Informações gerais sobre Punta… (updated)

Reuni nesse post as duvidas mais frequentes sobre Punta – quem tiver pensando em ir pra lá, lê esse post please!

- Como chegar em Punta? Você pode pegar vôo para Montevideo (120km de Punta) ou Punta
Como compro com antecedência as minhas passagens, acabo sempre comprando vôo para Montevideo que são garantidos. A Tam e a Gol voam para lá. Aerolíneas Argentinas também é uma opção.
Até existem vôos diretos para Punta – mas normalmente são vinculados a pacotes ou ao fretamento do Hotel Conrad.

Do aeroporto de Montevideo para Punta rola ir de carro (alugado), de táxi ou de ônibus (mega tranquilo e te larga na rodoviária de Punta) 

- Quando ir? Punta é legal mesmo no verão, especialmente se for a primeira ida para conhecer. A temporada inicia de verdade lá pelo dia 26 de dezembro e vai até o carnaval. A semana mais badalada é a do Reveillón quando Punta lota! A brasileirada é maioria no reveillón em Punta com predomínio de gaúchos e paulistas! Se você quiser fugir dos brasileiros, sugiro ir em janeiro pós reveillón.

- Clima: Punta mesmo no verão pode surpreender com um vento bem gelado quando o sol se põe. Então a mala de Punta acaba tendo de short a cashmere, de havaiana a bota (no exagero), vale sempre levar um casaquinho para o pós praia, uma jaqueta de couro é perfeita… As gurias do blog Amo Punta fizeram um post com a temperatura média em Punta.

- Onde ficar? Punta é bem “espalhada” – tu podes te hospedar na Península (parte mais tradicional de Punta), nos Bosques, na Barra, na Praia Brava, na Praia Mansa, em José Ignácio…

Eu sempre fico na Península – é o lugar que eu mais gosto porque sempre vou no esquema “family”: lá tem edifícios de apartamentos super legais, tem as lojas, padarias, confeitarias, sorveteria, alguns restaurantes, tem o yacht clube, o calçadão (rambla) onde se faz esporte (corre/caminhar/andar de bike)… Tem gente de todas as idades, famílias, jovens, crianças, etc. É onde os gaúchos costumam se hospedar; é onde eu fico desde criança! Dá para fazer um monte de coisa a pé! É a Punta “old school”

Na Barra é tudo mais charmoso e descolado, é inclusive mais perto das praias da moda. É o point dos argentinos e dos jovens. Gosto de ir na Barra para jantar ou curtir um fim de tarde pós praia – nunca me hospedei lá. Deve ser bacana principalmente para uma turma só de galera, jovens e afins

Nos Bosques é onde ficam as casas, é para quem curte um esquema mais família e caseiro. Ali pertinho também tem várias opções de apartamento nos arredores da Roosevelt (avenida importante de Punta) – mas tem que pegar o carro para ir para qualquer lugar.

Jose Ignacio é super longe de Punta (35 km – lembrando que tem trânsito na Barra) – tem gente que curte se hospedar por lá. Tem opções legais de casa para alugar, hotéis charmosos, muitos dos restaurantes mais “hype” são por lá… Mas é uma proposta diferente do que ficar em Punta ou na Barra. Acho que Jose Ignacio é um esquema pra quem quer ficar numa casa fantástica ou num puta hotel como o Vik e fazer a vida meio por lá, sabe? É bem mais rústico, sei lá… Acho que uma coisa é ficar em Jose Ignacio e outra é ficar em Punta. Eu, por exemplo, tenho zero vontade de ficar lá – mas acho que ir para José Ignacio é obrigatório, ir nos restaurantes, ir no La Huella, etc! Acho que só rola se hospedar em Jose Ignacio se tu já conheces bem Punta e arredores e sabe exatamente qual é a de Jose Inacio pra não ter surpresas! Uma boa dica é ler um post que a Julia e a Titi do blog Amo Punta escreveram sobre Jose Ignacio. A Cami do Iamleaving2day amou Jose Ignacio e fez alguns posts sobre o assunto aqui, aqui, aqui

*** IMPORTANTE: acho roubada alugar casa em Punta porque são muito frequentes os assaltos a casas (infelizmente). Nunca ouvi nenhum relato de violência, mas sei de muitos (muitos mesmos) casos de assaltos a casas durante a temporada ***

- Hotéis: Punta tem todos os tipos de hotéis, os mais conhecidos são o Conrad (caro durante a temporada), Mantra (fica na Barra), Serena (na Mansa, meio fora de mão – mas charmoso e com uma piscina ótima), AWA (hotel butique nos Bosques), L’Auberge (mega tradicional), Playa Vik (Jose Ignacio), Fasano Las Piedras (é no meio do nada numa proposta bem chique e rústica, se essa for a proposta – se joga!), Las Olas (flat na Barra – ver post do Magari Blu) e depois os menores e tradicionais na Peninsula: Acqua, Remanso, Castilla, London, Best Western, etc…

- Imobiliária em Punta: o que não falta em Punta é Imobiliária. Nós temos alugado nos últimos anos na Todo Punta com o Rodrigo. Outras dica boa é a Suzana Catharina no email: imopunta@terra.com.br

- Programas clássicos (nem todos eu gosto, mas que são clássicos, isso eles são): corrida ou caminhada pelo “calçadão” a beira mar; comer “medialunas calentitas”, ida a Jose Ignacio e comer no La Huella, comer alguma coisa – doce ou salgada – na Boutique do La Bourgogne (é caro e só aceita cash nessa boulangerie), comer waffle no L’Auberge num dia mais feio ou frio, tomar um sorvete na Freddo, no Arlecchino (eu não gosto, mas tem filas quilométricas) ou na Volta (sensacional), comer “o” churros no Manolo, passear pela Barra à noitinha, ir no Conrad conhecer o cassino (eu odeio cassino, mas não podia deixar de dar essa dica), pegar praia em Bikini e tomar alguma coisa no Cactus, ir na Casa Pueblo no pôr do sol, happy hour ou almoço no Serena com pôr do sol (maravilhoso)… A praia rola mais tarde e só enche lá pelas 3 da tarde ou mais tarde. Escurece tarde também. Sempre levar uma malha ou casaquinho para a praia porque costuma dar uma esfriada quando o sol se põe!

- Praias: Bikini (para a galera jovem), Jose Ignacio e de preferência fazer uma reserva para almoçar ou jantar no La Huella, Parador La Caracola (ver meu post sobre ele) em Jose Ignacio, Playa Brava Parada 30 (frequentado por argentinos e gauchos,   não é hype mas é bacana), Playa Mansa Parada 5 (reduto da gauchada)

- Restaurantes e afins: Punta é um lugar de temporada, então tem lugares que abrem e que fecham a cada novo verão. Após a minha temporada em 2013, fiz um post com um guiazinho dos restaurantes de Punta.
Os que eu mais gosto são: Al Mare (Hotel Serena) e La Huella (em Jose Ignacio) – ambos são legais para almoço e para jantar. Outras alternativas: Café Flô e Baby Gouda (@Barra); Mistura e La Linda (@Manantiales); Namm + Marismo + Almacén El Placer + Sarava (@Jose Ignacio); Bosques: La Bourgogne (francês clássico, bem caro!), Floreal (tradicional, comida maravilhosa – super old schoool), L´Incanto (italiano que eu adoro pelo conjunto) e La Table de Jean Paul (do mesmo dono do La Bourgogne); El Palenque e Boca Chica Asados (Parrilla); Península: Boca Chica, Guappa e Virazón – a comida não é nada demais, mas são alternativas por ali.

- Precisa alugar carro ou estar de carro em Punta? SIM – tudo é longe e não rola ficar dependendo de táxi. Eu costumo alugar da Avis, da Thrift, Puntacar ou da Hertz e já pego no proprio aeroporto em Montevideo. Na época do reveillón, elas costumam exigir um número mínimo de diárias. Uma locadora local em Punta é a Mariño, onde aluguei da ultima vez e adorei. Carros bem mais novinhos que os da Avis e Hertz.

Criei categoria chamada Punta para facilitar o acesso às informações de lá.

Nos vemos lá!!!

Minhas dicas de Saint Barths: bem completas (updated again)

Estivemos duas vezes em St. Barth (dezembro 2010 e carnaval 2012) e essa ilha linda do caribe virou o nosso destino favorito de praia no mundo, deixando pra trás as sensacionais duplas Capri + Positano e Mykonos + Santorini.

Vamos às dicas (e quem quiser mais dicas, sugiro muito dar uma olhada nas dicas da Paulete de St Barth que são mega completas (clica  aqui), nas do Glamurama (clica aqui) e pra quem quiser uma St Barth “barata” – vê as do Ricardo Freire (clica aqui)

- Infos básicas: Saint Barthelemy (ou Saint Barth/Saint Bart/Saint Barts para os “habitués”) é uma ilha francesa que fica bem pertinho de Saint Martin ou Saint Marteen, no Caribe.

- Como chegar: há alguns jeitos de se chegar em Saint Barth e praticamente todos passam por Saint Marteen/Saint Martin. Fiz um post explicando todos os detalhes de como se chegar lá, não deixa de ler!

- Ainda precisa de visto para os brasileiros entrarem em Saint Barth? NÃO para permanências até 90 dias.

- Moeda: A moeda oficial é euro, mas cartão de crédito é aceito em todos lugares, assim como dólar também.

-  Quando ir: os melhores meses pra ir é entre dezembro e março, quando todos os restaurantes estão abertos e é mais badalado. Tem alguns meses do ano, que por ser época de furacão no Caribe, os hotéis nem abrem (é por volta de setembro e outubro)

- Precisa alugar carro? SIM pra poder passear bastante pela ilha de um lado pro outro. Alugar @Europcar, Avis, Hertz, Top loc, etc

- Dicas de passeios e praias?

As praias mais bonitas, na minha opinião, são:
- Governeur: super rústica, sem infra nenhuma, mas tem que conhecer – é linda linda linda.
- Saint Jean: é a praia ao lado do aeroporto e é linda. Ali tem o Eden Rock, o Nikki Beach, o Tom Beach – praia bacana de ir. Vale a pena almoçar nos 3! Tanto no Tom Beach como no Nikki Beach é possível alugar espreguiçadeiras, ombrelones e tomar uns drinks na praia!
- Saline: mesmo esquema de Gouverneur - , sem infra nenhuma, mas vale conhecer!
- Flamand: é a praia do Hotel Isle de France – super bonita e vale super a pena almoçar no Hotel. Eles tem um restaurante “pé na areia” literalmente e um outro dentro do Hotel, ambos super legais e com comida ótima.
- Colombier: praia linda e a dica é ir de barco lá (é “point”), mais abaixo nesse post dou a dica de aluguel de barco
- Grand Cul de Sac: é a praia do Hotel Le Sereno – ali é bacana de ir se for almoçar no hotel ou pegar um “day use” por lá. Almoçamos lá uma vez e adoramos – o hotel é super charmoso!
- Shell Beach: também é bem bonita e tem o “Do Brazil”, bar simpático e rústico.

Dependendo da época do ano, os hotéis legais topam que você pague por um “Day use” para curtir a sua infra. Em outros só é possível visitá-los se for para almoçar ou jantar!

Aluguel de barco: Nós alugamos o nosso barco (foto) na Jicky Marine - dá pra alugar com e sem tripulação e para o dia inteiro ou meio período. Tem tanto Motor Boat (lancha) como Sail Boat (veleiro), dos mais variados tamanhos e bolsos! Programa imperdível para poder ver St Barth de outra perspectiva – sugiro passar por Colombier, Governeur e Saline!

- Restaurantes legais pra almoçar: Nikki Beach (ótimo – tanto a comida como o astral), La Plage@Tom Beach Hotel, Hotel Le Sereno (ótimo), Hotel Isle de France (tem o restaurante “pé na areia” e o outro – comida ótima), Hotel Eden Rock (Sand Bar), Do Brazil @Shell Beach. Importante: o almoço lá é cedo até 15:30hs e depois a cozinha fecha.

- Restaurantes legais pra jantar: Os meus dois favoritos são L’Isola (italiano top) e On the Rocks @Hotel Eden Rock (comida maravilhosa). Tem também o Bagatelle (novidade – fica no porto onde era o Le Bistrô) e o Strand (ao lado do Bonito – já fomos lá 2 vezes e curtimos). Um restaurante bem conhecido e charmoso é o Bonito, mas só vale ir lá quem for alucinado por ceviche, Outro restaurante bem conhecido é o Le Ti St. Barth – fomos uma vez, mas tava bem bode. Ouvi falar que é um lugar astral, mas pelo jeito erramos o dia!). Me deram a dica (alô João e Ivo!) do Le Gaiac @Hotel Le Toiny, como sendo imperdível…No geral lá o traje é relax – dá pra ir de bermuda, dá pra ir de jean ou mais arrumado, como vc quiser – tem de tudo!

- Pra comer fora de hora: Le Creperie em Gustavia, Le Piment no Villa Créole em St. Jean (nada demais, mas é um quebra galho), Maya’s to go (em frente ao aeroporto).
Imperdívelcupcake de chocolate no Maya’s to go… E olha que eu não gosto de cupcake.

- Compras: Cartier, Hermés, Louis Vuitton, Goldfinger pra quem quer comprar Rolex, Longchamp, Patek Philippe, Calypso – multimarca famosa… E o tax free é alto (15%). Ficam em Gustavia, bem na frente do porto.

- Onde se hospedar:

* Hotéis: Os hotéis mais top são Eden Rock (foto), Isle de France, Le Sereno, Guanahani, Le Toiny. Tem tmb o Christopher, Emeraude Plage, Tom Beach, Le Banane… Na primeira vez que fomos, ficamos no Emeraude Plage e foi ótimo! Pra todo mundo que dou essa dica, adoram! O Hotel tem um ótimo custo-benefício para St. Barth (os hotéis são bem caros lá), fica na praia de Saint Jean (maravilhosa) e é bem localizado. Não tem muita mordomia (é tipo um flat), mas os quartos são chalézinhos espaçosos e bem decorados e o hotel é “pé na areia”.

* Alugar uma casa: St. Barth é cheio de casas (Villas) legais para alugar e é esse foi o nosso esquema na segunda ida (essa é a nossa casa na foto acima). Fiz um post com TODOS os detalhes sobre alugar uma casa lá – nós amamos!

Tem vários sites para alugar villas: Wimco (onde eu aluguei), St. Barth.com,  St-Barths.comSt Barts Villas (o dono é o francês Jean-Loup Ducray, super prestativo)

- Dica exxxxperta: alguns amigos tinham me alertado que é normal a mala ser extraviada a caminho de St. Barth seja no trecho Miami – St. Martin ou acontecer de ela não caber no aviãozinho de St. Martin para Saint Barth e ir só no dia seguinte… E isso de FATO aconteceu comigo nas duas vezes. Como tinham me dado a dica de levar um “kit de sobrevivência” na mala de mão (necessaire, biquíni, roupa pra jantar fora no primeiro dia, chinelo, saída de praia, etc) e  isso me salvou e economizou mau humor porque não me pegou desprevenida!

- Academia: pra quem quiser malhar durante a estadia em St Barth, lá tem uma academia bem bacana (pertinho de Gouverneur) que se chama Forma Form Fitness e o fone é 0590-27-51-23

Todas as minhas dicas de St Barth estão reunidas aqui

Vale a pena ler de novo: Filmes que eu amo – Before Sunrise e Before Sunset

Numa vibe nostálgica, resolvi (re)publicar posts que eu curto. Esse é de 6 de julho de 2008!

“Um filme que eu amo é “Before Sunset” do diretor Richard Linklater com a Julie Delpy e o Ethan Hawke. Na verdade são dois filmes: Before Sunrise e Before Sunset e eu amo os dois. O Before Sunrise conta a história de dois jovens mochilando na Europa que se conhecem e se apaixonam em uma noite. O Before Sunset mostra a continuação (ou reencontro?) desse casal em Paris 10 anos depois! Vale muito a pena assistir, é lindo, é inteligente, tem diálogos maravilhosos! Ah, sem contar um passeio por Paris no Before Sunset.”

Dicas de Lisboa e arredores (updated)

Turma, resolvi reunir as dicas de Lisboa e arredores em um único post mais atualizado! Aqui tem dicas minhas, da Camila Fasano (que eu li no Glamurama), da minha amiga e leitora Luciana Vieira Cunha, do meu leitor Homero e da Isabel Brossolette Branco.

Uma coisa bacana de mencionar é que Lisboa tem muitas opções de passeios e cidades ao redor até uns 100km de distância, então além de Lisboa em si, rolam várias alternativas legais para conhecer;

Lisboa:

* Como chegar: Se você quiser voar direto pra Portugal, vai de TAP

* Onde se hospedar:

- Bairro Alto Hotel: um hotel mais jovem, descolado e descontraído e com uma localização excelente. No último andar tem um bar com uma vista maravilhosa. Mesmo quem não estiver hospedado lá, vale passar para tomar um drink.

- Ritz Four Seasons, bem tradicional e luxuoso. Fica perto da Avenida Liberdade, ótima para comprinhas!

- Hotel da Lapa: Tradicional e histórico

- Hotel York House: discreto e charmoso – fica na Lapa e é o favorito da Isabel

- Hotel Janelas Verdes: aconchegante e charmoso

- Hotel Jeronimo 8: Bem em frente ao Mosteiros dos Jerônimos em Belém com decoração bacana e ótimo atendimento

* Onde comer:

Lugares para almoçar, separados por bairro:

@Chiado e arredores da Baixa:

- Royale Café (para refeições mais leves)

- Tavares Rico

- Brasserie de l’Entrecôte

- Cervejaria Trindade

- Brasserie Flo

- Pizzaria Casanova – Santa Apolônia.

- Silk Lounge (em Sacramento, chic)

- Toni Sushi

- Pinoquio (marisqueria bacana para comer um arroz de marisco, ameijoas a Bulhão Pato ou camarões “da nossa costa”, acompanhados de cerveja ou vinho branco. Fica na praça dos Restauradores)

@Alfama e nos arredores do Castelo São Jorge:

- Pois Café

- Deli Delux (Cafe com uma ótima loja gourmet)

- Verde Perto (para refeições mais leves)

- Chapitô (com uma vista bacana)

- Restaurante do Museu Gulbenkian (muito bom)

@Belém: Darwin’s Café (chique, novo e badalado @ Champalimaud’s place)

Lugares para jantar, separados por bairro:

@Cais

- Kais (bacana e moderno)

- Bica do Sapato (não sai de moda nunca; não achamos nada demais – mas não tem como não dar essa dica)

- Kubo (bacana sentar nas mesas da area externa no verão. Dica legal pra almoço e jantar)

@Bairro Alto:  Pap’Açorda: badalado

@Centro :  Gambrino’s (não sai de moda nunca e fica aberto até mais tarde)

- Jantar romântico: a dica é o contemporâneo A Travessa, um restaurante lindo, que fica num antigo convento. O lugar é super diferente e todo a luz de velas – super romântico – um dos mais top de Lisboa. No verão eles servem as mesas dentro do atrium do convento. Esse restaurante ganhou 1 estrela do Guia Michelin e é uma dica bem unânime. Mas importante: é um lugar calmo e romântico, não é mega alto astral e badalado.

- Jantar com menu degustação: Restaurante Alma, no Bairro Santos o Velho. Restaurante de autor com alguns menus de degustação> O Homero dá a dica de quem for a primeira vez  escolher o de característica mais portuguesa, contou que nunca comeu um bacalhau com aquela consistência.

- Passeios:

* No fim da tarde a melhor pedida é passear pelos bairros Baixa e Chiado, um charme e uma delícia andar por ali. Dá para transitar a pé ou dar uma volta nos bondinhos, que são uma graça, e de fácil locomoção.

* Belém: Lá tem a Torre de Belém, o lindo do Mosteiro dos Jerônimos, a Confeitaria onde são feitos os tradicionais Pastéis de Belém (já aviso – é uma muvuca) e o Centro Cultural de Belém com um acervo de arte moderna bem bacana.

* Castelo de São Jorge

* Fundação Calouste Gulbenkian

* Oceanário: para quem quiser mudar um pouco a programação, super vale a visita ao Oceanário. É o maior aquário da Europa.

- Compras:

* Na avenida da Liberdade encontra-se de tudo, desde lojinhas de souvenirs até as melhores marcas como Louis Vuitton, Prada, Channel e Gucci. E, já que se está ali, ela recomenda descer a avenida a pé até o final. Além de ser um programa gostoso, o ideal é fazer uma parada no Teatro Nacional D. Maria, e já garantir o ingresso da peça que passará a noite. Sempre tem espetáculos incríveis.

- No Chiado e Bairro Alto também tem várias lojas legais

* El Corte Inglês: é a rede de lojas de departamentos mais conhecida de Lisboa e vale super a pena conhecer. Tem desde bolsas de grifes caras até uma parte gourmet ótima.

- Arredores de Lisboa:

* Sintra e Cascaes: Amamos!!! Acho bacana alugar um carro e ir para Sintra e Cascaes. Em Sintra fomos no Castelo dos Mouros e no Palácio da Pena – ambos com vistas incríveis no meio da floresta e se vê até o mar. Programa legal e relax, só para curtir! No centrinho de Sintra, onde tudo é bem turístico, fomos comer os tais “Travesseiros da Piriquita” que é um doce típico de lá… nada demais, mas mega tradicional.

O caminho de Sintra para Cascaes é lindo e paramos no Cabo da Roca, que é o ponto mais a oeste da Europa, é um desfiladeiro no mar – lindo lindo. Em Cascaes pegamos uma prainha e comemos divinamente num restaurante chamado João Padeiro na praia do Gancho.

* Évora: É a cidade dos estudantes e é linda. Fica a uma hora e 40 de Lisboa. E o programa é almoçar no Fialho – “o melhor restaurante de Portugal” – lá a proposta é uma comida caseira bem feita e muito farta. Se a espera estiver muito longa tem o Travessa dos Mascarenhas, muito bom também. Outra dica legal que o Homero deu foi o Tasquinha do Oliveira, onde você será servido pelo proprietário os quitutes preparados por sua mulher. É uma viagem no tempo, tamanha a delicadeza. Excelente, mas vale a pena marcar com antecedência, já que são apenas 5 mesas.

* Obidos: é uma cidade medieval, murada… O Dan e eu não achamos nada demais, mas para falar a verdade acho que não nos achamos direito por ali.

* Douro: Programação para quem curte vinho! É um lugar maravilhoso – um vale imenso com o rio no meio: super charmoso… O Hotel Aquapura é otimo e na região tem dois restaurantes excelentes: D.O.C e Castas e Pratos, ambos no Guia Michelin. O programa do Douro é visitar as quintas e quem é fanático por vinhos ama.

* Algarve: dica do Homero: “Fiquei na Marina Vilamoura, onde pode-se curtir praia, o cassino, vários restaurantes de cozinha internacional e peixes em torno da marina e alguns pubs bem no estilo inglês, já que lá havia uma boa quantidade deles.”


Viagem ao Deserto do Atacama: inesquecível (updated)

atualizado em dezembro/2011: turma, recebi uma intimação do Mau e da Vi, meus amigos do coração, que voltaram do Atacama há uns dias e falaram que eu deveria ser mais Explícita nesse post sobre o quão sensacional essa viagem é. Quando eu fui, eu amei e sem duvida foi umas das melhores viagens da minha vida. 

São Paulo, 18 de abril de 2009 (updated: essa foi a data original do post, ok?)

Cheguei quinta, vindo de uma viagem maravilhosa ao Deserto do Atacama, no Chile.

Para contextualizar: essa viagem foi um presente meu para o meu papai querido que está completando 60 anos em breve! (updated: o meu papi já está com 62!)

Como se chega lá? A viagem é o seguinte: sair de São Paulo de Tam ou Lan Chile até Santiago e depois voar de Santiago para Calama (2 horas e meia de vôo) através da Lan Chile. Esse vôo interno é bem caro (USD 600 por pessoa – ida e volta para Santiago; a dica é pedir para o hotel comprar pra ti porque se comprado a partir do Chile é bem mais barato) – então ele tem que ser considerado nos gastos para não ter surpresa ruim depois! De Calama, se vai de carro para San Pedro de Atacama. Esse transfer Calama – San Pedro estava incluso no nosso hotel.

Onde se hospedar? San Pedro tem um monte de hotéizinhos pequenos e albergues, mas para quem está pensando em fazer um “Atacama no capricho”, as opções de hotéis são:

- Tierra Atacama: é o hotel que eu fiquei. Amei literalmente tudo: o serviço é impecável; é “all inclusive”; a comida é ótima e não é esquema bufet (thanks god); os drinks são ótimos (e inclusos no all inclusive); os guias e as excursões são o máximo; o quarto é super de bom gosto com produtos L’Occitane, arrumação 3 x ao dia e uma vista linda da cordilheira; a piscina e a jacuzzi são ótimas; o spa é super bom… resumindo: sabia que o hotel era bom, tinham me recomendado – mas como ele é mais barato que o Explora – fiquei com medo de não ser tão bom ou sei lá… Todas as minhas expectativas foram superadas. O hotel tem 30 quartos. O que está incluso no all inclusive? 3 refeições por dia + drinks + 2 passeios de meio dia ou 1 passeio de dia inteiro cada dia. Updated: O Mau e a Vi também amaram o hotel e mandaram eu dizer que o hotel é ainda mais legal do que eu escrevi. Detalhe: eu escrevi que “Amei literalmente tudo”

- Explora: o hotel mais antigo de San Pedro de Atacama; existe há 10 anos. Sei que o Explora é o ícone desse tipo de viagem de aventura de luxo e por isso quis ir lá para conhecer. Bom, a minha impressão não foi das melhores: entramos no hotel e demos de cara com os cavalos que são usados em alguns passeios e o cheiro estava de morrer e do outro lado vimos a garagem das vans do hotel… até pensamos que estávamos na entrada errada, mas não estávamos! A área social do hotel é em formato de um barco/navio – é legal, mas achei tudo muito grande… o Explora tem quase 60 quartos (o dobro do nosso – achei meio galera demais)… mas o que eu não gostei foram os quartos. Eles têm janelas pequenas, não têm vista para a cordilheira e ficam perto demais dos tais cavalos e das vans… Como me disse o Raul Frare do blog ”Pra lá de Bagdad” - o Explora acaba parecendo um cruzeiro!

- Awasi: o hotel mais “private” de todos – tem 8 quartos e todos os passeios, transfer, etc são privativos, ou seja, não são feitos em grupo. Os quartos são lindos – numa linha “rústico – chique”. É mais caro – mas parece ser uma boa pedida também! A Maísa, minha amiga, ficou no Awasi e amou.

Updated: – Hotel Alto Atacama: esse hotel abriu depois que eu fui (2009) e pelo jeito é bem top. Vi a dica desse hotel num post da Chris Bicalhopara o Circolare.

Quando ir? O clima do Atacama varia em temperatura ao longo do ano, mas não chove nunca. E a high season é entre janeiro e março e junho e agosto (época de férias). Sinceramente, é super frio lá… fui agora em abril e me surpreendi como é frio. Ir em julho/agosto deve ser frio demais, a ponto de dar uma atrapalhada.

Quantos dias ficar em San Pedro? Entre 4 e 5 noites está ótimo para dar tempo de fazer os principais passeios.

Passeios: Os passeios que são unanimidade nas recomendações (inclusive na minha) são:

1. Salar de Tara: é um passeio que eu não fiz porque não deu tempo, mas todos os guias (todos mesmo) falaram que é o passeio mais bonito de todos. Já tenho motivo para voltar!

2. Quebrada de Guatin: é uma caminhada de 2 horas numa região cheia de cactus gigantes e que há um rio – é lindo! Foi o programa que eu mais curti!

3. Geisers del Tatio: ver os geisers e as “fumarolas” no nascer do dia – demais! Faz MUITO frio de verdade – levar luva, gorro, casaco de ski, malha de lã para por em baixo do casaco. Frio tipo – 5ºC…

4. Valle de la Luna: o programa mais básico de todos – a paisagem é super árida e bonita. Normalmente é o primeiro passeio de todos, para entrar no clima!

5. Lagoas altiplanicas: paisagem maravilhosa com direito a almoço nota 10 preparado lá pela turma do hotel.

6.   Star tours (para observar as estrelas com um astrônomo francês chamado Alain – não é feito pelo hotel. Ver o site www.spaceobs.com: fizemos o passeio e é super interessante de fato. O chato é que os grupos são grandes, então é um pouco desorganizado. Mas ver a lua, saturno e as estrelas é realmente impressionante e total fora da rotina. Sugestão: organiza para ir num dia que tu tenhas feito só um passeio com o hotel e tenta pegar o segundo grupo (21:30) para ir depois do jantar, assim se rolar qualquer atraso – tu não estás exausto e faminto (como nós estávamos)

7.   Escalada ao vulcão Toco: não fui – mas para quem tem tempo, deve ser uma experiência bem desafiadora! (updated: Mau e Vi subiram no Toco, falaram que é punk a subida, mas que é deslumbrante o visual e é um passeio imperdível

Restaurantes em San Pedro de Atacama: os lugares lá são super simples e ficam todos na rua principal (Caracoles). Fomos no Café Adobe – foi a recomendação unânime e curtimos. Nos deram a dica tmb do Blanco e do La Estaka. Mas a comida do hotel era tão boa que batia uma preguiça de caminhar (no escuro) 25 minutos até os restaurantes.

Dicas úteis: Levar roupa tanto para frio (muito frio) como para calor; levar biquini e tal porque sempre dá tempo de pegar uma piscininha entre um passeio e outro; levar RINOSORO para “umidificar” o nariz – é impressionante como o clima é seco; levar lip balm porque os lábios ficam super secos; eu fiz as caminhadas e passeios de tênis de corrida mesmo – não levei nenhuma bota mais especial – mas se tu tiveres, vale a pena levar – se não tiver, não precisa comprar. Levar óculos escuros, protetor, boné… o sol é bem forte! levar o Ipod porque tem passeios que são longe – e tu ficas um bom tempinho na van, então ter um sonzinho é sempre bom!

 

Organizando uma viagem para a Athenas, Mykonos e Santorini (Grecia)

Updated: um dos posts mais acessados aqui do blog é esse em que dou dicas de como organizar uma viagem para a Grécia. Resolvi atualizar algumas coisinhas!

Quando ir:entre maio e setembro; sendo que o badalo é entre julho e o fim de agosto – aí depende do que tu estás buscando. A low season é até o fim de junho normalmente e a partir da segunda semana de setembro.

Como chegar lá: não existe vôo direto do Brasil para a Grécia; então, capricha na escolha – dá para ir via Paris, Roma, Milão, Zurich… Eu fui via Paris e as minhas opções eram Tam e Air France. Pra quem for fazer Grécia e Turquia juntos, dá pra voar São Paulo – Istambul. Por sinal, tenho um post muito bacana com dicas de Istambul e Capadócia.

As duas companhias aéreas mais conhecidas da Grécia são: Olympic Airlines e Aegean Airlines – em ambas dá para comprar passagem Paris – Athenas, por exemplo; Athenas – Mykonos; Athenas – Santorini… Em ambas dá para comprar online! A Aegean Airlines está mais para Tam e a Olympic mais para Varig ou Gol.

Quais cidades/ilhas visitar:  Fiz o básico: Athenas (ver post), Mykonos (ver post) e Santorini (ver post) (também conhecida como Thira).
Outra coisa: Mykonos e Santorini fazem parte das Cyclades Islands- então quando você ver essa expressão, já sabe que elas estão incluídas.

Quanto tempo ficar em cada uma delas? Athenas – 2 noites (mais que suficiente), Santorini 2 ou 3 noites e Mykonos 4 noites.

Como ir de um lugar para outro? Da cidade européia que tu escolheres para Athenas – vai de avião via Alitalia, Olympic, Aegean Airlines… Eu fiz Paris – Athenas de Olympic Airlines. Depois de Athenas para Mykonos ou Santorini tmb se vai de de avião via Olympic ou Aegean Airlines. De Mykonos para Santorini (ou vice-versa), tem que ir de Ferry Boat. Comprei o ferry que vai de Santorini para Mykonos no site da Hellenic Seaways - e importante: a venda de passagens para o ferry só abre uns 60 a 45 dias antes da data da viagem. O porto de Athenas se chama Piraeus e pode aparecer com esse nome; o porto de Santorini se chama Thira e pode aparecer com esse nome e o porto de Mykonos aparececomo Mykonos mesmo.

Onde se hospedar:

- em Athenas: se você busca um bom custo-benefício, eu me hospedei no Meliã Athenas e adorei. Entre os mais chiques, está o Grande Bretagne que fica em Syntagma (ponto ótimo). Vi a dica também do St. George Lycabettus Hotel (mais de design) e Divani-Palace Acropolis (maiorzão) me pareceram bons. Pra ver o meu post detalhado de Athenas, clica aqui.

- Em Mykonos, apesar de ter vários hotéis legais, eu fiquei no Belvedere que é super badalado e bem localizado. Os quartos são pequenos, especialmente levando em conta o preço, mas o lugar é super astral, tem um bar bacana, tem o Matsuhisa (Nobu) e dá pra ir a pé para o fervo de Mykonos Town (estacionar lá à noite é um saco). A melhor tarifa que eu consegui do Belvedere foi através do próprio hotel! Ouvi falar bem também do Cavo Tagoo e do Blu. Para ver o meu post em detalhes de Mykonos, clica aqui. E aqui para ler um post com as Top 10 dicas de programinhas

- Em Santorini tem menos coisa para fazer (e lugares para conhecer) que Mykonos – então é melhor caprichar mais no Hotel em Santorini para ficar jogado curtindo a vista e tal. Me recomendaram muito bem tanto o Kirini como o Katikies, ambos são do mesmo dono e ficam em Oia… são beeeem caros! Ficamos no Katikies e valeu cada centavo. O esquema é ficar em Oia mesmo que é a parte mais bacana da Ilha. Os mesmos donos do Katikies e Kirini têm tmb o hotel Sun Rocks, mais perto de Fira (em Firostefani). E eu vi uma dica no site do NY Times de um lugar chamado Astra Apartments, que pareceram ser bem legais e as reviews do tripadvisor.com para esse hotel tmb são ótimas. Mas esses não ficam em Oia.

O que fazer por lá: ver os meus posts específicos de cada uma das cidades

IMPORTANTE: Para quem não tem passaporte europeu, é obrigatório ter um seguro de saúde específico para entrar na Europa – quase nunca pedem, mas que é obrigatório, é. Na Assist Card, por exemplo, esse seguro se chama Euro Classique e para uma viagem de 15 dias custa o equivalente a USD185. MAS, se você compra a sua passagem no cartão de crédito, você ganha esse seguro (e é extensível ao cônjuge) e tem que pedir para a administradora do cartão emitir um comprovante desse seguro.

DICA ÚTIL: Para ligar a cobrar para o Brasil via Embratel…

Da Grécia, ligue: 800-161-2205-4194

Quadros que eu gosto no MOMA em NY

Updated: Esse post foi feito no segundo dia de vida do blog (julho de 2008)… Como eu amo esses quadros, achei legal publicar esse post de novo para dividir essas imagens incríveis com vocês
 
Em NY, o museu que eu mais gosto é o Museum of Modern Art – MOMA.
 
O acervo permanente é maravilhoso e é bem o tipo de arte que eu gosto de ver.
Preparei uma lista com alguns dos quadros que me marcaram muito lá – basta dar um duplo clique em cima das imagens para vê-las melhor!

Fernando de Noronha… (updated)

No feriado de 12 de outubro de 2010 fomos para Fernando de Noronha… um dos lugares mais lindos que já fui, sem duvida! Quero agradecer à Julia e à Tassila, leitoras queridas aqui do blog que me deram altas dicas de Noronha que inclusive virou um post há um tempinho atrás (ver post)

Seguem as dicas:

- Como ir? 2 companhias aéreas voam pra Noronha: Trip (2 vôos diários) e Gol (1 vôo diário) e os vôos são via Recife e/ou Natal.

A passagem pra Noronha é super cara, então se der pra voar com milhas – vale muito a pena.

No nosso caso, conseguimos voar com milha o trecho SP – Recife e o trecho Fernando de Noronha – SP; pagamos o trecho Recife – Fernando de Noronha (Trip).

- Quantos dias ficar? Nós ficamos de sábado a terça (3 noites) e sinceramente acho que faltaram 1 ou 2 dias porque fizemos tudo correndo e não conseguimos dar aquela relaxada e ficar de bobeira.

- Onde se hospedar? As pousadas mais conhecidas são: Pousada do Zé Maria, Maravilha, Teju-Açu, Solar de Loronha. Uma pousada que acabou de abrir lá e escutei falar bem é a Beijupirá. A Julia, leitora aqui do blog, deu a dica da Pousada Pedras Secas. O Ricardo Freire fez um post bem completo sobre o “pelotão intermediário” das pousadas de Noronha!

Nós nos hospedamos no Zé Maria e, não sei se tivemos o azar do século, mas, foi muito ruim. Eu escolhi ficar no Zé Maria porque sempre escutei falar que o “Zé Maria ‘manda’ em Noronha, fica lá que não tem erro”. A diária do quarto mais simples, no qual eu fiquei, é mais de 800 reais… Baita grana para ser ruim, né? A única coisa que não temos o que reclamar é o quarto (mesmo ficando no mais simples), que apesar de pequeno, é ótimo. Todo o resto (passeios, restaurante, piscina, cuidado com a nossa bagagem) acabou dando confusão – uma pena.

Apesar de eu não ter me hospedado na Maravilha, comemos lá 2 vezes e fiquei com uma impressão legal da pousada. Se for pra gastar nesse padrão – entre pegar um bangalô no Zé Maria ou ficar na Maravilha (preço semelhante), eu ficaria na Maravilha porque é bem mais exclusiva e charmosa.

- Passeios:

1. Ilha Tour: Fazer o Ilha Tour foi uma dica bem unânime e eu recomendo super.

Como sou avessa a grupos e afins, fizemos um Ilha Tour “privativo” – só o Dan e eu com uma guia nota 10 – o Emerson. O programa foi ótimo e valeu muito a pena. Saímos da pousada às 9 da manhã no buggy do Emerson, passamos o dia com ele conhecendo os pontos de interesse da Ilha: as praias mais lindas, paramos em mirantes, fizemos 2 mergulhos de snorkel ótimos (fim do mundo e Sueste) e terminamos com o por do sol no Fortinho de São Pedro do Boldró. No almoço, o Emerson nos deixou na Pousada Maravilha para almoçar e depois nos pegou lá. Pelo conjunto, o restaurante da Maravilha foi o melhor de todos. Fomos 2 vezes lá. Recomendo muito entrar em contato com o Emerson e fazer o Ilha Tour com ele: o email dele é emerson3.2@hotmail.com e o fone é 81 9656-8142

2. Planasub ou mergulho a reboque: andamos no planasub que nada mais é que uma pranchinha onde tu te apóias e é rebocado por um barco para fazer mergulho de snorkel. Fizemos na região do Porto onde tem um naufrágio e foi muito divertido. Mergulhamos 1 hora por lá e foi ótimo. Em termos de mergulho de snorkel, esse nem foi o mais bacana – mas eu acho que valeu super a pena fazer! Fomos só nós 2 e foi super bom. Tinham me dado a dica de juntar o planasub com o passeio de barco – mas preferimos fazer assim porque seria só nós 2, seria por mais tempo e bem menos muvucado. Mas aí vai do gosto de cada um. Se você fizer junto com o passeio de barco, custa menos dinheiro!

3. Trilha (curta) da Atalaia: fomos fazer a trilha da Atalaia com o Emerson (nosso guia). É uma caminhada curtinha até uma “piscina – berçário” numa área de preservação ambiental. Essa piscina é rasinha e você faz snorkel lá – é bem legal. O programa valeu – não seria a minha prioridade numero 1, mas o Dan e eu curtimos fazê-lo.

4. Passeio de barco: no ultimo dia pegamos um passeio de barco para ver a ilha de “outra perspectiva”… Estávamos na maior duvida pra fazer esse passeio ou não porque ficamos com medo de ser meio roubada (a la Escuna hahahaha), mas foi legal – o visual é bem bacana mesmo; vimos vários golfinhos (lindo), pegamos um ventinho no rosto que foi bom pra refrescar…  o único ponto que foi meio mala foi o mergulho na Baía do Sancho que foi impraticável… pararam vários barcos ao mesmo tempo e virou uma “várzea”… enfim, na somatória valeu.

5. Mergulho de snorkel: mergulhamos de snorkel no Sueste, que foi o melhor de todos. Quem nos levou lá foi o Emerson (durante o Ilha Tour), que mergulhou conosco e nos mostrou tubarões pequenos, tartarugas enormes e vários vários peixes. Foi demais! Mergulhamos também no “fim do mundo”, bem pertinho do mirante da Air France (onde o Mar de dentro e o Mar de Fora se encontram) e foi muito legal. O mergulho de snorkel durante o Planasub (na região do naufrágio perto do Porto) foi muito legal. Mergulhamos também na lage na Baía do Sancho – mas estava muito cheio de gente e não sei dizer direito se é legal ou não.

6. Pôr do sol: os points para ver o por do sol são: Forte São Pedro do Boldró (fomos e curtimos), Praia da Conceição (fomos e curtimos) e o Forte Nossa Senhora dos Remédios (na Vila dos Remédios – nesse não fomos, mas foi recomendado)

7. Praias para visitar: Praia do Sancho (só dá pra descer numa escada absurda no meio das pedras), Praia dos Porcos, Cacimba do Padre, Conceição, etc…

- Restaurantes:

1. O restaurante da Pousada Maravilha é ótimo e fomos duas vezes lá no almoço para curtir o visual da praia do Sueste; de noite deve ser bem charmoso também.

2. O restaurante da Pousada do Zé Maria é um clássico de Noronha. Só curtimos a comida quando pedimos pratos de peixe (com um risoto incrível); quando pedimos coisas diferentes (massa, etc) não foi muito bom. NÃO fomos no Festival – a Julia e a Tassila, minhas leitoras queridas, tinham dado a dica de não ir e quando cheguei lá vi que não tem a ver comigo mesmo (muita galera, 40 pratos, Buffet, fila)

3. Restaurante Varanda: do chef Auricelio Romão, ex chef do Zé Maria. Lugar bem despojado e comida ótima – adoramos!

4. Bistrô Cacimba do Padre: fomos lá na primeira noite – é uma dica bem unânime e comemos super bem. Curtimos pela comida e pelo astral – bem despojado.

5 Restaurante da Pousada Teju- Açu… não fomos, mas recebemos essa dica

6 Restaurante Mergulhão (Porto)… não fomos, mas recebemos essa dica

7 Restaurante da Pousada Beijupirá… não fomos, mas recebemos essa dica

8 Restaurante Xica da Silva… não fomos, mas recebemos essa dica

9. Restaurante Tricolor… não fomos mas recebemos essa dica

10. Pizzaria Na Moita… não fomos mas recebemos essa dica

O Ricardo Freire fez um post bem recentemente sobre os restaurantes de Noronha!

- aluguel de buggy: todo mundo anda de buggy pra cima e pra baixo. Vale a pena alugar buggy sim – nós não alugamos todos os dias. Alugamos só naqueles que tínhamos tempo livre e foi bacana. O Ricardo Freire fez um post chamado bugue ou táxi pra quem tiver vontade de ler

 

- Dicas úteis:

1. Levar dinheiro vivo!!! A Julia tinha dado essa dica fantástica e salvou nossa vida. Todos os passeios, independentemente de serem reservados via pousada, devem ser pagos em cheque ou dinheiro. E é uma grana – gastamos 900 reais em passeios e a sorte é que eu tinha me organizado e levado em dinheiro. Alem disso, não são todos os lugares que aceitam cartão de credito e é comum o “sistema cair”.

2. Só tem um caixa eletrônico em Noronha que fica dentro do Aeroporto e é do Banco Real.

3. Muito protetor solar, repelente e chapéu.

4. Dica pra mulherada: levei os meus biquínis lindos da Jô de Mer, que são adequados para a piscina do Fasano ou para a Grécia, mas que não tem nada a ver com Noronha (a menos que você esteja pensando na piscina da Maravilha ou do Zé Maria, aí sim) porque tudo lá é mega relax e durante os passeios, você faz snorkel – senta em pedra, se arranha, nada pra cima e pra baixo… Uma dica boa da Julia foi levar uma blusa pra fazer o planasub – eu levei uma blusa de ginástica da Track and Field mesmo e foi muito útil. Alias, me deu vontade de ter usado esse tipo de blusa em todos os mergulhos de snorkel porque é bem mais pratico e não precisa se preocupar com nada.

5. as mabuias… eu, que tenho verdadeiro pavor de lagartixas e todos os seus parentes mais próximos, achei que as mabuias (lagartos que “comandam” Noronha) iriam atrapalhar a minha vida, mas no fim deu tudo certo: tomei alguns sustos, tomei alguns cuidados para não ter comida comigo (elas são famintas) e elas não virem nas nossas coisas e realmente deu tudo certo.

6. por ultimo, a minha conclusão sobre Noronha é que é um lugar paraíso em termos de beleza com preço de São Paulo e padrão de serviço/ritmo de Nordeste (sem nenhum preconceito, please, afinal Noronha pertence ao estado de Pernambuco)… Ou seja, prepara o bolso e a tolerância, mas compensa os olhos com o visual!

Ps. quem tirou essa foto foi o nosso super guia – o Emerson – que é um fotógrafo de mão cheia, além de ter sido a minha “babá” lá em Noronha por dois dias ou, carinhosamente, “babo”!

Dicas de Montevideo (updated)

O Dan e eu tivemos um problema no nosso vôo de volta de Punta e acabamos passando uma tarde e uma noite em Montevideo e, por isso, temos dicas!

Importante: eu não tenho vontade de marcar uma viagem especialmente a Montevideo porque acho a cidade “meio caída”, nada demais. Mas como estávamos lá, aproveitamos para passear, conhecer algumas coisas e curtimos!

A primeira dica é ficar em Carrasco, bairro bacana de Montevideo, e bem pertinho do Aeroporto.

Carrasco parece uma mini Punta – tudo acontece em 2 ruas basicamente e é bem bonitinho e charmoso, com restaurantes, lojinhas, sorveteria, confeitaria.

Lá funcionava o Cassino de Carrasco num prédio maravilhoso onde funcionava também um hotel. Recentemente a Accor comprou esse prédio e está reformando e abrirá um Sofitel maravilhoso lá.

Onde se hospedar:

Em Carrasco:

- tem um hotel charmosíssimo chamado Belmont House que descobrimos sem querer enquanto passeávamos a pé pelo bairro. Depois fui ver que esse hotel é a top recommendation do Guia online de viagem do NY Times que eu adoro e uso sempre.

- nós nos hospedamos no Best Western Pedro Figari em Carrasco com um custo-benefício excelente, quarto ótimo, banho ótimo, bem localizado e custou USD 110 a diária

No Centro da Cidade:

- Sheraton Four Points. É um hotel mais novo, oficialmente na categoria de 4 estrelas, mas o certo, segundo o guia do NY Times, seria estar entre 4 e 5 estrelas.

- Radisson Montevideo Victoria Plaza Hotel. Pra quem quer algo no centro da cidade, perto do Porto, esse hotel é bem tradicional e tem uma ala de quartos mais novos.

Onde comer:

- ouvimos falar muito bem do Bouza, restaurante que fica numa vinícola a alguns minutos de Carrasco. Meus tios tinham amado e essa é a top recommendation Guia online de viagem do NY Times também. Tentamos ir lá, mas só abre para almoço e não conseguimos ir. Próximo ano em Punta, se der um dia feio, vamos lá para um almoço.

- outra dica bacana é o Café Mistério em Carrasco, restaurante oriental badalado há anos.

- ao lado do Café Mistério, na Rua Costa Rica, tem 3 lugares bem charmosos. Essa região é um “point” de lugares bonitinhos.

- nós jantamos num restaurante alemão (adoro!) chamado Dackel, uma graça e comemos super bem! Endereço: Dr Gabriel Otero 6438 – Carrasco

- pra quem quiser comer o legítimo “chivito” uruguaio (sanduíche com filé e um monte de coisa mais, mega tradicional no Uruguai) – pode ir no La Pasiva em Carrasco.

- Em Carrasco tem uma pizzaria chamada Don Peperone que tem uma cara boa e acabou de abrir em Punta esse ano.

- Tinham nos dados a dica (aliás essa dica é unânime) de ir no Mercado del Puerto, lugar mega tradicional em Montevideo, cheio de restaurantes – principalmente parrilladas. Bom fomos até lá e achamos um horror, 100% turístico, sério – eu odiei. Aliás a matriz do El Palenque, que tem em Punta também e que eu não sou das mais fãs, é lá. Mas gosto é gosto e eu sei que eu sou super fresca, então nem sempre sou parâmetro. Mas o Dan também odiou!

- A Carol, que é leitora do blog, deixou a dica do restaurante La Pôele que, pelo o que eu pesquisei, é uma graça. Por sinal, achei um blog chamado El Gastronauta que comenta sobre gastronomia no Uruguai e tem um post sobre o La Pôele. Nesse site também achei um post sobre outra dica da Carol – o restaurante Sucré Salé que fica no prédio da Alianza Francesa.

Guloseimas:

- Em Carrasco tem a Freddo, sorveteria que eu amo.

- Li uma dica de um lugar especializado em tortas (principalmente com dulce de leche) chamado Cake’s e fica em Poncitos, região boa da cidade, pertinho do Club de Golf e do Shopping.

Compras:

O Shopping mais famoso de Montevideo é o Punta Carretas. Nunca fui – então não tenho a menor idéia de como seja.

Em Carrasco tem algumas lojas como Magma (multimarca legal que tem em Punta tmb), San Roque para cosméticos, Club House para roupas de homem, etc

Mega post sobre Berlin por Evelyn Hunsche Ruhl (updated)

Minha amiga Evy passou uma boa temporada em Berlin e me mandou essas dicas incríveis… Post beeeeeem completo sobre Berlin – vale muito ler!

Berlin por Evy Ruhl

Berlin é uma cidade mega cosmopolita, de vanguarda (não é a toa que o Feminismo, o Movimento Punk e a Música Eletrônica começaram aqui) e a metrópole mais em conta da Europa!

É uma cidade cheia de história, umas que o povo alemão até prefere esquecer, mas que faz deixar o turista ainda mais interessado! Atenção: leia antes sobre sua história, vale a pena chegar lá já mais bem informado!

Nas ruas fala-se principalmente o alemão (diferente de Paris e Londres, onde ouve-se de tudo), mas a maioria do povo fala inglês sem a menor dificuldade.

Cidade perfeita para se morar, Berlin também cativa seus visitantes, ainda mais se conhecerem a cidade através de um ótimo passeio de bike!

Dicas práticas de Berlin

  1. Levar adaptador de tomada – lá as tomadas normalmente são as de “duas bolinhas”.
  2. Voltagem 220V
  3. Em Berlin a passagem de metrô vale para todos os meios de transporte, ou seja, metro (UBahn e SBahn), ônibus e tram (tipo bonde) . Comprar apenas para área A e B. Uma avulsa é válida por 2 horas, mas não para “ir e voltar”, apenas num sentido. Tem tmb passagem para o dia inteiro. Dependendo da quantidade de dias, vale a pena comprar o ticket semanal. Fazer relação custo benefício e ver o que vale mais. Após a compra, deve-se carimbar o ticket, nas máquinas menores ao lado das máquinas aonde se compram os tickets. Carimba-se só a primeira! Cada estação tem ao menos uma dessas máquinas!
  4. Para ver o trajeto e horários a serem feitos no metrô e outros meios de transporte: www.bvg.de
  5. Ao fazer compras, pedir TaxFree, que em Berlin é a partir de 25 euros. Pode-se retirar no aeroporto, mas separar um tempo a mais para isso, pois às vezes tem fila! Sempre tenha em mãos uma cópia do Passaporte Brasileiro, pois algumas lojas pedem para comprovar que é estrangeiro.
  6. Dependendo do tempo que for ficar, vale a pena levar um aparelho de celular daqui desbloqueado e comprar um chip lá. É super barato! Empresas: Vodafone, O2…. pode comprar na estação de metrô (Bahnhof) da Alexander Platz, lá tem todas as lojas de operadoras.
  7. Berlin tem 2 aeroportos – Tegel (TXL) e Schönefeld (SXF). Ao chegar pelo Tegel, pega-se um ônibus até a Hauptbahnhof (Estação Central) e depois segue de metrô até o hotel. Pelo SXF, tem metrô direto. Se não tem muita mala, recomendo. Mas estando com mais gente, à vezes é facíl dividir um táxi, que normalmente não deve dar mais que 30 euros.
  8. Provar todas variedades de salsichas e cervejas possíveis!
  9. Alugar uma bike (€10/dia) e conhecer a cidade assim. É demais!
  10. No verão tem várias mini-praias espalhadas em Berlin, na beira do Spree. Muito bacana! Há também junto ao Arena Club, piscinas na beira do Spree, com sauna e bar, é bem bacana!

Hotéis

Importante perguntar:

  • se tem taxa de cancelamento ou ‘no-show’
  • se tem internet e quanto custa! Vários hotéis cobram a parte!
  • se o café da manhã (Frühstück) está incluído na diária…
  • se tem Ar-condicionado no quarto. Não é sempre que tem, e no verão é quente, chegando a 37 graus!

Região Mitte (melhor lugar de se ficar)

Eu indico ficar no Mitte, pois é um bairro bem bacana, com varias lojas legais, tri perto de uma estação (Alexander Platz) com acesso a várias linhas de metrô (U-Bahn e S-Bahns), vários restaurantes e museus, etc.

Lux Eleven  - hotel-boutique super transado– se estiver afim de algo mais especial. Quarto duplo custa em média 140 euros, bem localizado.

  1. Hotel Amano - bem bacana, bem localizado, bom preço.
  2. Circus –  tem versão hotel e hostel. Super bem localizado. Super bom preço! Se quiser ficar em hostel, é uma boa oção!
  3. Motel One - Esse é super bem localizado, melhor relação custo benefício. Quarto duplo em média de 80 euros. Atenção: Não possui frigobar nem telefone/interfone no quarto!!!!

 

Aparts – várias localizações – geralmente com valores mais baratos para maiores períodos

  1. http://www.urban-apartments.com/
  2. www.clipper-hotels.de
  3. http://www.all-berlin-apartments.com/en/berlin-apartments/
  4. http://www.tc-apartments-berlin.de/?gclid=CKmJ0Y3dwKACFQ2TzAodMHhFEQ

 

Sugestões de programa:

Passeios gerais:

  1. Ao invés de pegar aqueles ônibus de turismo para conhecer a cidade, ir até o ponto de ônibus da Alexander Platz e pegar o ônibus M100 ou M200 que eles já passa nas principais atrações da cidade. Dá para dar um giro geral, depois pegar de novo e ir parando! Ele é Double-deck! Apresentar ticket de metro ali ou comprar um na hora que vale por 2 horas.
  2. Brandenburger Tor o único “portal” da cidade ainda existente. Fica no fim da Unter den Linden, rua sai lá da Alexander Platz
  3. Memorial do Holocausto – Memorial dedicado aos judeus mortos no Holocausto com 2.771 cubos! Gosto deste projeto pois cada pessoa faz seu próprio caminho dentre dele. Embaixo tem uma exposição sobre judeus mortos na Guerra, de graça.
  4. Unter den Linden – rua bem turística com lojas e cafés, Liga a Alexander Platz com o Brandenburger Tor. Ali perto, na Friedrichstrasse tem a nova loja dos chocolates Ritter Sport! Ótimo chocolate para levar de presente! Meus preferidos: Marzipan, Olympia, Knusperflakes e Karamellnuss. TEM QUE PROVAR!
  5. Reichstag – O parlamento alemão. O prédio acompanhou toda história de Berlin e após a guerra sua cúpula foi refeita pelo Arq. Norman Foster, simbolizando a transparência do governo alemão. Tem uma filinha às vezes, mas vale muito a pena. E é de graça! Ótima vista de Berlin. Pegar os fones, tem em português. TEM QUE IR! Dá uma super visão de Berlin e explica os prédios e cidade.
  6. Assistir um concerto na Philarmonie – projeto da década de 60 que continua super moderno. Uma das melhores acústicas do mundo! Se não der tempo, podes tentar a sorte e assistir a um ensaio durante o dia. Nesta mesma rota, conhecer toda área da Potsdamer Platz, com os prédio mais atuais de Berlin, como o Sony Center. Se tiver com fome, sugiro o Italiano Vapiano Restaurante, prático e gostoso!
  7. Fersehnturm (torre da TV) – Fica na Alexander Platz. É um dos símbolos de Berlin, do tempo do DDR e custa 10 euros para subir – é o ponto mais alto da cidade! Ir num dia com sol… e não nublado! Ir antes, comprar ingresso pois às vezes demora de 30 minutos a 3 horas, então dá para dar uma banda ao redor e depois voltar! Tem lá no alto um restaurante giratório que é bem bacana pois enquanto comes, ficas olhando Berlin 360 graus… bem kitsch o programa, mas bacana. Entre ver Berlin de cima por aqui ou pelo Reichstag, ficar com a 2. opção.
  8. Ver o muro original e pintado com temas sobre Liberdade na East Side Gallery. Local aberto, ir num dia de sol! Fica na beira do rio, é um passeio bonito. Warschauer Strasse (U1 ou vários S-Bahns).

 

Museus/Expos:

*Muitos museus não cobram entrada nas quintas após às 18h.

  1. Ilha dos Museus. Nesta “ilha” formada dentro do Rio de Berlin – Spree – estão os principais museus da cidade e a Catedral de Berlin – Berliner Dom. Aqui vale ir nos em negrito:
  • Neues Museum – recém reformado e com o busto da mulher considerada a mais linda do mundo: Nefertiti.
  • Pergamonmuseum – com a Grécia inteira lá dentro e a entrada do Jardim da Babilônia – é impressionante! Tem que ir! Lá vale pegar o fone de ouvido e fazer o trajeto sugerido de 30minutos (leva mais tempo, mas ele dá um giro bem legal, mostrando as principais coisas)
  • Boden Museum (esse nunca fui) + Altes Museum (Tb não fui ) + Berlin Dom (cadetral de Berlin – paga-se para entrar)
  1. Deutsche Guggenheim Berlin – Unter den Linden 13
  2. Neue Nationalgalerie – galeria projetada pelo arq. Mies van der Rohe. Toda envidraçada. Marco da arquitetura moderna.
  3. Jüdisches Museum – projeto do arquiteto judeu Daniel Liebskind. Ganhou vários prêmios arquitetônicos. Tem o prédio antigo e o novo, mais moderno, muito boa exposição, forte! Não deixar de ir na Torres do Holocaustoe numa área que tem “caras” metálicas! Fica na Hallesches Tor (U1 ou U6) ou na Kochstarsse (U6).
  4. Checkpoint Charlie – Museu sobre a época do muro, fica onde era a divisão da área de domínio americana e russa. Perto tem pedaços originais do Muro.
  5. Museu da Fotografia – Exposição permanente do fotógrafo berlinense judeu Helmut Newton. Imperdível!!  Fica na Zoologischer Garten U- e S-Bahn .
  6. Martin-Gropius-Bau – sempre tem expos bacanas! Martin Gropius era o tio-avô do fundador (Walter Gropius) da escola de design mais famosa da Alemanha, a Bauhaus.

 

Compras:

  1. Caminhar pela Ku-damm Strasse (Kurfürstendamm Strasse). Essa rua fica em Charlottenburg perto dos dois outros hotéis que indiquei. Nesta zona vc tem que ir na KaDeWe – é a Galeria Lafayettes/Harrolds deles… no 6. andar tem uma sessão só de comidas, para comprar ou para sentar e comer… eles preparam na hora… vale a visita!
  2. Lojas do Mitte. Passear pelos arredores da Rosenthaler Strasse. Estações Hackersches Markt e Weinsmeiter
  3. Lojas na Kastannienallee (U8 – Eberswalder strasse – essa linha de metrô estava em reforma – rever!)
  4. Lojas Vintage espalhadas pela cidade.
  5. Shoppings: Alexa (prédio salmão na Alexander Platz) e Potsdamer Arkaden (na Potsdamer Platz U-Bahn). Tem todas as lojas lá!

Cosméticos/Coisas de mulher/Maquiagem

Farmácia aqui se chama Apotheke, e tem o símbolo de um “A” vermelho.

  1. Roosmann – mistura de farmácia – supermercado– espalhadas por Berlin. Tem uma boa na no subsolo da Estação Alexander Platz.
  2. DM – mistura de farmácia – supermercado – espalhadas por Berlin. Tem uma boa na Alexander Platz. Tem boas maquiagens e cremes de marcas mais baratas.
  3. Douglas – mais loja de cosméticos, maquiagem e perfumes.

Programas de Domingo:

  1. Dependendo da hora que acordar, dispensar o café do hotel e tomar um Brunch num dos muitos cafés espalhados pela cidade. Pode ser um em Prenzlauer Berg, já indo em direção da próxima atração.
  2. Depois do Brunch, ir no Flohmarkt (mercado das pulgas) no Mauerparkt – não pode deixar de assistir o karaokê, no mesmo parque, num teatro de arena que tem lá. Começa umas 15h/16h!!! Imperdível! Levar dinheiro vivo para compras. Fica na Bernauer Strasse Bahnhof (U8) ou Eberswalder Strasse Bahnhof (U2) ou M10.

Comidinhas:

  1. Comer waffells salgados ou doces (eu adoro o de chocolate e banana) no Cafe Kauf dich Glücklich . Tudo que está lá está à venda. Esta rua fica na travessa da Kastaniennallee.  Fica na Oderberger Straße 44 – 030 4435-2182‎
  2. Sábado ir no mercado na Nollendorfplatz para quem gosta de comprar comidinhas gostosas e depois fazer um picnic!
  3. KaDeWe -  no 6. andar tem uma sessão de comida incrível, tanto para comprar quanto para comer na hora! E dá para jantar ou almoçar durante todo o dia! Fica na Wittenbergplatz U-Bahnhof (U1). Tauentzienstraße 21
  4. Comer um Kebab e um Falafel – muito gostosos! O Kebab foi criado em Berlin.
  5. Comer Baklava – doces turco maravilhosos. O melhor está na Kottbusser Tor (U1)

Shows:

  1. Se quiser ver o que tem de show: www.koka36.de

Veja também o post “Dicas de Berlin por Leka e Evy”

Atualizado: Compras em NY – make up!

Eu amo maquiagem – nao eh a toa que um dos meus blogs favoritos eh o dia de beaute da Vic Ceridono (que eu admiro muito e acho uma fofa!)… Em NY resolvi complementar o meu kit de maquiagem e fiquei feliz com as minhas comprinhas!

Como o preço dos cosmeticos eh bem tabelado, acaba dando no mesmo comprar na Sephora ou direto no corner das marcas dentro das lojas de departamento. Comprei quase tudo na Bloomingdales – exceto o corretivo Cle de Peau, que comprei na Barnes, e o algumas coisinhas na Sephora e Duane Reade! Confesso que acho mais tranquilo comprar nos corners que na Sephora que eh mais tumultuada e lotada. Importante: os 10% de desconto para estrangeiro da Bloomingdales nao se aplica a cosmeticos : (

1. Rimel Bad Gal – cor Plum (ameixa) da Benefit. Tem corner da Benefit na Bloomies.

2. Rimel Define a Lash da Maybelline: eu amo e o preço eh fantastico. Comprei na Duane Reade.

3. Rimel Telescopic Loreal: o meu favorito entre todos os rimeis que eu tenho – pra ver que nem sempre o mais caro vira o nosso favorito. Comprei na Duane Reade.

4. Primer para os olhos Urban Decay: ainda nao experimentei. Comprei na Sephora.

5. Blush da Bobbi Brown, cor Poppy – vi um post sobre ele no It Girls e me animei: curti, mas tem que cuidar a quantidade que vem porque eh muito forte. Comprei na Bloomies.

6. Kit de sombras Sephora para fazer um olho esfumado em tons de marrom: ainda nao experimentei

7. Batom Chanel – cor La Pausa: amei

8. Primer ou corretivo Lemon Aid da Benefit cor amarela para disfarçar as olheiras e passar o corretivo normal em cima… adorei

9. Corretivo Secret Camouflage da Laura Mercier: o ideal eh passa-lo com pincel, achei pouco pratico – me arrependi de comprar, apesar de ser bom

10. Corretivo Cle de Peau – o tao falado e comentado – ele eh de fato maravilhoso e ja foi direto para o posto de meu favorito porque a cor eh otima (bege para mim), ele eh super pratico e a cobertura eh perfeita… custa 70 dolares, uma fortuna para um corretivo, mas na minha opiniao valeu cada centavo… eu poderia ter comprado so ele ao inves de inventar com outros.

11. Lapis Bright Eye da Benefit, que da um up nos olhos e um “ar de descanso” – esqueci de colar essa foto no meu muralzinho

Atualizado: Hello from NY (agora com fotos)

Hello… Ainda estou em NY – Minha ultima noite!

Estou escrevendo diretamente do meu iPad que ganhei hoje do Dan e amei!
Tenho 10 mil coisas para contar, mas vou ter que escrever em sp com calma. Aqui vai um aperitivo…

Foi uma correria – nos 2 primeiros dais os meus pais e o meu irmao Chris estavam aqui e depois aproveitamos para encontrar alguns amigos que estavam aqui!

Bom, NY estava um badalo sem fim – encontramos um monte de gente conhecida e alguns “famosos”: vi a America Ferrera (protagonista da serie Ugly betty) no Serafina, vi a Lauren Hutton (uma das primeiras top model – super inteira) no Bar Pitti, a Camila Morgado no Da Silvano, a Patricia Pillar e o Ciro Gomes na loja da Adidas hahahahaha. Ah, e o Dan veio no mesmo voo que a Giselle Bundchen com o filho Benjamin.

Nos hospedamos no Soho pela primera vez e foi nota 10!

Bom, fomos super pouco criativos nos restaurantes – fomos mais de uma vez nos que a gente mais AMA. Vou escrever mais em detalhes!

A exposicao do Picasso e a exposicao American Woman, ambas no Met sao imperdiveis!

Assisitimos o show da Stacey Kent – Cantora de Jazz no Birdland Jazz Club e foi inesquecivel!

Nos jogamos nas compras, confesso…

Dicas de Las Vegas!

Recebi umas dicas de Las Vegas de uma leitora querida e assídua! Eu nunca fui pra Las Vegas, então pedi pra ela preparar um post pra nós!!!

Fui pra Vegas esperando encontrar: Clima desértico + cassinos + shows… E é exatamente isso que tem lá. É tipo uma Disney para adultos.

Hotéis: Em Las Vegas tem aqueles hotéis gigantescos com cassino, vários restaurantes e opções de shows… Esse é o caso do Bellagio e do Ceasars Palace, por exemplo. Ficar nesses hotéis resolve bastante a vida porque várias atrações legais já são dentro do próprio hotel, mas não espere sossego… Os hotéis são super cheios (não chega a ser lotado) e impessoais.

Dentro do Bellagio, além do mega cassino, existem ótimos restaurantes como o Le Cirque (francês maravilhoso que tem tmb em NY), Circo e o Picasso. Sem contar que tem um espetáculo do Cirque du Soleil chamado “O” que rola lá – é aquele que rola quase todo dentro da água, sabe? É imperdível. No Ceasars é onde a Cher se apresentar de quinta a domingo (!)…

Nesse mesmo esquema tem também o Wynn e o Encore, que “desbancaram” o Bellagio há alguns anos.

Pra quem quer fugir no esquema “jogatina”, o Four Seasons é uma ótima pedida pra quem procura sossego!

O legal de Vegas é que tu encontras hotéis ótimos por USD 80/dia na Las Vegas Boulevard (principal rua de lá).

Passeios: Durante o dia dá para fazer alguns passeios legais nos arredores. O mais clássico é visitar o Grand Canyon. Dá pra ir de carro, moto ou helicóptero.

Compras:
- O Bellagio fica colado no
Ceasars e entre eles tem tipo um shopping center só com lojas tipo Prada, Gucci, Chanel e afins…
- Não sou das mais fãs de outlets gigantes, mas adorei o Las Vegas Premium Outlet. Inacreditável a quantidade de coisas legais na Dolce & Gabbana e na Burberry a precinhos ótimos…

Restaurantes: além dos restaurantes legais nos hotéis, muitos restaurantes legais de NY e Los Angeles têm filiais em Las Vegas – então é legal ficar de olho: Nobu, Bouchon, Joe’s Stone Crab, Daniel Boulud, Tao, etc… Recebi a dica de um restaurante chamado “Top of the world” que fica no topo do Stratosphere Hotel, bem badalado e é um dos mais reservados em Las Vegas.

Shows: Tem espetáculos para todos os gostos em Las Vegas… Celine Dion, Cher, Cirque du Soleil.
Do Cirque du Soleil são 5 shows em cartaz em Las Vegas e o destaque é para o “O” que é na água e o “Love” que é em homenagem aos Beatles.

Dicas de Madrid!

Ainda na Revista do Shopping Cidade Jardim vi também umas dicas de Madri do Mario Whitaker Vidigal que mora em Madrid há 20 anos e organiza roteiros bacanudos para a Europa.

Para os viajantes com destino a Madri, ele avisa: “Aqui a hora funciona diferente. Mesmo com a famosa siesta fora de moda, lojas locais e farmácias fecham sim das 14 às 17 horas.

Olha as dicas:

- The Westin Palace Madrid: Hotel clássico e elegante. Vale a pena visitá-lo nem que seja para tomar um drink no fim de tarde embaixo da sua belíssima cúpula de cristal.

- Hotel Urban: em pleno centro da cidade, o hotel é moderno e tem decoração clean, contrastando com obras de arte clássicas. Lá fica o famoso Glass, bar frequentado por descolados da cidade.

- Museu do Prado: projetado pelo arquiteto Juan de Villanueva por ordem do Rei Carlos III em 1785, este museu abriga obras clássicas dos mestres da pintura espanhola Vélazques, Goya, El Greco, Murillo, entre outros. É imenso – impossível ver tudo num dia só.

- Museu Thyssen-Bornemisza: Esss museu expõe a coleção do falecido Barão Thyssen-Bornemisza, composta por quadros de diferentes épocas desde obras sacras italianas até Van Gogh + Picasso + Monet.

- Restaurante Botín: diz-se que é o restaurante mais antigo do mundo, fundado em 1725. O leitão ao forno é uma delícia e o cordeiro é uma das especialidades.

- Casa Lucio: Cozinha tradicional castelhana muito frequentado por membros da família Real. Típico restaurante madrilenho – abriu suas portas de 1975.

- Bar Tomate: Bar/Restaurante moderno. O mais “in” da cidade. É imprescindível fazer reserva.
Comentário by Betina: essa coisa de ser o mais “in” é momentânea, talvez quando essas dicas sejam usadas já esteja “passado”

- Discoteca Gabana: é a balada mais conhecida e badalada de Madri
Comentário by Betina: essa coisa de ser a mais badala e conhecida é momentânea, talvez quando essas dicas sejam usadas já esteja “passada”

- Palacio Real de Madrid: O maior palácio da Europa e residência oficial dos reais da Espanha. Com mobiliário magnífico, tapeçarias unicas, relógios e quadros.
Comentário by Betina: esse passeio é demais mesmo

Comentário by Betina: só adicionaria nessa lista do Museu Reina Sofia que é de Arte Moderna e é maravilhoso, imperdível.

Planejamento das férias

Comecei o planejamento das minhas férias 2010: decidimos que vamos em setembro e estamos em dúvida entre:

- Safari na Africa e Cape Town

- Turquia: Istambul e Capadocia

- Itália no capricho

- cogitamos Japão (morro de vontade de ir) e Egito, mas esses 2 destinos requerem mais tempo e preparação e acho que vão ser deletados (por enquanto)

Ando enlouquecida pesquisando Africa e Turquia – assim que eu terminar o meu “research”, eu publico tudo aqui!!!

Air Train JFK – Manhattan

Pra quem vai pra NY e aterrissa no aeroporto JFK (a maioria dos vôos internacionais chegam lá) e não está afim de gastar uma grana em Taxi (USD 60 +/-), pode ir pra Manhattan de Air Train em 35 minutos chegando na Penn Station – podendo fazer baldeação para outras estações - e custa USD 7,5… Bom pro bolso e bom pra não se preocupar com o trânsito caótico de NY… Lógico que isso é mais prático pra quem tiver com pouco bagagem né… Se não vira uma roubada!

* dica da Carol B.

Vai mudar para Londres? Lê esse post!

A minha amiga Carol B. está mudando para Londres e precisa decidir onde  morar lá… Para dar uma mão para a minha amiga querida, acabei pedindo ajuda pro René, amigo querido meu que mora em Londres há um bom tempinho com a noiva dele, Priscilla. O casal sabe tudo de Lodres!

Achei que isso valia um post porque imagino que quem tiver de mudança para Londres provavelmente se deparará com essas mesmas dúvidas!

O René nos mandou um resumo muito legal sobre os bairros/regiões de Londres para ajudar a Carol a escolher o bairro e poder procurar apartamento! Olhem que legal:

“Acho que a primeira coisa é decidir o bairro para onde morar.

Uma opção sempre é morar perto do trabalho, mas se for em City ou Canary Wharf (distritos financeiros) não recomendo pois são zonas que ficam vazias na noite e finais de semana. E, tratando-se do transporte em Londres (leia-se metro), ele te leva pra qualquer lugar e é bastante confiável.

Decidido o bairro, fica mais fácil entrar em contato com corretoras de Imóveis, pois muito delas são locais e atendem somente uma área específica.

Nós acabamos fechando com a Foxton (www.foxtons.co.uk), que é uma das grandes e cobre toda a cidade. Pode ajudar pesquisar nos sites www.homesandproperty.co.uk/ ou www.findaproperty.com/.

Segue uma lista que a Priscilla fez para uma amiga que estava se mudando pra cá. São bairros que consideramos bons para morar:

* Maida Vale/Warwick Ave (zona 2): Esta é a regiao onde eu morava. É super central e, melhor de tudo, é um bairro residencial com vida propria (supermercado, parquinho, restaurantes) e super tranquilo… não saio muito daqui nos finais de semana e adoro porque vou ao pilates, faço brunch, vou ao parque… é super familiar.
 
* Hampstead (zona 2/3): É um pouco mais afastado (ao norte) e é cheio de área verde (praças e árvores)… Tem oportunidades de residencia boa a preco bom tb. É uma regiao mais bacana, mas é um pouco mais afastada (divisão 2/3 zones)
 
* St. Johns Wood/Swiss Cottage e Camdem Town (zona 2): É pertissimo de Maida Vale/Warwick. É bem valorizado, mas tem muita oferta de apto novos. Tem tudo por perto e é bem residencial.
 
* Notting Hill/ Holland Park (zona 2): Notting Hill é movimentado, mas é super agradavel. Fica um badalo só nos finais de semana. Se vc gosta da região, é recomendado procurar algo para os lados de Westbourn Grove e/ou Holland Park que é residencial e tem parque por perto

* Chelsea/South Kensigton (zona 1). É a regiao mais bacana de Londres. Tem tudo por perto, mas é bem movimentado e muuuito caro. Como é a região mais cara de Londres muitas vezes os apartamentos são pequenos e mau cuidados e ainda assim caríssimos. Tudo sera mais caro pq esta localizado na zona 1.

* Richmond (zona 4): É uma região barbara! Eu adoraria morar lá. É um ‘countryside’ dentro da cidade. Tem sua comunidade propria, localizado a beira do rio, com opções boas tanto em preço e qualidade.”

“Love is in the air” e dicas do Rio!!!

Esse fim de semana estamos indo pro Rio comemorar o aniversário do meu marido/namorado eterno/parceiro inseparável Dan!!!

Aproveito para atualizar esse post com as dicas do Rio que a Gabi, leitora das mais queridas aqui do blog e “carioquíssima”, mandou pra mim e eu adorei!

“bem-vinda à minha cidade! escolheram um ótimo fds! depois de ler tantas boas dicas por aqui (sou uma carioca de mudança pra sampa), vão algumas sugestões pro casal que curte um bom prato num bom ambiente:

- restaurantes: zuka (leblon), roberta sudbrack (jardim botânico), miam miam (botafogo), nova capela (um clássico da lapa!), adega do pimenta (santa teresa) e mr lam (lagoa);

- drinks: mezza (botafogo), palaphita (lagoa) e londra (ipanema);

- chopp: plebeu (botafogo) e jobi (leblon);

- lanchinhos: confeitaria colombo (centro), talho capixaba (leblon) e café da livraria da travessa de ipa;
não dá pra fazer tudo, mas tentem algum desses… e não deixem de tomar café da manhã no café du lage (parque laje)!”

Adorei as dicas da Gabi, ela já “pegou” o meu espírito com certeza… Dessas dicas dela, nós conhecemos (e adoramos) o Zuka, o talho capixaba, o café (Bazzar) da livraria da travessa de Ipanema, o Mr. Lam, o Londra e o Jobi e ouvimos falar super bem do Palaphyta, da Confeitaria Colombo, do Miam Miam… Bom, vamos ter que voltar para o Rio!

Dicas de Fernando de Noronha – Revista da Tam

Na Revista da Tam também tinha umas dicas de Fernando de Noronha (vou pra lá em outubro)… lógico que eu anotei, né?

- guia: Joao Paulo (Atalaia Turismo)

- Ver a vista no Mirante do Boldró

- Praia do Sancho: praia linda (é a da foto)

- Baía dos Porcos: praia linda

- Praia do Sueste: mergulho de apnéia

- Praia do Leão

- Ponta das Caracas

- Pôr do sol no Forte São Pedro do Boldró

- Passeio de barco para ver golfinhos

- Praia do Cachorro, do Meio e da Conceição

- Pôr do sol no Forte de Nossa Senhora dos Remédios

- Trilha da Atalaia: 5 horas de caminhada com parada na piscina da Atalaia onde se faz um mergulho de apnéia fantástico e que termina na bela praia de Caieiras

- Restaurante na Pousada da Zé Maria

- Restaurante Varandas (chef Auricélio Romão)

- Restaurante da Pousada do Vale

- Restaurante Dolphin @Hotel Dolphin

Pousadas no litoral norte de Alagoas

 Vi uma matéria muito legal na Revista da Tam sobre as Pousadas da “Rota Ecológica”, o trecho mais charmoso do litoral alagoano. Fiz um resuminho do que li.

“Barefoot Luxury”. A expressão não tem versão consagrada em português, mas pode ser traduzida por “luxo (de pé) descalço”. Surgiu no finzinho da década de 1980, na Ásia, para classificar hotéis sofisticadíssimos em que os dourados e os brocados tinham sido substituídos por cor local, simpatia e informalidade.(…) No Brasil, o litoral norte de Alagoas revelou-se um terreno fértil para o gênero. Ao longo de 50 km de praias pouquíssimo freqüentadas – servidas apenas por uma estrada secundaria apelidada de Rota Ecológica – encontra-se a mais interessante coleção de pousadas de charme do litoral brasileiro. O padrão conforto varia de uma para a outra, mas o hóspede acaba desfrutando dos mesmos luxos. A saber: o luxo dos sorrisos autênticos, que não passaram por treinamento. O luxo da gastronomia de primeira, preparada e desfrutada sem afetação. O luxo da praia deserta, de águas mornas, a poucos passos da sua cama. E o luxo supremo de não ter nada pra fazer. Lembre-se de esquecer os sapatos em casa, viu?

Aldeia Beijupirá: Praia da Laje, Porto de Pedras. Fone: 82 3298-6520
Diárias desde R$ 340 com café da manhã (essa foto acima é de lá). Luxo: O sossego!

Pousada do Alto: Sítio Biquinha, Japaratinga. Fone: 82 3297-1210
Diárias desde R$ 435 com café da manhã e jantar. Luxo: A vista!

Pousada Patacho: Praia do Patacho, Porto de Pedras. Fone: 82 3298-1253
Diárias desde R$ 290 com café da manhã e ceia light. Luxo: O charme!

Pousada do Toque: Praia do Toque, São Miguel dos Milagres. Fone: (82) 3295-1127
Diárias desde R$ 610 com café da manhã e jantar. Luxo: A simpatia!

Pousada Borapirá: Praia da Tatuamunha, Porto de Pedras. Fone: (82) 3298-6520
Diárias desde R$ 210 com café da manhã. Luxo: Os peixes-bois!

Infinito Mar: Praia de Barra de Camaragiba. Fone: (82) 3258-5107
Diárias desde R$ 280 com café da manhã e jantar. Luxo: A novidade!

Pousada Côté Sud: Praia do Toque, São Miguel dos Milagres. Fone: (82) 3295-1283
Diárias desde R$ 305 com café da manhã e jantar. Luxo: O riozinho!

Pousada da Amendoeira: Praia do Toque, São Miguel dos Milagres. Fone: (82) 3295-1213
Diárias desde R$ 290 com café da manhã e jantar. Luxo: A juventude!

Pousada do Caju: Praia do Toque, São Miguel dos Milagres. Fone: (82) 3295-1103
Diárias desde R$ 79 com café da manhã e jantar. Luxo: O capricho!

Blog que eu amei: I’m leaving today

Estou IN LOVE com o blog I’m leaving today que conheci por dica da Bia Perotti no blog dela e da Luna Nigro.

O “I am leaving today” tem dicas incríveis de NY, Buenos Aires e mais um monte de coisa legal… fiquei lendo o blog inteiro ontem e AMEI! O foco é total NY!

Fica a dica! Vai pra minha lista de links já!

E pra quem está se perguntando o porque do nome, basta cantarolar o comecinho da música ”New York New York”… Start spreading the news, I’m leaving today…

Dica de restaurantes no Piemonte!

Esse blog anda muito chique…

Recebi umas dicas super legais de restaurantes na região de Alba, no Piemont, na Italia! Essa é a região famosa pelas trufas (huuuum). Quem me passou essas dicas foi o Tulião!

Piemonte – Restaurantes: São todos em Alba ou nas suas proximidades.

Alba: Piazza Duomo. Bem no coração da parte histórica da cidade. Cada vez melhor. Acaba de ganhar a segunda estrela do Michelin. 4, Piazza Risorgimento. Tel. 39 01 73366167. Email: info@piazzaduomoalba.it.

Osteria Dell”Arco. Também na parte antiga da cidade. Um pouco mais do que uma trattoria onde se come muito bem. 5 Piazza Savona. Tel. 30 0 17 336397.

Locanda Del Pilone. Fica bem perto de Alba, quase no subúrbio num lugar chamado Frazione Madona di Como. Via-se pela estradinha que sobe a montanha e chega-se nele entrando a esquerda na placa com o nome do restaurante que também é um hotel. Tel. 39 0 17 336 6616. Comida ótima e lugar muito agradável.

Fora de Alba

Guido Ristorante. Fica num antigo palácio onde tem também uma faculdade de gastronomia, hotel e uma banca del vino. Lugar muito bonito e restaurante excelente e, segundo o Rogerio Fasano, onde se come a melhor trufa branca do Piemente. Via Fossano 19, Pollenzo. Tel. 39 0 17 458422.

Trattoria della Posta. Fica entre Monforte D’Alba e Roddino bem na estrada o lado direito de quem vai de Monforte para Roddino. Restaurante super tradicional com uma comida excepcional. Loc. S.Anna 87 (endereço só para constar pois fica mesmo na estrada). Tel. 39 173 78120. Email infor@trattoriadellaposta.it

Tra Arte e Querce. Restaurante pequinino dentre de um minúsculo hotel onde se surpreende com a qualidade da comida. Fica em Monchiero a 5 kms. de Monforte D’Alba. Via Monchiero Alto 11. Tel. 39 1 73 792156.

Trattoria della’Amicizia. É uma pequena trattoria super simples mas com comida maravilhosa. A “chef” chama-se Nicolleta. Via Monforte 22, Roddino. Tel. 0173 794131.

Bar da Renza. É mesmo um bar que fica em Castiglione di Falletto (entrando na pequena vila, para-se o carro no fim da rua e o bar fica logo à direita. Tem uma vista deslumbrante do vale à frente e de onde se vê Serralunga D’Alba do outro lado. Tem “spuntini” (coisas para beliscar, particularmente uma anchova preparada pela mamma) de dar água na boca. A mamma faz e o filho, Fabrizio, serve os clientes. Tomem cuidado porque Castiglione di Falletto tem duas partes, uma na planície e outra na montanha. O bar é na parte da montanha.

La Contea. O restaurante fica num pequeno hotel e tem excelente comida também. V. Lo Asilo 13, Neive. Tel. 0173 677585. Email contea@libero.it

Il Belvedere. Fica em La Morra e tem uma vista espetacular. É também um dos excelentes restaurantes da região. Para se chegar lá, subir sempre em frente até chegar numa praça que é o fim da linha. O restaurante fica logo à direita. Tel. 0173 50190.

Antinè. Fica na pequena e charmosa Barbaresco, bem ao lado da Cantina do Gaja. Bebendo o vinho dele, bebe-se o vinho menos viajado do mundo! O restaurante é ótimo e muito agradável. Via Torino 16, Barbaresco. Tel. 0173 635294.

Villa Comtessa Rosa. Fica em Serralunga D’Alba e tem como chef Cesare Giaccone que tinha um restaurante em Albareto Torre, perto de Alba, cujo talento, dito por experts, é de altíssimo nível e é muito bem avaliado pela crítica local. Tel. 0173 626191.

Dicas de Portugal by Luciana!!!

Gente, olhem só que legal – aqui pelo blog, acabei conhecendo a Luciana, que é uma querida! Ela foi passar o aniversário dela em Portugal, amou e mandou dicas aqui pro blog! Achei o máximo porque ela atualizou as minhas dicas de Portugal que já estão ”velhinhas”!

Oi Betina, Tudo bem? Cheguei semana passada de Portugal e amei…

Aquelas dicas ainda continuam bem legais,vou tentar resumir:

Fiquei 5 dias em Lisboa e fui embora sem conseguir fazer tudo que queria.Isso porque Lisboa tem a grande vantagem de ter várias cidades a 100 km de distância e os passeios são INCRIVEIS.

O hotel (Four Seasons Lisboa) vale um comentário porque realmente me surpreendeu. Nem é pelo quarto super confortavel, restaurante otimo, bar excelente mas pelo serviço impecavel. Parece que as pessoas ali tem uma meta na vida: Fazer os hospedes se sentirem bem o tempo inteiro… O concierge se desdobra pra agradar e antecipa todos os problemas. Começou a chover e 2 guarda -chuva apareceram no nosso quarto, minha mãe passou mal e eles chamaram gentilmente um médico. O Hotel é sim meio palácio,tem uma pegada mais tradicional do que contemporânea,tem poucos jovens hospedados,mas… foi otimo!!

Amei todos os passeios e o pais me lembrou muito Ouro Preto e Tiradentes (elas que lembram Portugal né rs). Apesar das cidades perto de Lisboa serem semelhantes nas construções eu gostei de ter conhecido cada uma delas. Obidos tem uma pegada medieval e mais antiga, Nazaré é cidade de praia e charmosa, Évora é cidade de estudantes e linda…

Vale a pena dar uma lida na historia de Portugal pra entender como tem castelos mouros (mulçumanos), ruinas romanas (pagãos) e igrejas cristãs fundadas pelos Cavaleiros de Cristo (templarios!!) misturados.

Achei Sintra um charme com a floresta, o castelo e o centrinho…

Quanto aos restaurantes as dicas continuam otimas. A Travessa estava espetacular e vi que esta no Guia Michelin de 2009,pra mim foi o melhor restaurante. O Bica do Sapato fui almoçar e estava ok, nada demais… O lugar é bem legal,mas o atendimento tava muito ruim. O Fialho em Evora é muito bom, mas a proposta é diferente, é uma comida caseira bem feita e muito farta.

Depois fomos pro Douro. Maravilhoso o lugar, um vale imenso com o rio no meio,super charmoso… O Aquapura é otimo e na região tem dois restaurantes excelentes: D.O.C e Castas e Pratos, ambos no Guia Michelin. O programa do Douro é visitar as quintas e meu marido que é fanático com vinhos amou.

Depois terminamos no Porto, que me deu a impressão de ser mais “velha e sombria” que Lisboa,mas mesmo assim super legal. Lá fomos em Braga e Guimarães, que também ficam pertinho.

Quanto a compras, alem das lojinhas da Av Liberdade e o El Corte Inglês, A casa das meias (que tem tudo menos meia) é bem legal, apesar de carinha…

Se lembrar de algum outro detalhe te mando. Beijos, Luciana Vieira Cunha

Dicas de Milão @Blog da Simone Monte

Eu gosto de navegar pelo blog da Simone Monte; acho bacana: o foco principal é , mas o enfoque é mais criativo, sei lá – é diferente da maioria dos sites!

Lá tem um post (clica no link pra ver o original no blog da Simone Monte) com as dicas de Milão da Renata Boghosian – achei bem legal! Seguem as dicas:

“Renata Boghosian, empresária e proprietária das lojas Versace e Cavalli nos Jardins em São Paulo, é habitué de Milão e está em todas as semanas de moda na cidade. 

Renata conta os seus lugares preferidos para o blog:

Adoro me hospedar no Carlton Baglioni na Via Senato, por causa da localização e também por causa do restaurante Il Baretto (comida italiana), na minha opinião um dos melhores de Milão. Embora seja em um hotel, praticamente não há turistas no restaurante e só tem gente elegante.

Gosto muito do Nobu na Via Manzoni, na loja do Emporio Armani. Lá fica também o Armani Privé, nightclub super badalado, especialmente às quintas- feiras.

Outro japonês bom é o Finger’s. Um dos proprietários é brasileiro, Roberto, e trabalhou ou era sócio no Nagayama.

Também não deixo de ir ao Giannino (Italiano), super badalado, especialmente na semana de moda. Lotado de modelos!

Uma ótima opção de restaurante italiano, também frequentado por locais bacanas, é o Dal Bolognese no hotel Principe di Savoia.

O Cracco Peck é considerado o melhor restaurante de Milão, mas acho muito formal.

No verão adoro o happy hour do Hotel Bulgari.

Para almoço gosto do Paper Moon, na via Bagutta, proximo a Monte Napoleone ou o Cova na propria Monte Napoleone. Ou no Obiká Mozzarella Bar, na loja de departamentos Rinascente.

Saindo fora do quadrilátero das compras , gosto de ir nas lojas da Via Moscova, que é menos turística.

Buon viaggio!!!

refrão…

olha o refrão da música do Jay-z e Alicia Keys… Ai que vontade de ir pra NY… Vamos ver se esse ano rola… (essa foto é eu no Central Park, outubro/2007)

“In New York, Concrete jungle where dreams are made of, There’s nothing you can’t do, Now you’re in New York, These streets will make you feel brand new, The lights will inspire you, Lets here it for New York, New York, New York”

Feriado no Rio… Maravilhoso!

Hoje, dia 25 de janeiro, é feriado em São Paulo e como esse ano caiu numa segunda, virou um feriadão!!!

Fomos para o Rio curtir o feriado e estava ótimo! Ficamos num flat ótimo chamado The Claridge (essa foto é da nossa sacada), bem no fervo no Leblon, fica na frente do Sushi Leblon. Rua Rainha Guilhermina esquina com a Dias Ferreira. Esse flat é da Rede Promenade, já ficamos nele algumas vezes e também no Palladium e no Visconti. O Palladium é o melhor dos 3, mas o Claridge está mais do que suficiente e o ponto é sensacional. Tem também um hotel 4 estrelas chamado Ritz (bem na frente do Garcia e Rodrigues) que acabou de ser reformado e tem uma diária compatível com o Claridge. Nunca fiquei no Ritz, mas pareceu legal! Fiquei com vontade.

Deu praia todos os dias e fomos bem “na altura” do nosso flat, ou seja, na altura da rua Rainha Guilhermina, no posto 12. Cantinho ótimo, cheio de gente legal, pouco muvucado - descobrimos sem querer!

Aproveitamos para ir no Restaurante Aprazível, em Santa Tereza. Estávamos há anos (literalmente) pra ir lá e curtimos muito o lugar. O lugar é incrível, super diferente, legal pra ir no almoço num dia bonito! A comida não é nada demais (pelo menos a nossa não foi), mas o programa valeu super! Dica: mesmo que tu estejas de carro no Rio, vai de taxi… é bem complicado de chegar lá.

Comemos também no Quadrucci (sempre vamos lá, adoramos); tentamos ir no Carlota e no Zuka e estavam lotados; comemos na parte mais informal do Garcia & Rodrigues (adoramos essa parte do restaurante – super astral – sempre vamos), conhecemos o Bazzar em na Barão da Torre em Ipanema e adoramos; fomos comer uma sanduba bem relax no Focaccia Café (Ataulfo Paiva – bem na frente do Garcia e Rodrigues no Leblon) que é ótimo (a focaccia de salmão defumado surpreendeu); comemos no Alessandro e Frederico (Garcia D’Avila esquina com a Barão da Torre, Ipanema)

Aproveitamos para conhecer o Jardim Botânico do Rio que nunca tínhamos ido na vida: é legal – nada de especial, mas bacana pra conhecer e ir pelo menos uma vez. As palmeiras imperiais são lindas e valem a visita e os cactus tmb são legais! Programa pra ir com criança na verdade – mas nós curtimos e “ticamos” da lista de atrações turisticas do Rio.

Fora isso, rolou um exercício básico à beira mar que é impagável no Rio – eu amo!!!

obs: descobrimos que tem um Alessandro e Frederico no Shopping Rio Design no Leblon… teria sido bem mais perto irmos nesse! No Fashion Mall em São Conrado tmb tem!

obs: A Livraria da Travessa de Ipanema (Visconde de Pirajá quase Anibal de Mendonça) tem um Bazzar Café dentro que é uma delícia – dá pra almoçar lá e é uma delícia. Bem mais informal que o Restaurante Bazzar. Na Livraria da Travessa do Shopping Leblon tmb tem.

Resumo em posts do período sabático da Carol B.

Preparei um guia pelos posts que a minha querida amiga Carol B. fez durante o seu período sabático (entre maio e dezembro 2009), é só clicar nos links… que belo role pelo mundo, hein?

Mochilando pela Asia, por Carol B.

Mochilando pela Asia, por Carol B. – o início

Mochilando pela Asia, por Carol B. – Cingapura

Mochilando pela Asia, por Carol B. – Tailandia

Mochilando pela Asia, por Carol B. – BALI (I)

Mochilando pela Asia, por Carol B. – BALI (II)

Mochilada da Carol B. – Bali (III)

Mochilada da Carol B – Indonésia (parte final)

Mochilada da Carol B – Hong Kong

Carol B e a dica dos guias de viagem da Wallpaper*

Mochilada da Carol B: Budapeste e Praga

Mochilada da Carol B. – Estocolmo

Mochilada da Carol B – Helsinki (Finlândia)

Mochilada da Carol B: Dicas de Tallin, na Estônia!

Mochilada da Carol B. – Noruega

Mochilada da Carol B – Copenhagen (Dinamarca)

Mochilada da Carol B: Berlim

Mochilada da Carol B: Show do U2 em Berlim

Mochilada da Carol B. – Munique/Munich

Mochilada da Carol B: Milão

Mochilada da Carol B. – Nice (Cote D’Azur)

Mochilada da Carol B. – Ibiza

Mochilada da Carol B. – Barcelona

Mochilada da Carol B. – Grecia

Mochilada da Carol B. pela Russia: São Petesburgo e Moscou

Mochilada da Carol B.: Indo de trem de Moscou a Pequim… ferrovia trans siberiana e trans mongoliana

Mochilada da Carol B: Pequim

Mochilada da Carol B.: Manual de sobrevivência na China

Mochilada da Carol B na China: Xi’Án

Mochilada da Carol B. na China: Shangai (Xangai)

Mochilada da Carol B na China: Provincia de Yunnan

Mochilada da Carol B. pela China: Yangshuo

Mochilada da Carol B: Sudeste Asiático I

Mochilada da Carol B: Sudeste Asiático II

Mochilada da Carol B: Sudeste Asiático III

Mochilada da Carol B: Sudeste Asiático IV

Mochilada da Carol B: Sudeste Asiático IV

Sudeste Asiático – Parte 4: Tailândia

Meu último destino nessa viagem foi a Tailândia e depois de ficar mais de dois meses entre o interior da China, Vietnã, Laos e Camboja… minha impressão de Bangkok foi muito melhor nasegunda visita! Realmente, a Tailandia é o país mais desenvolvido e fácil de viajar na região e com mil coisas diferentes para fazer. Por falta de tempo, concentrei minha viagem nas ilhas, mas o norte da Tailandia também foi super recomendado. Principalmente a região de Chang Mai e Pai.

Bangkok: Recém regada a Ásia, odiei Bangkok (ver meu post Mochilando pela Asia, por Carol B. – Tailandia), onde fiquei só um dia. Continuo achando a cidade um caos, um trânsito infernal e sem muito charme. Mas existem coisas incríveis que descobri na minha segunda visita:

1. O palácio real é lindo, e rico. E só ele vale a passada por Bangkok 

2. O Buda deitado de Wat Pho tem que ser visto

3. Para a mulherada: Fazer um “extreme makeover” com massagem, cabelo, tratamento de pele…tudo…custa um terço (no máximo) do preço de São Paulo

4. Bangkok é ótimo para comprar bugigangas: ir a Chinatown, Khao San Rd e MBK, além das inúmeras feiras da cidade, é parada obrigatória para quem quer souvenires, eletrônicos, objetos de decoração…

De novo, fiquei na Khao San Rd, ótima para quem está viajando sozinho e quer conhecer várias pessoas. O Roof Top Bar tem uma banda muito legal que toca todo dia e fica super animado. Quem quer hotéis mais bacanas, tem que ficar longe do centro antigo, perto da cidade nova, onde está o centro financeiro, os restaurantes e hotéis mais bacanas.

Ko Pha Ngan: não aguentei e fui mais um vez na Full Moon Party. Continuo adorando a ilha! Não tenho muito a acrescentar desde o ultimo post…só que chegar uns 2 dias antes da festa é altamente recomendado… as festas na praia antes da Full Monn acabam sendo até mais bacanas que a própria. E se você gosta de uma dormidinha a tarde, fija do Drop In Resort… que tem festas vespertinas na piscina que atrapalharam meu sono!!!

Ko Tao: É a pehincha do mergulho no mundo, logo, parada obrigatória para quem quer fazer cursos. Eu amei a ilha e acabei ficando por lá uns 10 dias. Fiz o curso de mergulho básico e avançado na Crystal Dive (www.crystaldive.com). Eles já ganharam vários prêmios da Padi e são muito sérios. O único inconveniente é que eles ficam longe do centrinho… quer dizer, a 2km do centrinho, onde ficam os bares e restaurantes. Eu resolvi esse problema caminhando… mas quem tem preguiça, pode alugar uma motoca para se locomover…ou pegar um táxi. Em Ko Tao, não deixe de provar os sanduíches do Zest e a comida tailandesa ótima do Tiks. Os bares mais agitados são o Bans e Lotus. Dos hotéis, o Seashell Resort tem quartos ótimos e baratos para qualquer bolso que não seja o tailandês.

Ko Phi Phi: Depois de feito seu curso de mergulho, venha para Phi Phi mergulhar. Essa ilha, aliás, duas ilhas, são maravilhosas e valem a fama que têm. Tem inúmeras opções de acomodação. Quem quer sossego tem que ficar a anos luz de distancia do centrinho  (Ton Sai Village) já que a música dos bares de praia vai atrapalhar seu sono até as 3 da manhã. O mais legal aqui é alugar um barco e ir conhecer as ilhas, ou passear de caiaque… e mergulhar. Mergulher com o Viking Diving e gostei bastante…além do mergulhos aos corais de Bida Nok, os mais baratos e procurados, recomendo não sair da ilha sem fazer os tres mergulhos no King Cruiser Wreck, Andaman Reef (com tubarões… o máximo) e Shark Point.

Chega aqui o final da minha viagem…me despeço…já morrendo de saudades da minha mochila!!!!! Bjs Carol

Mochilada da Carol B: Sudeste Asiático III

Sudeste Asiático – Parte 3: CAMBOJA

É o país mais triste, duro que visitei na Ásia. Para quem não conhece a sua história, quase um quinto da população do Camboja foi dizimada durante o período em que o Khmer Rouge, um poder “socialista”, ficou no poder (de 1975 até 1979). Esse fato é essencial para você entender a população local. Lá, há muito mais gente pedindo dinheiro para turistas, muito mais mutilados, muito mais prostituição (principalmente em Phnom Penh e Sihanoukville)… ou seja…o clima aqui é muito mais pesado que nos países vizinhos. Mas não acho que esses fatos façam a visita ao país não ser válida. Eu gostei muito de ter ido. meu roteiro de 10 dias incluiu a capital Phnom Penh, a praia em Sihanoukville e os templos da civilização de Angkor, em Siem Reap.

Siem Reap é imperdível mesmo! As dezenas de templos perto dessa cidade ficaram notórios mundialmente depois que Angelina Jolie gravou Tomb Raider (o primeiro) lá. A cidade de Siem Riep tem infra-estrutura para turismo, com vários albergues, pousadas e mega hotéis 5 estrelas. Para quem quer ficar no centrinho, o Hotel de la Paix é bem bonito…e o café de la paix, ao lado, é uma delícia. Ótima pedida para uma saladinha ocidental!

Eu passei dois dias na cidade, visitando templos, o que é suficiente. Para quem ama arqueologia, pode ficar lá uma semana. 

Para visitá-los você pode entrar em uma excursão, alugar bicicleta ou um carro/tuk tuk com motorista. Eu achei a opção do tuk tuk ótima para quem, como eu, foge de excursão que nem diabo foge da cruz. Só atenção para deixar claro para o motorista tudo o que você quer ver para ele não te enrolar. Pesquisei bastante a melhor maneira de visitar os templos, cheguei a conclusão que é mais interessante vc começar pelos mais distantes, para deixar os mais famosos por ultimo.

Minha sugestão de roteiro em Siem Reap: é fazer no primeiro dia: Khal Spean (a caminhada até o “templo” vale a visita até mais que o próprio); Banteay Srei (não é grande, mas a riqueza de detalhes é impressionante), Ta Som (bem legal, é um templo com cara de quem foi engolido pela floresta),

Segundo dia: Preah Khan (nada espetacular, mas vale ir); Preah Neak Peam (você vê em 30 minutos tudo, mas não deixe de ir!), Ta Phrom (o do Tomb Raider… o máximo), Angkor Thom (gigante, o templo de Bayon foi o meu preferido), Angkor Wat (o highlight da cidade, é gigantesco, impressionante, daquelas coisas que te deixam de boca aberta… mas evite ir em horários de pico senão os milhões de turistas vão acabar com o clima do lugar), Phrom Bakheng (muita gente vê o por do sol daqui, se você não estiver cansado, vai ver qual é, mas se estiver, pode pular o programa sem muito peso na consciência!)

Já a capital do país, Phnom Penh, é válida para quem quer entender a história local. Para isso, não deixe de visitar os killing fields Choeung Ek (a 15km da capital, qualquer motorista de tuk tuk te leva para lá) e o S21 (Tuol Sleng, o museu do genocídio). Vai ser um dia bem pesado, mas eu acho que são lugares que devem r vistos para se ter consciência do que se passou por lá.

As praias do Camboja me decepcionaram muito. Fui para Sihanoukville, que pode ser pulado. É meio sujo, sem infra… não espere encontrar um paraíso a ser descoberto…ele  foi descoberto…e não estão cuidando muito bem dele. Quer praia… vai para a Tailândia, não tem comparação.

Beijos

Mochilada da Carol B: Sudeste Asiático II

Sudeste Asiático parte 2 – Laos

É no Laos que vivem os habitantes mais fofos e relaxados da Indochina.

Esqueça trânsito, barulho, gritaria… nem nos mercados locais as pessoa vão ficar te empurrando suvenires…o Laos é mágico! E olha que eu não sou lá muito espiritualizada.

A viagem do Vietnã ao Laos poderia ser dramática, mas eu a encarei como uma oportunidade de conhecer a cultura local (uma vez… não quero repetir a dose!). Para quem não é muito fã de aventuras, vai o aviso: o que aconteceu foi o seguinte: Comprei uma passagem de Hoi Ann para Savannakhet, no Laos. O pacote incluía um pernoite na fronteira (Dong Ha), já que chegaríamos lá quando ela já estaria fechada e um mesmo ônibus até o destino final. Bom, eu e minha companheira de viagem canadense fomos enganadas. O hotel do pernoite foi o maior muquifo da minha vida. No dia seguinte, ao invés do bom ônibus que nos deixou, um motorista de van alucinado nos largou na fronteira do Vietnã com o Camboja. Atravessamos a fronteira a pé… e 1km depois da fronteira encontramos um ônibus público da década de 30 que levou 7 horas para rodar os 200Km até Savannakhet.

Bom, passado o mico, ficamos algumas horas em Savannakhet, que se provou não ser lá muito interessante. De lá pegamos um ônibus VIP (ótimo. ufa!), até Vientianne, a capital do Laos. Um dia aqui vale, para ver os templos e descansar.

De lá, fomos de van até Vang Vieng, uma mini cidade conhecida por ser uma das mecas dos mochileiros no Laos. Realmente, a região é bonita, tem passeios interessantes, mas o objetivo principal dos visitantes é o tubing. Eu só recomendo o programa para a turma da faculdade, já que é um spring break na Ásia. A brincadeira é a seguinte, na beira do rio, ficam vários bares com musica alta e você aluga um pneu-bóia para ir de um lugar para outro e beber alucinadamente a tarde toda. Como o trajeto tem menos de 50 metros…vc pode economizar o aluguel da bóia e fazer tudo a pé. Sinceramente essa é a parte menos interessante do Laos.

Bom, mas por que eu gostei do Laos afinal? Se até agora não teve nada de interessante? A resposta é Luang Prabang. De Vang Vieng você chega aqui por uma estrada maravilhosa… mas que pode demorar de 5 a 7 horas devido às inúmeras curvas nos 170Km que separam essas duas cidades. Para os práticos, Luang Prabang tem aeroporto internacional!

Essa é a cidade mais incrível do Sudeste Asiático, em minha opinião. É uma cidade pequena, com pousadas, restaurantes e monastérios, cercada pelos rios Mekong e Khan. O clima da cidade é de paz total… você pode visitar as dezenas de monastérios da cidade, presenciar o ritual de oferenda de comida aos monges ao amanhecer, freqüentar alguns dos spas ou restaurantes da cidade, ou fazer passeios a cachoeiras ou trekkings nas redondezas. Aqui também você pode andar no lombo de um elefante, que eu adorei!

O clima da cidade é tão gostoso que poderia ter ficado lá uma semana…infelizmente fiquei só quatro dias. Sendo sincera, para um viajante normal, três dias é mais do que suficiente. A cidade mesmo, você conhece em um dia…é bem pequena e dá para fazer tudo a pé.

Entre os lugares para comer e beber, não perca:

- A padaria Joma (Chao Fa Ngum Rd)

- O bar Hive (Phousi Rd, Ban Aphai), um dos mais badalados. se bem que vale lembrar que tudo em Luang Prabang fecha às 11 horas. Após isso, só um boliche local que abriga vários mochileiros baladas…minha sugestão é vc terminar sua noite no Hive mesmo.

- Tum Tum Bamboo (Sisavangvong Rd)

- Utopia. Esse misto de restaurante e bar tem uma das melhores vistas da cidade. Para chegar, vá até o Hive e siga as placas até o Utopia. Não deixe de ir!!!!

Entre os monastérios, não deixe de ver o Xieng Thong e Phu Si. Esse último vale pela vista incrível dos dois rios. Também vale visitar o palácio real e passear pelas avenidas a beira dos rios Mekong e Khan.

Entre os passeios, fiz o passeio de elefante combinado com trekking pela Tiger Trail (www.laos-adventures.com). Existem várias empresas que fazem programas similares, mas optei por essa que estava entre as ecologicamente corretas e não explorava os bichinhos…

De Luang Prabang, meio traumatizada com os ônibus locais (não entre em um ônibus no Laos que não seja VIP, ou Super VIP… não é frescura… é bom senso!!!)… peguei um avião até o Camboja. Depois mando as dicas.

Beijos