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Li por aí…

Não tenho muito o hábito de comprar revistas, apesar de adorar lê-las – a única exceção é a RG Vogue que costumo comprar. Minha principal fonte de informação pra lazer é a web com blogs e sites. De revistas, além da RG Vogue, acabo lendo aquelas que eu recebo em casa – como a do Shopping Cidade Jardim, Daslu, Lelis Blanc, etc – e as da Tam e Gol já que viajo toda semana.

Adoro separar uma reportagem/artigo que eu gosto e o ideal seria simplesmente passar o link dessa informação como faço quando leio um post que eu gosto, mas infelizmente essas infos não costumam ter disponíveis…

Bom, feita essa “intro”, decidi que vou fazer alguns posts com o nome “Li por aí” indicando matérias e coisas que eu tenha curtido… Muito na linha das recomendações online que já faço!

Espero que gostem.

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Classe, bom senso e cuidado no Mundo Virtual by RG Vogue

Hoje comprei a Vogue RG desse mês, que por sinal achei a capa bem nada a ver com 2 jogadores de futebol (Neymar e Ganso)…

La dentro tem uma materia otima (pagina 25) sobre bom senso e educação no mundo virtual no Facebook… estou com problemas nos acentos, sorry

selecionei os melhores trechos…

- no mundo virtual, as relacoes interpessoais de multiplicam exponencialmente (…). Classe, bom senso e cuidado (…) sao tao ou mais essenciais que no mundo real. Controle as teclas de seu BBM e tuite com precaução, pense duas vezes antes que seu post leve sua reputação por agua abaixo.

- no mural: trate seu mural como um megafone, ouvido por todos os seus amigos, amigos dos amigos e quem sabe por toda a net. Regule o volume e o bom senso. E pense realmente quem teria interesse em ouvir sua mensagem, e em como ela vai soar saindo da sua boca. Sera que realmente esta interessado em saber se “faz sol la fora” ou “eba – hoje eh domingo, dia de pizza???”

- inbox:  a nao ser que voce realmente queira que todos saibam, nao tem sentido marcar um chope , passar um numero de telefone, fazer uma encomenda, etc. pelo mural. A caixa de mensagem do seu inbox existe pra isso. Use-a.

- Convite: convites virtuais sao um perrengue real. Quando achavamos que tinhamos nos livrad dos spam com o junk box do email, eles viraram praga no Facebaook. Colocam uma tag numa imagem, como se fosse sua, e depois voce eh obrigado a receber um monte de comentarios sobre ela, de pessoas que voce nao conhece.

- Dislike: protesto, indignação, reclamação também pode, mas com classe e embasamento, discussão de nível so acrescenta. A internet eh o paraíso dos covardes, nao seja mais um!

- Like this: dar parabens, divulgar onde esta, uma viagem, um elogio a uma foto, um video interessante. Nao so pode como deve.

- Intimidade virtual: O Facebook eh uma rede social, entao nada mais normal do que fazer amigos, etc. (…) Mas tudo de maneira cool, tem gente que aceita qualquer convite, tem gente que so porque te cumprimentou uma vez acha que deveria ser admitido como amigo tmb. O pior, gente que acha que deveria ser aceita e que, quando nao eh, faz cara feita. Delicada essa linha entre o virtual e o real. Bom senso, sempre, ainda eh a melhor pedida. Na duvida nao ofereca amizade.

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Top 10 programinhas em Mykonos… (com adendo!)

P1010226eu tinha publicado o post abaixo em fevereiro de 2009 e agora que fui pa Mykonos, resolvi atualizá-lo:

“Hoje vi no site da Vogue RG um guia com os 10 programas mais legais para fazer em Mykonos, na Grécia

Top 10 Mykonos

Em São Paulo para apresentar as novidades do hotel Belvedere, Nikolas Ioannidis – que passa o carnaval no Rio – bateu um papo com RG e, a pedido do site, fez um Top 10 com os lugares mais-mais para jantar, tomar um drink ou apenas relaxar e curtir a estada na ilha grega.

Caprice Bar
Little Venice, Mykonos

Kiki’s
Praia de Agios Ostis, Mykonos
 
Matsuhisa
The Belvedere Hotel, School of Fine Arts District, Mykonos
 
Belvedere Bar
The Belvedere Hotel, School of Fine Arts District, Mykonos

Caprice Sea Satin Market
Metropolis Cathedral, chora Little Venice, Mykonos

Astra Bar
Matoyianni street, Mykonos

Nammos
Psarou Beach, Mykonos

Katerina’s Bar
Little Venice, Mykonos

Gola
Periferiakos, Drafaki, Mykonos”

obs. adendos: Restaurante Interni (tem em Athenas e Mykonos); Panormos Beach Bar & Restaurant @Panormos Beach (amamos a praia) e o Mamacas (que tem em athenas tmb)

obs. para ver o meu post sobre Mykonos – clica aqui

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Dica de blog: Doris Bicudo

doris bicudoHoje dei uma entradinha no blog da Simone Monte, descobri o blog ontem e ainda estou naquela fase de descobertas desse blog… E lá estava a dica do blog da Doris Bicudo que entrei e AMEI… uma delícia de ler, comentários irônicos, espontâneos, “ótemos”!!!

ambos os blogs fazem parte do site da RG Vogue

* ao lado uma foto da Doris Bicudo para nós sabermos quem é!!!

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Dicas super descoladas de NYC: Blog da Simone Monte

dando um rolêzinho pelo site da RG Vogue que eu adoro, acabei indo parar no Blog da Simone Monte - que faz parte dos blogs do site!

Encontrei umas dicas de NYC bem descoladas – as dicas em si não são novidade, mas gostei do “conjunto” delas – acho que dá um bom roteiro para quem quer badalo! segue o link desse post lá no blog da Simone Monte – sugiro dar uma olhada, cheio de fotos legais!

“Segue um roteiro de restaurantes e lugares que adorei. Pura diversão.

Pisando na cidade deve-se ir ao Rose Bar no Gramercy Park Hotel. O melhor lugar da cidade. Gente interessante e com muito estilo. Só entra se estiver com nome na lista ou se a hostess for com sua cara.

Brunch aos sábados é no Bagatelle. Imperdível. Uma farra com música muito alta em plena tarde.

Weverly Inn é o restaurante frequentado por celebridades, na entrada muitos paparazzi de plantão.

Le Bilbouquet – típico bistrot francês, bom para qualquer momento. Super pequeno e se estiver tempo bom, as mesas da calçada são minhas preferidas.

Pastis – fica aberto até as 3 da manhã, mas gosto de almoçar por lá depois de ter passeado pelo bairro.

Cipriani Downtown – Frequentado pelas modelos. Mulheres lindas, lindas.

Blue Hill – Restaurante que o Obama foi jantar outro dia. O Chef Dan Barber é um dos queridinhos de NY. Produtos orgânicos colhidos da própria fazenda. O nhoque é um sucesso da casa.

Pink Kitty Nail & Spa para relaxar e cuidar da beleza. 

Endereços:

Le Bilboquet: Upper East Side – 25 E 63rd Street New York, NY 10021
Between Madison Avenue and Park Avenue
(212) 751-3036

Bagatelle: Meatpacking District, WestVillage – 409 W 13th St
(212) 675-2400

Pastis: Meatpacking District, West Village – 9 9th Avenue
(between 13th St & Little W 12th St)
(212) 929-4844

Cipriani DowntownSoHo – 376 W Broadway New York, NY 10012
(between Broome St & Spring St)
(212) 343-0999

Blue Hill: Greenwich Village – 75 Washington Place @ Avenue Of The Americas New York, NY 10011
(212) 539-1776

Rose Bar: Flatiron, Gramercy – 2 Lexington Ave (@ Gramercy Park Hotel) New York, NY 10010
(between 22nd St & N Gramercy Park)
(212) 920-3300

Pink Kitty Nail & Spa: 728 Amsterdam Ave New York, NY 10025-6327
(212) 316-9800‎

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point londrino… Li-Lo e nós!!!!

167besteirinha pra compatrilhar… eu estava lendo o site da RG Vogue e vi que a Lindsay Lohan, durante a sua estada em London, jantou no Zuma e depois se jogou no Cuckoo Club… bem a programação que fizemos na nossa ida pra lá  – Carol B, my sister, Dri, Miló e eu … ai que hype! hahahahaha

ah, pra ver os meus posts sobre Londres – clica aqui:

* Restaurantes em Londres que eu fui
* Londres: programinhas e passeios
* Compras em Londres
* Restaurantes em Londres que me recomendaram e não tive oportunidade de ir

ps. o Cuckoo Club é uma baladinha exclusiva para “members” e seus convidados! Na época em que estávamos em Londres, a Miló estava morando lá e um amigo comum nosso nos convidou pra ir nessa balada! Foi o máximo!

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Diário de viagem RG Vogue: Patagônia

2871468_vogue_diario_vogue_334_469Hoje, durante o meu rolê pelos meus sites favoritos, encontrei as dicas do fotógrafo Alê Saraiva sobre a sua ida para o Hotel Explora na Patagônia na seção Diário de Viagem no site da RG Vogue. Olha essa foto que ele tirou! Incrível, não?

A Patagônia é uma vasta região da América do Sul, que ganhou fama pelas civilizações de ritos mágicos, seus navegantes e pioneiros. Um lugar místico relacionado à exploração. O hotel Explora Salto Chico, já ranquiado entre os top 5 no mundo, fica ali em Torres del Paine, parque nacional de mais de 240mil hectares tombado pela UNESCO. Explorar esse hotel, rodeado pelo gélido lago Pehoe, é tarefa das boas. A vista para as Cuernos del Diablo é de tirar o fôlego.
 
Um Top 10 do Explora, para futuros desbravadores:
-Se deixar levar pelo ócio e relaxar no hall do hotel, com uma das vistas mais inesquecíveis de sua vida ;
-Ocupar uma das somente 50 suítes, com lençóis egípcios, porcelana inglesa e uma barrinha de chocolate belga de boa noite;
-Desfrutar dos pratos elaborados por chefs de renome internacional – indico a terrine de lentilhas e salmão ou o ceviche de pescado com frutos do mar;
-Saborear os melhores vinhos da região, como os das Vinas Agostinos , Gracia, Porta e Veranda;
-Participar de um típico  churrasco gaúcho organizado pelo Explora para reunir seus hóspedes em uma atividade culinária num Quincho do hotel;
-Relaxar na Casa de Banho anexa ao hotel, com sauna, academia, piscina aquecida, outside jacuzzi e massagem;
-Galopar pelas planícies e montanhas que cercam o parque, em cavalgadas de 1h a 6 horas;
-Fazer a travessia pela ponte suspensa do Rio Pingo até avistar o Glaciar Grey e seus icebergs;
-Caminhar até o mirante Del Toro, avistando a fauna e flora característica local, até o receber a vista do lago Toro e da cordilheira do Andes;
-Trekking pela fenda dos AONIKENK, passando pelo lago Sarmiento até chegar nas inscrições rupestres deixadas pelos índios primitivos que habitavam a região;
-Expedição até a base das Torres, passando pelo vale do Ascencio até o acampamento Chileno, subindo o morro Paines pelas lagoas coloridas até chegar na Base da Torres.

São algumas das opções que o Explora oferece, entre mais de 25 expedições no seu cardápio. Mas o principal prêmio para os exploradores é, sem dúvida, a volta para o hotel…

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RG Vogue – Diário de Viagem: Pousada Uxuá, em Trancoso

“Conheça o novo hot spot de Trancoso… Chris Mello é sua guia

08/01/09 por Chris Mello

Vi que Fabrízio mandou notícias de Buenos Aires falando do Home. Pois é… estar em hotel, sentindo-se em casa, é tendência – e, se nesse verão eu não tivesse ficado no Uxuá, em Trancoso, bem… eu não estaria. Eu teria voltado. Imagine ficar doente num lugar úmido, bem pântano, como fica Trancoso em dias de chuva? Pois é… mas não vi nada disso. Só porque estava no Uxuá, que é um teeeeeesão. Além da ambiance incrível, você não tem que fazer amizades de verão, nem…. cruzar com absolutamente ninguém.

Acabou que depois que peguei Antrax bebendo Coca com gelo numa certa pousada, nunca mais vi ninguém mesmo, nem vi praia. Minha praia virou o Quadrado, onde fica o Uxuá. É um hotel feito de casas no…. Quadrado. Cada um no seu Quadrado…. hehehehe! O meu? A casa verdinha, incrível, que foi do Jürgen, um cigano maluquet’s que tinha ali uma comunidade hippe. Bem minha cara, já que a minha parecia uma. Bate-cabelo! Totaly private. Essa casa foi a primeira que Wilbert comprou. Wilbert Das é holandês, um querido, diretor criativo da Diesel, que meio mundo ama. É ele quem comanda os 50 estilistas que criam para Renzo Rosso – e fez do Uxuá seu projeto pessoal. Numa visita à Trancoso, se apaixonou e comprou a casa verde. Reformou para ele e, a pedidos dos locais, padronizou de acordo com as casas no estilo baiano. Quando viu tinha 9 – e um hotel. A minha, batizada Gulab Majal, tem duas salas, um mezanino, tudo super simples, low key, e muito chique, além de uma cozinha para fazer confort food ou chamar um chef para cozinhar para amigos. Se bem que hoje em dia, todo restô faz delivery no Quadrado.

Amaaaazing! Uxuá é tão incrível que, mesmo em dia de chuva, meu pé nunca ficou úmido. Não vi ninguém do staff em nenhum momento. Uxuá é coisa nova. Está pronta a parte da piscina, que é moldada em Aventurina, uma pedra que, para quem acredita, relaxa e ameniza problemas cardiovasculares. Mas vem aí um spa, com pilates e tudo mais. O melhor? O wi-fi da web bomba. E quem quiser ver “A Favorita”, chama a portaria e requisita por serviço tevê on demand. Wilbert manda entregar uma mala bem bacana com uma plasma dentro. Essa, sim, é a pousada de Trancoso que deveria ser Relais & Chateau.

Animou? Para conhecer mais e bookar uma semaninha, clique aqui.”

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Fontes legais para dicas de viagens…

Adoro dividir as minhas descobertas na web… 

Os sites que acabo sempre dando uma espiada para dicas de viagens são: seção Check-in no Glamurama, seção diário de viagem no RG Vogue, seção travel tips da NK Store, a seção Travel do NY Times, Tripadvisor (para ver se tem reclamação do hotel escolhido)… E agora descobri uma ótima fonte nova: a seção “Meu amigo me contou” do site Circolare. Basta clicar nos links acima e boa viagem!

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RG Vogue – Diário de Viagem: Courchevel

Eu que adoro colecionar uma dica de viagem bacana, encontrei hj no site da Vogue RG – seção Diário de Viagem – essa dica de Courchevel

Habitueé da pista de esqui mais elegantes do mundo, Simonte Monte contou para RG o que há de melhor para aproveitar em Courchevel, na França. Coisa de insider mesmo, confira as dicas:
Para se hospedar:

Os melhores hotéis estão ao pé das pistas, práticos porque o equipamento de esqui já fica previamente preparado. No vestiário onde ficam guardadas as botas sempre há uma pessoa para colocá-las e tirá-las. Entre as melhores opções estão: Les Airelles, Cheval Blanc, Le Saint Roch, e o La Sivoliere.

Em sua última visita à estação, Simone ficou hospedada no Le Lana: ” Fui muito bem tratada, me senti a própria Maria Antonieta”, diverte-se a globetotter.
Esqui, Spa e beauté

Mesmo quem já é expert no esporte, aulinhas de esqui sempre são bem vindas: a escola ESF (Ecole du Ski Français) é ótima para aprimoramentos. Dica: combine com um dos fotógrafos fazer clicks durante a descida. Resultado de editorial. 

Para cuidar das madeixas, que tal dar uma passada no cabeleireiro? No Le Lana fica o Claude B, ótimo local para deixar o corte em dia e finalizar com uma escova.

Regressando do dia esportivo, a pedida para relaxar é um Spa. Os hotéis de Courchevel sempre oferecem uma equipe poderosa em conjunto com alguma marca de beleza, de Givenchy a Clarins.
Compras e mais compras:

As boutiques grifadas de Courcheve são um capítulo à parte, afinal, são apenas 600 km que separam a estação de esqui de Paris. Lojas próprias de Valentino, Hermès, Christian Dior e Luis Vuitton são alguns dos hot spots dos visitantes mais shopholics.

O local favorito de Simone e a loja Avenue Montagne: Miu Miu, Dior, Pucci, Alberta Ferreti e Marc Jacobs à disposição. As jóias do Espace Diamant também fazem parte da lista.
Para os mini habitues:

O Village des enfants, da ESF, oferece boliche, patinação, games e cinema. É uma boa pedida para os pequenos.
Drinks de final da tarde:

Champagne no hotel, ou drinks em bares como o Le Bar des Airelles, ou o Bar le White.
Hora de jantar!

Reserve pela manhã ou você pode acabar comendo um sanduíche. Dois deles tem estrelas Michellin: Le bateau Ivre e Le Chabichou. O ponto de encontro é no Le Bistrot de La Mangeoire.
Sem sono?

O nightclub Les Caves , é folia certa. Simone dá a dica: “Ele abre às 11hs, mas é bom chegar lá pela 1hs da manhã. As 2h todos são só entusiasmo”.
Petit guia:

Avenue Montagne
Place du Tremplin – 73120 Courchevel 1850

ClaudeB (Le Lana Hotel)
Tel -04 79064856
http://www.lelana.com/

http://www.bijouterie-julian.com

http://www.esfcourchevel.com/

http://www.chabichou-courchevel.com

http://www.la-mangeoire.com

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RG Vogue – Diário de Viagem: Toronto

Pat Falcão em Toronto

Pat Falcão esteve em Toronto (Canadá) pela primeira vez em 2003. Morou por lá durante um ano. Cinco anos depois, Pat decidiu fazer uma nova visita a cidade que tanto lhe inspirou. O resultado do reencontro, com olhos nada turísticos, ela compartilha com RG:

“A cidade é formada por bairros ‘tradicionais’ como Chinatown e Little Italy, e até mesmo Índia Town – onde se pode encontrar saris, as típicas vestes indianas, e DVD´s made in Bollywood. Outros points imperdíveis: Greek Town e Kensington Market, com seus brechós e festivais de rua nos finais de semana.

Para os consumistas de plantão, a dica é a Queen Street West, rua de comércio ótima para os mais jovens. A área já foi mais alternativa, mas hoje tem lojas como H&M e Gap. Outro paraíso para os shoppers é a Bloor Street: Gap, Gucci, Chanel, Prada, Hermes e Holt Henfrew -  a “Sak’s” local – oferecem produtos das mais recentes coleções”.

Quer comer bem? Basta seguir o roteiro gastronômico de Pat: “Para café ou brunch, a rede belga Le Pain Quotidien tem filial na 508 Eglinton Avenue West. Já as melhores entradas são do menu do restaurante asiático Spring Rolls: peça Shrimp Tornadoe o Spring Roll. Para sanduíches e massas incríveis vá até a Toronto Street e peça uma mesa no restaurante Mercatto. Já o ‘franco-canadense’ Le Papillon oferece crepes e uma sopa de cebola imperdível para um jantar. O endereço? 69, Front Street.

Para esquecer da vida, “o ideal é fugir para a Central Island – uma ilha no Lake Ontário que tem “praias”, veleiros e muitas árvores. O skyline da cidade pode ser visto dali, e, dependendo do horário, um lindo pôr-do-sol complementa a paisagem”. 

Para fechar com chave de ouro, a livraria preferida de Pat é a Chapters: “No inverno, uma lareira é acesa e as pessoas ficam lendo enquanto a neve cai!”. Mágico, não?

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RG Vogue – Diário de Viagem: Tokio

Bebel Fioravante em Tóquio

A dona da grife Triya divide imagens e dicas sobre a capital japonesa

Bebel Fioravanti, dona da grife Triya, acabou de chegar de uma viagem bem eclética: foi à Paris para participar da feira de moda Who’s Next. Em seguida, foi se aventurar lá no outro lado do mundo. Na capital japonesa, participou de outra importante feira de moda, a Rooms.
 
À pedido de RG, Bebel dividiu suas impressões sobre Tóquio e sobre a cidadezinha de Kamakura. Bebel com a palavra: “Em Tóquio, indico o hotel em que me hospedei, o Shibuya Excel Hotel Tokyu. É do lado do cruzamento mais movimentado do mundo. Ao lado do hotel, tem várias lojinhas e um shopping perfeito para nós mulheres… fiz ótimas comprinhas ali.
 
Uma dica gastronômica: fui ao restaurante que inspirou Tarantino para as cenas de luta do filme Kill Bill. Além do visual meio kitsch/tradicional, a comida é realmente incrível. Chama-se Gonpachi, não perca…
 
Na hora da balada, a dica é uma boate incrível, chamada Womb. Quem gosta de música eletrônica, não pode deixar de ir…

Um bom passeio é dar um tempo do caos de Tóquio e rumar para Kamakura, uma cidade A 1h30min de trem da capital. É uma cidade litorânea bucólica, com templos lindos – não deixe de visitar o Hasedera Temple. Há também um Buda gigante, maravilhosos! É uma cidade inspiradora”.

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RG Vogue – Diário de Viagem: Cannes, Saint Tropez e Milão

Pedimos à consultora de estilo Fabiola Kassin que nos indicasse seus spots preferidos em Cannes, St. Tropez e Milão, roteiro que ela faz anualmente com o marido, o publicitário Erh Ray. Os dois vão à Cannes para o Festival de Publicidade; aproveitam para dar um giro por St. Tropez e aproveitar Milão. Fabiola, atenta ao trendwatching, tem ótimas dicas, acompanhe…

Em Cannes:
1. Tomar Sol no píer do Hotel Ritz Carlton. É super concorrido, porque é melhor e mais badalado do que a areia. Paga-se mais caro, mas vale a pena. Não perca o club sandwich deles… É maravilhoso!

 
2. Boa dupla: Sol e vinho Rosé para refrescar (além de ser bom e refrescante não dá ressaca!).

 
3. Cuidado, algumas festas do Festival podem ser uma roubada… Fique atento às mais descoladas. Adorei o dj londrino que tocou na festa da DDB.

 
4. Comer ostras frescas e mariscos no boteco de azulejos verdes na esquina da subida do “Pelourinho” francês, uma ruela abarrotada de bares.

 
5. A VIP é a única boate decente. É bem pequena e toca house.

 
6. Adoro comprar óculos na Solaris de Cannes. É muito descolada, acho modelos que não encontro em lugar nenhum.

 
7. O happy hour do Bar do Ritz Carlton, a partir das 18h.

 

Em St. Tropez :
1. Hospede-se no Hotel Benkirai , é maravilhoso, tranquilo e romântico… Eles têm uma piscina maravilhosa. E te levam até o centrinho da cidade de BMW ou de carrinho chinês antigo, um charme. Para quem não fala francês, a dica é ter paciência: só a gerente fala bem o inglês. E ela vai embora cedo…

 

2. Não é novidade para os freqüentadores assíduos da cidade, mas adoro comer no Ban- Hoi, restaurante vietnamita delicioso.

 

3. Se quiser tranquilidade para curtir o Sol , saia do circuito Nikky Beach e Club 55 e eleja você o seu beach-club preferido. Tem vários, um ao lado do outro, sempre lotados de gente linda, com boa música. Eu descobri o Key West, ao lado do Club 55, tem a francesada mais descolada…

 

4. À tarde, vale passear pelo centro da cidade. Todo mundo se encontra para tomar um drink nos bares, em frente à marina. É engraçado: quem está dentro dos barcos fica olhando quem está em terra firme, e vice-versa…

 

5. Balada: não vá à Biblos. É cafona, tem xeques e milionários bregas. 

 
Em Milão :
1. Vá ao Victoria, misto de restaurante e bar. Tem comida maravilhosa, uma salada caprese incrível. Tem um ar anos 20, imperdível. Faça reserva.

 
2. Hospede-se no Straf ou no Etros, são hotéis-design maravilhosos. Ficam na mesma rua, a Via San Raffaelle. O bar é descoladérrimo. Estive por lá durante a semana de moda: os bares dos hotéis ficam lotados, clima ótimo… Tipo na rua , bebericando.
3. Na esquina da Corsocomo tem uma loja descolada, um garimpo de novos estilistas da Alfa Romeo”.

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RG Vogue – Diário de Viagem: Berlim

Claudia Tannous é uma incansável trendwatcher. Antena ligadíssima. Não à toa, montou uma assessoria de negócios e producao executiva, a ATBrazil, que entre outros trabalhos cuida da estratégia de comunicação da loja de toy art Plastik e da carreira do artista plástico Sandro Akel, seu marido. Com Sandro, aliás, Claudia morou um tempo em Berlim. Foi, viveu, voltou. Há pouco, fez nova viagem pra lá. É desta que temos imagens – registros ótimos, olhar jovem, insider…

Para acompanhar as imagens, Claudia mandou para RG Vogue um apanhado de boas dicas da cidade, considerada por muitos o berço do novo hype. Façam as malas, caríssimos, Berlim vos espera:

“Clubs em Berlim:

Watergate: Gente linda. Dependendo do dia, tem os melhores DJs da cidade. Fui em uma sexta e foi ótimooo! Toda lateral do club é de vidro, com vista para um canal. Tem dois andares com dois tipos de som. Como todos os clubs em Berlim, a música é fina!

The Weekend: Fica em Alexander Platz, no coração de Berlim. São dois andares de um prédio comercial 12º e 15º. Rola todos os dias. O mais legal é que você consegue ver lá de cima quase a cidade inteira… vale a pena. Também ótimos DJs.

Dicas várias do MITTE:

O lugar mais bacana de Berlim é o MITTE (um bairro), se joga por lá e sai andando. Tem um hotel otimo lá, o Lux Hotel.

As melhores galerias tb ficam no MITTE. Na minha última viagem fui em uma que eu amei: Pool Galery. Para ver uma ótima coleçao de arte contemporânea, imperdível: Flick Collection.

Para almoçar ou jantar, uma otima pedida é o Mister Wong… Também ali no MITTE. A comida é Thai, super contemporânea, está sempre cheio de gente interessante.

Fui em um restaurante bacanérrimo…. não tenho o site, só o endereço, esse é para jantar. Depois rola uma pré baladinha lá. Fica em uma cobertura INCRÍVEL…. vale a pena:
RODEIO: Augustr, 5a, MITTE.

Berlim tem coisas escondidas, é sempre bom dar uma olhada em umas portinhas… de repente você se vê dentro do lugar mais incrível do mundo. Pode apostar em bons restaurantes, sempre são baratos. No MITTE é possivel achar todas as lojas e também os melhores brechós do mundo. Ande pela Munzstr (a rua principal do MITTE) e vire nas ruas que cortam, você vai achar muita coisa.

Duas coisas turísticas que valem a pena fazer:

1. Subir na Torre em Alexander Platz (uma bola gigante prateada e rosa). Você vê Berlim inteira lá de cima, tem que ir!

2. Pegar aqueles barcos turísticos que andam pelos canais. É legal porque dá para ver tudo, monumentos, igrejas, museus os pontos turísticos todos. Depois você seleciona os que você quer ir.

Pausa

Berlim tem muitos parques, é bom porque quando você quer dar uma relaxada é só se jogar na grama : )

O tempo

A melhor época para ir a Berlim é o verão, ou o final dele.

Essa foi minha segunda vez na cidade e estou mais apaixonada do que nunca.

BOA VIAGEM!

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RG Vogue – Diário de Viagem: Hawaii

O Hawaii é destino dos sonhos, desde os filmes de Elvis Presley. Faz parte do imaginário de amantes do surfe e da natureza, inspirados pelos cenários escapistas, perfeitos para reconectar energias e se deixar perder. RG Vogue pediu ao casal Luciano Burti e Daniela Norbert que dividissem com você, internauta, impressões e imagens deste paradisíaco destino. Aproveite a viagem…
 
Luciano e Daniela falam do Hawai:
 
“1. Para os amantes do chá-verde, o Hawaii é um ótimo lugar. Uma parada no Honolulu Coffee Co. é suficiente para conhecer vários tipos de chá, de diversos países… Hawaii, China, Japão….
 
2. Não deixe de fazer um passeio de carro pela Costa de Maui: é o mais incrível que já fizemos;
 
3. Luau em Maui: programa super tradicional. Acontece para comemorar datas como aniversário, casamentos e até reuniões. Não perca;
 
4. Alugue um carro: é utensílio imprescindível para os turistas;
 
5. Experimente o pão de banana: prato típico de Maui;
 
6. Preste atenção no pôr-do-Sol: de lá, o Sol é bem maior que aqui. E leva mais tempo também!
 
7. Shopping Honolulu: o centro de compras de Honolulu reúne grandes marcas como Louis Vuitton, Dior, Prada…
 
8. Não deixe de visitar o Templo Japonês: porque o Hawai não se faz só de praia”.

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RG Vogue – Diário de Viagem: Deserto do Atacama, Chile

Felippe Segall é quem conta: “O bacana do Atacama é entrar em sintonia com o “tempo” do deserto. Acordar cedo, fazer os passeios ou “exploraciones”, comer bem, relaxar na piscina, se preparar para mais um passeio, voltar, tomar um drink, um bom banho, jantar deliciosamente e ‘capotar’”.

O casal se hospedou no hotel Explora, um dos hypes chilenos. Oferece inúmeros passeios e trekkings sem sacrificar o conforto e sofisticação que geralmente não figuram neste contexto. As dicas de Felippe e Joanna Fleury, anote aí:

- Cactus: passeio de meio dia onde se caminha em meio a cactus milenares, que enchem os olhos.

- Guatim-Puritama: passeio de meio dia que leva a termas mornas, límpidas e transparentes; vários aperitivos deliciosos te esperam ao final

- Copa Coya: passeio de um dia inteiro, a 4300m. Paisagem incrível e inusitada. Ideal para quem está em boa forma; a caminhada tem trechos exigentes

- Cerro Toco: é emocinante chegar ao cume de um vulcão a 5600 m de altitude. É preciso estar bem aclimatado, é mais alto que o acampamento base do Everest

- As “exploraciones” a cavalo são imperdíveis. Recomendamos a cavalgada pelo Vale da Morte, com direito a galopadas nas dunas

- Lagoa Cejar: passeio de meio dia de bicicleta, pedala-se 20 km para chegar a uma lagoa de sal, de cor esmeralda, que te faz boiar

- No último dia fizemos um passeio de visual impressionante: de um “pueblecito” chamado Machuca até Rio Grande. O almoço é no meio do trajeto, numa casa abandonada

- San Pedro do Atacama é uma cidadezinha muito charmosa, com artesanato e vários barzinhos. Tem agito, mas às 0h tudo termina, o que no fundo é bom para que se tenha uma boa noite de sono para aproveitar o dia seguinte

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RG Vogue – Diário de Viagem: Croácia (2 textos)

1) A estilista Juliana Fregonesi, dona da marca Flor, é uma viajante inveterada. Adora criar coleções inspiradas nos lugares por onde passa. Seu mais novo destino foi a longínqua Croácia. À pedido de RG Vogue, Juliana gentilmente compartilha seu diário de viagem. Imagens e dicas valiosas, que você lê aqui:
 
“A ilha mais bacana da Croácia chama-se Hvar. Você pega um vôo para Split de vários lugares (Madri, Londres, Milão…). Chegando lá, pega um barco que faz o trajeto Split-Hvar.
 
Hvar é linda, uma ilha super charmosa. As construções são todas de pedra. Há ruelas estreitas e uma praça grande com uma feira de artesanatos, bares, restaurantes, lojas… Tem 2 hotéis-boutique, o Adriana e o Riva. Ambos são pequenos, super bem localizados e descolados. No Adriana tem um spa maravilhoso, com todas as massagens, tratamentos… E até aulas de yoga e pilates. Para todos os gostos.
 
Para ver o pôr do Sol mais lindo, vá no Hula Hula. É um restô/bar. A dona é uma figura, rola um som maravilhoso e champagne no fim de tarde. Em Hvar tem vários restaurantes gostosos, indico o Luna, o Mocondo e o Palladini. Para quem gosta de noite, tem o Carpe Diem, que sempre tem um dj bacana. E a boate Veneranda, que é num castelo antigo, meio escondida, muito bacana também.
 
Em volta de Hvar, há várias outras ilhotas que vale a pena conhecer. Para isso, alugue um barco/lancha com uns amigos e passe o dia nessas ilhas no mar Adriático. A água é transparente, já que o fundo do mar é repleto de pedras brancas. Lindo. As praias também são cheias de pedras.
 
Enfim, acho que é isso. Vale muito conhecer”!

2) JP Siqueira Lopes, Valéria Mendonça, Fernandinho Simões, Mariana e Renata Basile e Bianca Parrela escolheram a Croácia para passar o verão europeu – e passaram as quentes para RG.
 
Os roteiros escolhidos foram Split, Hvar e Dubrovnik, no estado de Dalmácia.
 
Começamos por Split, onde o Imperador Dioclécio do Trium Virato romano, encantado com as praias de águas quentes e a imensa paisagem rural, mandou edificar um grandioso palácio de férias junto ao mar. Esse castelo é a principal atração turística da cidade e comporta hotéis, bares e lojas… Os restaurantes mais bacanas são o Sperum e o Fife, os dois típicos croatas. O primeiro é um pouco mais arrumado e o segundo mais despojado, com mesas de madeira rústica coletivas. Depois do jantar, é obrigatório degustar a bebida típica rakia – para os fortes de copo. A pracinha central de Split também tem boas opções de cafés… O hotel escolhido foi o Slavija, bem localizado e com bom atendimento.
 
Na Ilha de Hvar, colonizada pelos gregos, o Hotel Riva é a melhor opção: os quartos são super confortáveis e a decoração praia chic é linda… Para esquentar a noite, o drink rola no badalado Carpe Diem – onde o som é muito bom -, e em seguida a noitada é no Eveneranda, que tem uma vibe meio Sirena, mas mais descolada. Outra dica preciosa é a galeria de arte Minimal, com trabalhos maravilhosos de fotógrafos croatas.
 
Conhecida como “a pérola do Adriático”, Dubrovnik é o balneário croata que mais atrai turistas (alemães, franceses e italianos). Nos anos 80, foi reconhecido como patrimônio mundial pela UNESCO. O restaurante e lounge Gil’s, que fica em cima da Old Town, é imperdível. A comida contemporânea e experimental é regada a drinks deliciosos – nós escolhíamos sempre daikiri de morango. Outro hot spot é o East and West que de manhã e de tarde é um lounge e a noite vira balada. O Collio é uma opção legal para o esquenta…Para jantar, o Dubravacka, pizzaria e lounge que tem uma comida ótima e uma vista privilegiada para a Old Town, a cidade rebaixada com muralhas muito bem conservadas e arquitetura medieval, renascentista e barroca do século 14.
 
Uma observação: a língua e a moeda locais são um pouco difíceis, mas a beleza natural, a alta gastronômia e o charme despretensioso de um país pouco explorado e muito rico culturalmente fazem a viagem valer muito a pena…

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RG Vogue – Diário de Viagem: Saint Tropez

Adriana Bittencourt é expert em Saint Tropez: há mais de 10 anos passa seus verões por lá. Anote ótimas dicas para aproveitar o paraíso:

  • Hospede-se no Le Yaca, é super exclusivo. Me sinto em casa.  
  • Vá à praia no Club 55. Almoce lá mesmo, imperdível!  
  • No fim da tarde, a parada é o Nikki Beach, todo mundo se encontra para ouvir o DJ Mitchu e tomar Rose Chateau Minuty…
  • Parada obrigatória: no Senéquier, você vê os barcos e descobre quem está na cidade. Tome um Perrier à la Ment.
  • Faça compras na Les Soleil des Saint Tropez; tem coisas minhas!
  • Leve pra casa as músicas da temporada na loja Rapsodie
  • Vá jantar no L´Escale. O charme vai além do chão de areia branca.
  • Dance com o top DJ Jack-E na Les Caves du Roi. E dê uma esticadinha na Vip Room, boate de John Rock.

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RG Vogue – Diário de Viagem: Petra, na Jordânia

Resolvi salvar essa dica em especial porque o meu irmão, Chris, foi para lá no ano passado: vi as fotos e achei demais! Quem sabe um dia?!

RG Vogue gentilmente conseguiu imagens da viagem do simpaticíssimo casal Elida e Ronaldo Blumenthal para Israel e Jordânia. Casados há tempos, eles compartilham um lifestyle aventureiro, que inclui até roteiros de surf (eles são donos da marca de óculos Spy). Nossos globetrotters contam um pouco sobre a experiência em Israel e na Jordânia, viagem que fizeram em 2007. Elida com a palavra:
 
“Nós fizemos primeiro Israel, uma viagem muito interessante, com aspectos históricos fascinantes. Nosso foco porém era Petra. Pegamos um vôo de Tel Aviv até Eilat (sul de Israel), às margens do Mar Vermelho. Fomos de carro do centro de Eilat até a fronteira com a Jordânia, um trajeto que durou uns 20 minutos. No caminho, dá para ver onde está o túmulo do irmão do Profeta Moisés, muito importante para aquele povo. Seguimos, com um guia, até Petra, em cerca de 2h30 de carro. Foi cansativo, fizemos um bate e volta… Para brasileiros, é necessário visto para a Jordânia. Mas é rápido e fácil de conseguir.
 
Adoro a foto do magnífico templo Al-Khazna, que foi considerado uma das sete novas maravilhas do mundo. Muitos o chamam de “O Tesouro”. Petra é uma beleza. Atrás deste templo existem outros menores. Todo o caminho só pode ser feito a pé, de camelo ou cavalo – por isso, prepare-se: sapatos confortáveis, água e chapéu…
 
Outra imagem muito famosa é a passagem entre duas montanhas que vislumbra o templo o templo ao fundo; chama-se As-Siq.
 
É também emocionante andar de burrinho nas pedras, subindo, para ter uma visão melhor de toda a região. Há dois restaurantes locais, com comidas típicas árabes, um deles dentro de uma rocha… nada de mais, mas a comida é boa.
 
A cidadezinha não tem nada para fazer… há somente poucos hotéis. Tudo é realmente voltado para a visita aos templos e a caminhada pelas ruínas… uma experiência mágica, maravilhosa! Amamos!”

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RG Vogue – Diário de Viagem: Ásia

O flerte com a Ásia é marca indiscutível do trabalho da designer Cecilia Echenique. Suas criações sempre olharam para o Oriente, para a Austrália, para etnias avessas ao Ocidente. As viagens sempre foram motor do trabalho de Echenique. A mais recente, um giro por países da Ásia, você acompanha aqui. Cecilia conta suas impressões, veja só:
 
“Viajar para a Asia é sempre uma experiência indescritível. É muito difícil a comunicação com os orientais, por isso indico viajar através de uma agência especializada, como a Highland. Primeiro fui para Pequim. Uma cidade frenética, com muitas luzes, neons e muitas lojas de invenções tecnológicas. Vá até a muralha da China e à Cidade Proibida, reduto da corte chinesa por duas dinastias.
 
Após dois dias, voei para Lhasa, capital do Tibet. A partir daí a viagem se transforma em templos, budas e colírios. Turquesas, corais, figurinos coloridos e impensáveis por nós ocidentais… Fui ao palácio de verão de Dalai Lama e ao Drepung, o maior monastério budista tibetano do mundo. Os monges são muito receptivos. A aventura começou na travessia de Lhasa até o Nepal pelos Himalayas, de jipe.  As cidades mais legais para se parar no caminho são: Gyantse (antiga rota da China), Shygatse (interior do Tibet), Xegar (o teto do mundo) e Jangmu (o monte Everest fica ali). Apesar da fama, a cidade de Kathmandu não vale a pena, a não ser que se façam os passeio nas trilhas ou os Safaris; a cidade é mutio suja.

Butão é lindo. Um pais monárquico, tudo funciona, é limpo e civilizado. É a Asia européia. As cidades para se visitar são: Paro e Timpu. Depois, dê uma esticada  até a antiga Birmânia, hoje Myanmar. É fantástico, pois é mais úmido e isso traz um alívio incrível depois de tantas regiões secas. Vá à cidade flutuante de Inle Lake. Conheça também Heho, Bagan e Yangon.
 
Com certeza, o Tibet e Myanmar foram os pontos altos da viagem”!

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RG Vogue – Diário de Viagem: África do Sul

A designer Pat Falcão, sempre que pode, viaja em busca de novas paisagens, pessoas, culturas e inspirações para seu trabalho. Em viagem recente, esteve na África do Sul, onde visitou Capetown, Sun City e seus arredores. À convite de RG Vogue, ela revela boas dicas de viagem e detalhes imperdíveis. Boa viagem:

 

“A chegada na África do Sul é por Johannesburg, de onde se vai de carro para Sun City. No caminho passa-se em Pretoria, Capital Administrativa da África do Sul. Sun City é, na verdade, um complexo turístico que inclui cassino e um centro de entretenimento. É lá que fica o The Palace, o famoso hotel 6 estrelas. É kitch, bem no estilo Las Vegas, vale como curiosidade.

 

Por lá, recomendo o safári nas costas dos elefantes e o safári de balão, passeios imperdíveis que devem ser marcados com antecedência, sempre lotados. Agende aqui. Visite o Predators World e o Lions Park, parques onde é possível ter contato com os filhotes dos leões.

 

De Sun City, fomos para Cape Town, que é dividida entre a área do porto, onde se encontram hotéis e um comércio simpático, o centro, com museus, feirinhas e lojas, e a área das praias, onde as baladinhas e a beleza natural e são o foco… Mas não se anime, pois a temperatura da água, mesmo no verão, não passa de 7°C. É praia para ver. Para admirar a vista, suba de bondinho a Table Mountain, uma montanha que divide a cidade. Deslumbrante.

 

Atenção: a segurança pode ser um problema, é importante se informar no hotel sobre horários e lugares seguros para se andar a pé à noite.

 
Algumas dicas de Cape Town:

 

Vinícolas

Recomendo as regiões de Stellenbosch e Franschhoek. Parta de carro de Cape Town pela manhã e passe o dia de vinícola em vinícola, degustando os rótulos. Almoce no La Petite Ferme, pratos maravilhosos. De preferência, sente-se na varanda. Para o final da tarde, conheça a Huguenot Street, ruazinha de comércio charmosa no centro de Franschhoek.

 

Café Caprice

Victoria Road, 37

Café e restaurante de frente para o mar em Camps Bay. Sempre cheio de gente bonita e cool. A dica é ver o pôr do sol em uma das mesinhas da varanda.

 

Belthazar

Victoria Wharf, 153

Restaurante na área portuária da cidade com ótimas opções de carnes e farta carta de vinhos, agradável e sofisticado.

 

Baia Seafood Restaurant
Como o nome diz, o restaurante tem vista para a baía, fica no andar de cima do Victoria Wharf no V&A Waterfront. Excelentes frutos do mar. 

 

Victoria Wharf no V&A Waterfront

Pequeno shopping na região do porto, gostoso para andar a pé à noite.

 

Green Market Square

Localizada no centro de Cape Town, é uma feira de produtos locais, tecidos, tapetes, almofadas e diversos itens curiosos de tribos africanas.

 

Long Street

Rua de comércio no centro da cidade onde é possível encontrar lojas e restaurantes diferentes. Por lá fica, por exemplo, o Long Street Antique Mall, lugar ideal para garimpar objetos e coisinhas interessantes.

 

African Image

Loja no centro de Cape Town. Revela a riqueza e a diversidade da produção africana contemporânea em áreas como design, moda, assessórios, decoração, etc. Tudo é super original e mostra um lado da África que nós muitas vezes desconhecemos.

 

African Market e Tribal Tends

Também no centro da cidade, essas duas lojas apresentam artesanato selecionado de diferentes regiões do continente africano.

 

Bead Centre of Africa

Lá você encontra todo tipo de artesanato e produtos africanos feitos com miçangas… Assessórios, roupas, bonequinhos feitos por tribos locais, etc. Vale a pena conferir as diferentes formas de trabalhar com esse material tão simples, mas que oferece inúmeras oportunidades.

 

Imaginius

Loja especializada em objetos de decoração e design contemporâneo. Para quem gosta de chás: não deixe de comprar o Afro Tea, de vários sabores, para tomar quente ou gelado. Vem numa latinha incrível.

 

Select Books

Para aqueles que, como eu, não dispensam algumas horinhas numa livraria, a dica é entrar nas livrarias da rede Select Books. A maior fica no Victoria Wharf no V&A Waterfront.

 

Gold of Africa Museum

Conhecido como Museu do Ouro, apresenta curiosidades e peças raras que contam a história da exploração do metal no continente e especialmente no país.

 

Hotel Table Bay

Fica no Victoria & Alfred Waterfront. Observe as tesouras do telhado no hall principal e as focas que ficam no mar na frente do hotel.

Mergulho com tubarão branco

É uma atividade bastante conhecida de lá, mas há registros de que o contato com os turistas tem alterado o comportamento dos tubarões podendo desequilibrar o ecossistema.

Cabo da Boa Esperança
Antes conhecido como Cabo das Tormentas, foi rebatizado depois que o navegador português Bartolomeu Dias conseguiu contorná-lo no século XV, desbravando a ligação entre os oceanos Atlântico e Índico. Além de ser um local histórico, a vista que se tem por lá e deslumbrante!

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RG Vogue – Diário de Viagem: Cidade do México

“Tirar férias em uma cidade caótica como Mexico City não parece uma boa idáia, sobretudo para quem mora em São Paulo. No meu último aniversário, resolvi passar uma semana por lá. Estava adiando esta viagem, mas finalmente fui. E foi uma das melhores viagens que fiz nos últimos tempos. Depois de sete dias, deixei para trás muitas coisas para ver.

Há muito o que conhecer na Cidade do México. A riqueza maior está nos contrastes: a arquitetura moderníssima ao lado de palácios históricos e ruínas astecas. Os mexicanos conservaram a sua cultura atá hoje. A latinidadade é muito forte por todos os lados, realçada pelas cores fortes, pelos elementos étnicos, pela música e pela gastronomia. Para quem gosta de arte, a Cidade do México é muito rica em museus e galerias. Vá conhecer a Coleccion Jumex de arte contemporânea mexicana, são cerca de 1200 peças. E o vasto Parque de Chapultepec, que concentra a maioria dos museus, como o Museu de Antropologia e o MAM.

Muitas pessoas acham a Cidade do México parecida com São Paulo, mas eu acho que a única semelhança é o trânsito infernal. Há uma grande diferença, porém: eles nao buzinam!!! Para conhecer bem a cidade, meu conselho é contratar um motorista local, que dirija um dos “Beetle Taxis“, para ficar com você o dia todo. Os bairros mais transados são: Condessa, Roma e Polanco. Para quem gosta de arquitetura, não perca o bairro Santa Fe (lá ficam o edifício El Pantalon e o The Juarez Complex).

Ah, e vale a pena sair da cidade e ir até as pirâmides do Sol e da Lua em Teotihuacan (45 minutos do centro ). No caminho, visite para a Basilica de Guadalupe. Em todos os lugares, a maior atração é o povo mexicano. Eles são muito alegres e cordiais.
Algumas dicas:
Restautantes
Contramar – Almoço in da cidade, seafood, ambiente como o nosso Spot (SP).
Lxchel – Asiático e mediterrâneo
Aguila y sol – Cozinha mexicana de autor. Reserve com antecedência.
Capicua – Tacos criativos
Café da manhã típico – Sanborns Restaurant, dentro da “Casa dos Azulejos “no Centro histórico

Hotéis
Hotel Condessa – trendy
Habital e W – hotéis design
Four Season.- clássico chique

Lojas
Em Polanco fica o comércio de luxo, com lojas e restaurantes. O Shopping Antares é o mais novo e moderno da cidade.
Vá à Galeria OMR – objetos de artistas contemporâneos

Tour
Centro Histórico
Torre Latino Americana (1950)
Palacio Postal – antigo correio, prédio belle epoque (1907)

Imperdível
Casa Barragan – o atelier de Frida Kahlo e Diego Rivera em San Angel. Visitas com hora marcada.”

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RG Vogue – Diário de Viagem: Tokio

Achei dicas da Lú no site da RG Vogue – adorei o texto, adoro ela e Tóquio está entre os meus planos (remotos)

Acabei de voltar de minha primeira vez no Japão. Fui pela Thelure, minha marca, participar da segunda edição do Brasil Fashion Now, um showroom promovido pela Abest só de marcas brasileiras, como Triya, Adriana Degreas, Lilly Sarti, Pat Falcão, Cecília Prado, Miele, entre outras.

A viagem foi uma surpresa, fiquei muito mais impressionada com o jeito japonês de ser do que eu imaginava. Confesso que me decepcionei com os eletrônicos, achei que seriam incríveis, mas não é tudo isso.  Desde o desembarque em Tóquio já dá para perceber que você está em um lugar com uma cultura muito diferente. A calma dos japoneses me chamou atenção. São muito focados no que estão fazendo. Parece que eles não têm pressa. Tudo que fazem tem que ser perfeito, pode levar o tempo que for. São super gentis, se você pede alguma ajuda, por mais que eles não saibam a resposta, nem falar inglês, vão fazer de tudo para te atender. Os guardas estão sempre com uniformes impecáveis, luvas brancas e sapatos engraxados – os japoneses são minuciosos.

A preocupação deles com a limpeza beira a neurose. Para se ter uma idéia, nem é preciso encostar na porta do táxi para abri-la ou fecha-la, é automático. Aí você não suja a mão – e nem a porta do carro (rs). Até o lixo é limpo, e, importante: ecológicamente correto. Embalagens plásticas como garrafas devem ser separadas do lixo orgânico e do  inflamável. Você encontra o tempo inteiro funcionários limpando lugares públicos e privados, nos mínimos detalhes. É muito difícil encontrar lixo pela cidade. Fui perguntar e parece que, depois do atentado, eles não colocam lixo na rua com medo de bomba….

Outra curiosidade: o hábito que os japoneses têm de usar máscaras, como aquelas de médicos em hospitais.  Eles as usam para se protegerem da poeira e da gripe. É muito comum você ver gente de máscaras nas ruas, no metrô, etc… Até  fumar um cigarrinho é sui generis em Tóquio: é proibido tragar em qualquer lugar da rua. Ali, só se pode fumar em espaços específicos… no meio das calçadas. Perto dessas áreas, têm máquinas de cigarro superdiferentes. Eu até fotografei uma, olha só.

Mudando completamente de assunto, mas ainda falando das fotos, preste atenção nas que mostram montes de Hello Kitty. Eu as tirei numa loja de cinco andares, a Kiddyland, que vende tudo da Hello Kitty, do Snoppy e de todos os bichinhos imagináveis… A gente fica louca ali, querendo comprar tudo!!!

Mas imperdível mesmo é visitar um dos vários karaôkes espalhados pela cidade. É muito divertido entrar em um para assistir a animação dos japoneses com o microfone. Vale muito a pena.

Bom, antes de mais dicas, vale ressaltar que a viagem não teria sido a mesma sem a turminha que foi, demos muita sorte e espero que venham muitas outras…

Harajuku/ Moda

É um bairro super descolado, onde os jovens passam suas tardes. A Omotesando-dori (chamada de Champs Elisée japonesa) é a avenida principal, e abriga lojas das grandes marcas sofisticadas como Chanel, Armani e mais populares como GAP.

No entanto, são nas ruinhas transversais à avenida que estão as coisas mais interessantes. Por lá, circulam pessoas vestidas de forma exótica, que entram e saem das lojas tão diferenciadas quanto seus compradores. Vale tudo nessa busca pelo ser diferente, parece que há uma competição não declarada para ver quem e o que é mais excêntrico, mais destacado.

Aos domingos, o bairro se transforma numa passarela. E aí, você pode encontrar de tudo. Muitos fotógrafos aproveitam para ir lá e fotografar tendências.

Restaurantes:

É bom fazer reserva. Os restaurantes normalmente estão cheios. O jantar por lá é cedo, às 6pm e os pedidos acabam às 9pm. É muito difícil encontrar garçons que falem inglês….por isso, você sai de Tóquio muito experiente em mímica. Muitos lugares não têm menu em inglês; você vê a fotinho e aponta. Os restaurantes que eu recomendo:

Beige

Ginza Chanel Building 10F
3-5-3 Ginza
Chuo-ku
Fica na cobertura do prédio da Chanel em Ginza, o chef é o Alain Ducasse. Normalmente tem dois meses de espera para reservar. Há quem diga que é o melhor restaurante do mundo.

Hinokizaka
Ritz-Carlton Hotel
9-7-1 Akasaka

Minato-ku
Comida japonesa com uns toques mais contemporâneos. Fica no 45o andar do Ritz-Carlton, tem uma vista maravilhosa. Bem gostoso e animadinho..

Salt
Shin-Marunouchi Building 6F
1-5-1 Marunouchi
Chiyoda-ku
Tokyo
Tel: +81 (03) 5288 7828
Aqui os garçons (ufa!) falam inglês. É um restaurante bem gostoso e animado, com gente bonita.

Passeios

Museu Nacional de Tóquio
Perto do parque de Ueno, constitui o mais importante conjunto de museus da cidade e fica ao lado do Museu Nacional de Ciência e do Museu Nacional de Arte Ocidental. Abriga as mais importantes obras de arte e arqueologia do Japão, mas tudo é de difícil compreensão pela falta de explicações em inglês.
Templo de Asakusa
É um dos mais antigos e mais belos templos de Tóquio. A entrada é formada por um enorme portal – conhecido como Kaminarimon – que sustenta uma gigantesca lanterna japonesa. Desse portal até o templo você caminha por uma rua coberta e com ar-condicionado, a Nakamise-dori, com várias lojinhas de comida para os turistas se divertirem. Nas ruas transversais você pode encontrar desde lojas especializadas em facas, pentes, chinelos, até bares com o mais autêntico som das big bands americanas.

Para entrar no templo, dizem que é bom acender um incenso para seus ancestrais e pedir proteção para sua estada no Japão, puxando para si a fumaça que sai do imenso incensário que fica na porta do templo. Além disso, lave as mão e, se quiser, beba um pouco da água que brota no chafariz. Essas práticas são rituais típicos e são realizados por todos os visitantes.
Kioto e Nara
É muito legal ir de trem-bala às cidades de Kioto e Nara, e ali visitar o Castelo Nij, o Pabellon Dour e o Templo Todaiji, com sua gigantesca imagem de Buda (Daibutsu). O Santuário Kasuga também é interessante, tem 3000 lanternas de pedras e bronze.

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RG Vogue – Diário de Viagem: Itália

A estilista Lethicia Bronstein Pompeu foi passar férias em Veneza, Milão, Verona e Florença, ao lado de seu marido. Gentilmente, anviou para RG imagens do dolce far niente, com ótimas dicas de lugares legais pra conhecer e tal… Com a palavra, Lethicia:
 
“Minhas dicas:
 
Milão
 
1 – Restaurante Gold, do Dolce & Gabanna. Maravilhoso!
2 – Galeria Vittorio Emanuelle (onde fica a primeira loja da Prada)
3 – Duomo, uma das maiores construções religiosas da Europa. Levou 800 anos para ser concluída.
4 – Lago di Como: é um lago cercado por cidadezinhas, como Bellagio. Um barquinho faz o transporte da porta do hotel para o centro na Piazza Cavour. É o conhecido cenário do filme “11 Homens e um Segredo”.
5 – Bellagio é dos lugares mais lindos que já vi. A cidade é toda de ruelas, que você vai descobrindo subindo por escadas entre as ruas. Destaque para o Grand Hotel Tremezzo Palace. Um luxo!
 
Veneza
 
1 – Não deixe de visitar as muitas igrejas de Veneza e passear pelas pontes que cortam os canais da cidade.
2 – Basilica di San Marco – Durante séculos, Veneza foi a principal porta de comunicação do Ocidente com o Oriente, e a arquitetura desta igreja reflete bem essa mistura de estilos. Repare na fachada, onde estão belos mosaicos de ouro do século 17 e réplicas de bronze dos cavalos hoje guardados dentro do museu da basílica. Nunca vi nada igual…é incrível.
3 – Recomendo o hotel São Clemente, que fica em uma ilha afastada (uns 10 min de lancha) – ali, antigamente, isolavam-se as mulheres consideradas loucas.
4 – A praça São Marcos é o coração da cidade. Em frente fica a Basílica de São Marcos e o imenso Campanário. Se você subir no Campanário da pra ver toda a cidade de Veneza.
5 – Não se pode deixar de visitar a Ponte do Rialto, a mais antiga de Veneza, construída originalmente em madeira, em 1588, ligando duas ilhas. Rialto foi o primeiro porto da cidade.

Verona
 
1 – Não perca a vista do Pallazzo del Capitanio em Verona, cidade conhecida por Romeu e Julieta.
2 – O Coliseu de lá é incrivel e a cidade definitivamente vale uma visita”.

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RG Vogue – Diário de Viagem: Peru

Durante o último carnaval, o estilista Napoleão Fonyat, da Sandpiper,  passou 10 dias no Peru. Ele conta: “Uma viagem muito enriquecedora em termos de civilização e geograficamente muito distinta, pois você tem a sensação de que a paisagem nunca foi mexida. Pela estrada Pan-americana, há pequenos vilarejos num deserto litorâneo, com uma imagem muito árida e forte.

Pacasmayos
No distrito de Pacasmayos, um dos cinco que formam a província de Pacasmayo, na costa do Oceano Pacífico, os maiores atrativos são a gastronomia (à base de pescados) e o Farol (El Faro). Para quem gosta de surfar, a cidade tem uma das melhores ondas que existe e, apesar das praias concorridas, os “locais” são bastantes hospitaleiros, assim você não precisa disputar espaço na água. O grande espetáculo mesmo fica por conta do pôr-do-sol, uma imagem indescritível e inesquecível.

Cusco
Foi a capital do Império Inca e, desde 1983, foi declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, por sua importância histórica. É considerado um lugar espiritual e político, e afirma-se que o lugar foi revelado pelo Deus Sol (Inti) aos fundadores depois de uma peregrinação pelo sul do Valle Sagrado dos Incas.

Em Cusco, o que não falta é história e pontos a serem visitados como a Praça de Armas, o Valle Sagrado, as ruínas da Fortaleza Sacsayhuamam e as Intihuatanas (pedras sagradas espalhadas ao redor de Cusco).
 
Praça de Armas (Cusco)
É rodeada por galerias e por algumas das construções mais emblemáticas como a Catedral e Iglesia de la Compañia, fundada pelos jesuítas. (Igreja da Companhia dos Jesuítas). Era chamada, na época dos Incas, de “Plaza del Guerrero”, e foi palco de importantes eventos na história da cidade, como a proclamação de Francisco Pizzarro na conquista da cidade.

Machu Picchu
O acesso ao Santuário Histórico de Matchu Picchu é de trem, numa viagem bastante confortável. Uma greve do setor me deu a possibilidade de continuar em Cusco e conhecer melhor a cidade que foi a Capital Inca. A energia do lugar e o visual das trilhas no alto das montanhas são realmente incríveis”.

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RG Vogue – Diário de Viagem: Canadá

Canadá, someday? Who knows?!

Renata Junqueira foi para o Canadá com a família e, gentil que é, deixou RG mostrar um pouco de sua viagem. Ela escreveu sobre o que viu e te dá ótimas dicas de como passar bons momentos nas cidades de Vancouver, Whistler e Alberta. Bom passeio:

“O que fazer por lá? A programação é basicamente aproveitar a natureza, andar a pé, de bicicleta e esquiar. As cidades de Vancouver e Whistler ficam em British Columbia.

Vancouver é uma cidade com uma linda vista emoldurada por montanhas, vegetação de pinheiros… é voltada para as águas do Pacífico. De uma beleza geográfica rara no mundo. O centro da cidade é a parte principal, onde estão os melhores hotéis, um quase em frente ao outro: o Hotel Vancouver, com sua cúpula de cobre (tradicional na cidade) e o Hotel Four Seasons. Na região da Robson Street estão a maioria das boas lojas e, bem próximo, colado ao Four Seasons, fica o Pacific Mall, um dos melhores shoppings de lá. Conheça também a Holt Renfrew, versão de Galeries Lafayette local.
O Stanley Park é uma ótima pedida para um passeio a pé ou de bicicleta pela cidade. O parque é lindo, situado numa ilha de vegetação exuberante. Visite também a Granville Island, com o seu mercado, restaurantes e lojinhas charmosas. O Museu de Antropologia da Universidade de British Columbia tem um dos mais belos acervos do mundo sobre a arte dos povos da costa noroeste. A Capilano Suspension Bridge, sobre o Capilano Canyon, também é um bom passeio.
Vancouver é uma cidade muito asiática. Acho que por ser muito nova, busca ainda a sua identidade. Falo isto porque a culinária em geral fica um pouco comprometida. Encontramos um Starbucks em cada esquina e alguns restaurantes realmente bons, entre os quais posso citar o Gotham Steakhouse e o japonês Tojos.

Whistler é uma cidade para esqui. Quando chega a primavera, torna-se um reduto de bicicletas onde podemos até encontrar acidentalmente alguns ursos de plantão. O caminho de Vancouver a Whistler é muito bonito, pois você segue pela costa, vendo o mar, os pinheiros e as montanhas nevadas.

Vancouver e Whistler se preparam para as Olimpíadas de Inverno de 2010. Para se hospedar, prefira o Four Seasons, com o seu delicioso SPA, ou o Chateau Whistler, ambos em Blackcomb.

O que foi muito diferente e divertido nesta viagem foi conhecer Alberta, com os seus parques nacionais, especificamente o Banff National Park, onde estão as Rochosas Canadenses. Estes parques trazem à tona lembranças de filmes e seriados que assistimos quando criança: ursos, alces, veados, linces, cabritos monteses, rios gelados onde se pesca salmão, lagos congelados, cadeia de montanhas altíssimas, neve e avisos de avalanches. Local também dos índios Blackfoot. O que você quer mais?
O vilarejo de Banff é muito simpático.Você encontra vários restaurantes e lojinhas com ênfase no turismo local. Muito chapéu de Daniel Boone, muita camiseta, moletons, mapple syroup e afins. Possui também o maior hotel em que já pisei na vida, uma espécie de castelo escocês chamado Banff Springs Hotel. Vale a experiência, porque é realmente impressionante. O destaque, nesta região, fica por conta dos picos nevados, do Lake Minnewanka, do Lake Louise, do Bow Valley e das trilhas nas florestas.

A natureza, sim, foi o ponto alto desta viagem”.

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RG Vogue – Diário de Viagem: Trancoso

Dicas de Trancoso por Morena Leite, chef do Restaurante Capim Santo, que estão no site da RG Vogue.

Morena Leite abriu as portas da pousada Capim Santo, em Trancoso, para receber uma turma de amigos paulistas. Em pauta, seu aniversário, celebrado com dias de dolce far niente – e muita coisa pra fazer… RG tem uma lista delas, programação intensa que a turma fez e recomenda. Caro internauta, quando estiver naquelas abençoadas terras baianas, não deixe de:
 
1. Jantar no Capim Santo
2. Comer pizza no Maritaca
3. Passear de caiaque no Rio da Barra
4. Fazer uma caminhada pela praia, de Trancoso até o Espelho, e almoçar no Baiano ou na fazer uma reserva pré-agendada na Silvinha
5. Comer uma moqueca de peixa na Silvana, no Quadrado
6. Dançar forró no São Brás nas noites de sexta-feira
7. Fazer um tour no fim da tarde, comprando peças charmosas lojinhas no Quadrado.
8. Fazer um passeio de bicicleta na fazenda de búfalos.

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RG Vogue – Diário de Viagem: Chapada dos Veadeiros

Não sei se algum dia na minha vida eu vou para a Chapada dos Veadeiros, mas tenho vontade e já que essas dicas apareceram na minha frente – vou arquivá-las… Mais uma dica que achei no site da RG Vogue www.rgvogue.com.br

A produtora de eventos e empresária Gisela Prochaska decidiu largar a correria insana de São Paulo e passar alguns dias em Goiás, mais precisamente na Chapada dos Veadeiros, a 150 km de Brasília. Um pedacinho do Paraíso que ela fez questão de dividir com RG Vogue. É ela quem conta:

“Já estive na Chapada dos Veadeiros umas quatro vezes e em todas descobri lugares deslumbrantes. Não há como não se apaixonar pela imensidão do lugar, pelas cores intensas das paisagens, pelos cheiros deliciosos que você encontra pelo caminho, na culinária. E como o lugar é gigantesco, para conhecer tudo é preciso voltar várias vezes.

De São Paulo, avião até Brasília e, de lá, de carro, mais 150 km até o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, que foi criado pelo então presidente Juscelino Kubistcheck. Não se preocupe, que a estrada é ótima e a paisagem, de tirar o fôlego. Você vai ver a Natureza em estado puro, se impondo o tempo todo.

Ali não existem hotéis cinco estrelas, não há rede hoteleira, mas deliciosas pousadas, super hospitaleiras. Uma delas fica na Fazenda São Bento, que, à noite se transforma em point da região: as pessoas correm para lá para ouvirem moda de viola, para se conhecerem e conversarem. Há muitos brasileiros, mas há mais estrangeiros ainda.

Se a fome bater, Oca Lila é o lugar: ali, você vai poder se deliciar com pizzas, adivinhe, com a griffe da Pizzaria Cristal: ambas, a Cristal em São Paulo e a Oca Lila da Chapada são de Paulo Maluhy. Eu me senti em casa.

Sempre fico na casa de minha amiga Sumitra Diyan, conhecida como uma das melhores guias da região. E é verdade. Ela conhece cada pedaço, cada cachoeira, cada cantinho da Chapada. Inclusive, ela já publicou um livro de fotos sobre o lugar, que é maravilhoso.

O clima por ali é sempre agradável e, me disseram, ali existe sob o solo a maior placa de cristal do mundo. É tanta água, tanto cor, tanta energia boa, que você volta se sentindo completamente renovada.

Como há vários lugares esplendorosos para você conhecer, vou citar alguns de uma só vez: cachoeira Loquinhas, que fica em Alto Paraíso, mais de 10 poços de água natural, verde-esmeralda; cachoeiras Anjos e Arcanjos, perto da casa da dona Leonia, que faz uma comida maravilhosa em seu fogão à lenha; Cachoeira dos Couros, rodeada por canyons altíssimos; Vale da Lua, repleto de rochas moldadas há milênios pela águas; Poço Encantado, famoso, uma praia deslumbrante no meio do nada; o rancho do “seu” Waldomiro, bom “fazedor” de cachaça; Jardim Maytea; restaurante da Mamma, que faz o melhor Filé à Parmeggiana da região, além de massas caseiras deliciosas.

Além disso tudo, há ainda os animais – peixes, pássaros de todas as cores possíveis. E aquele ar puro que a gente nunca mais não vai ter em São Paulo.

A Chapada é um lugar para você esquecer do mundo, se puder, esqueça o celular! De Abril a Setembro o clima é melhor, não chove. E, à noite, a temperatura cai, portanto, é bom levar um agasalho.”

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