todas aquelas coisas boas que víamos para vender e que não rolava muito por estarmos em hotel na primeira vez que … Com casa isso é bacana. Olhem o nosso café da manhã em casa – delícia!!! Sem contar os happy hours com vinho rosé ou champa!!!

Tem vários sites para alugar villas: Wimco (onde eu aluguei e amei), St. Barth.com, SibarthSt-Barths.comSt Barts Villas (o dono é o francês Jean-Loup Ducray, super prestativo)

St. Barth é cheio (literalmente) de casas legais para alugar e pra quem acha que esse programa é um luxo inacessível, já aviso que alugar uma casa beeeeem legal com toda infra custa menos que ficar num hotel bacana (ver post com os hotéis de St Barth e ver post com resumo das dicas de St Barth). Tem casas de todos os preços possíveis e de todos os tamanhos possíveis.

Nós amamos ter alugado casa e provavelmente numa próxima vinda vamos optar por esse esquema de novo.

Porque curtimos?

1) Amamos o serviço da Wimco, corretora online de imóveis, que escolhemos para o aluguel. Eles nos impressionaram bem desde o início.
– O site deles é ótimo e nos ajudou na escolha inicial das casas “candidatas”. Depois rolou uma consultoria por telefone, quando uma consultora (Barbara Pierce) me ajudou a escolher a casa me falando os prós e contras das minhas candidatas e me deixando bem convicta que eu tinha escolhido bem.
– A Wimco pode te ajudar com os vôos e com o aluguel do carro (fiz sozinha essa parte)
– Quando estava chegando a hora da viagem, recebemos por correio um kit incrível com tags para as malas (adoro essas frescuras), mapa da ilha, dicas de restaurantes, lista de “Grocery and Wines + Spirits Pre Stock” (itens que gostaríamos que tivessem na nossa geladeira quando chegássemos – champa, vinho, água, queijos, comidinhas, etc), lista de aluguel de artigos de praia e piscina (cadeira, guarda-sol, prancha de surf), dica de academia de ginástica, possibilidade de agendar massagem em casa, chamar um chef pra cozinhar, etc
– O concierge da Wimco fez todas as reservas de restaurantes pra mim e foi ótimo! Facilitou a vida total!
– quando chegamos no aeroporto, tinha uma pessoa da Wimco nos esperando e ele nos recepcionou com águas e sacola de praia, nos ajudou com as bagagens, agilizou o aluguel do carro (mesmo não tendo através deles) e nos acompanhou até a casa.

2) Nossa Villa!
– A casa que alugamos era impecável: o acabamento da construção, a decoração de super bom gosto, as suítes eram maravilhosas, a casa era toda equipada com tudo do bom e do melhor – caixa de som Bose, eletrodomésticos de ultima geração, toalhas e roupas de cama maravilhosas, adaptadores de tomada pra facilitar a vida – dava a sensação que tinham lembrado de tudo)
– A Vista era uma capítulo à parte e podia ser vista de todos os cantos da casa. O visual que tínhamos era de Pointe Milou (bem em cima do Hotel Christopher) e da praia de St. Jean ao fundo. Isso dava um super astral à casa.
– Com o aluguel da casa, está incluso o serviço de arrumadeira que vem todos os dias (menos domingo)… aí sim, né? Faxina e férias não combinam!
– A Piscina era outro destaque da casa, maravilhosa e com a mesma vista que eu falei acima! Usamos um monte!

3) O esquema casa!
–  Alugar casa te permite descansar um monte, ficar jogado na sala, na piscina, fazer cafés da manhã (ou outras refeições) memoráveis com todos aqueles produtos franceses incríveis à venda nos supermercados e delicatessens. Você não precisa se restringir a um quarto de hotel!
– Fizemos altas happy hours em casa e era uma delícia!

Enfim, amamos muito esse programa todo e pretendemos repetir numa oportunidade futura!

Acho que alugar casa não é esquema para quem quer 100% mordomia, ou seja, ter o café da manhã servido, não fazer compras no supermercado ou na delicatessen, etc…