Por onde andei

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Que semana ótima… cheia de amigos, papos e badalos!

  • Ohka terça e quarta – num dia “just girls”, num dia “casais”
  • Almoço no Trattoria Fasano com um amigo muito querido
  • Tappo com um casal de amigos
  • Carlota “a dois”
  • Fui conhecer o bar Mez (fica na Mario Ferraz) com o Dan – drinks ótimos, não curti muito os petiscos
  • Almoço no restaurante Nino – segunda vez que vamos lá. Não brilha para nós. Sempre escutamos falar bem, hoje inclusive fomos lá para testar de novo mas mão achamos nada demais.
  • Almoço no Kosushi – aniversário de um amigo
  • Almoço no Manish com o meu filho!!
  • Parque do Povo com o Gustavo
  • Recebi visitas queridas para ver ou rever o Gustavo
  • Delivery: Estrogonofe da Camelo e Sushi Beta
  • Minhas atividades extra: drenagem, shiatsu, aula de inglês, terapia, personal training

Tem a ver com o Gustavo: Roupas!

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O meu filho fez 3 meses essa semana e estou muito impressionada com a velocidade com que se perdem as roupas de bebês…

  • No enxoval eu tinha comprado roupas até 12 meses e acho que, tirando os bodies, eu comprei uma quantidade ok, mas poderia ter comprado um pouco menos.
  • Me arrependi de ter comprado tanta coisa com capuz já que quando o bebê é pequeno, ele sai pouco de casa (pelo menos o Gustavo) e capuz + zíper não são confortáveis para ficar em casa… Falta de experiência minha!
  • Ganhei muita muita muita roupa de presente para o Gustavo; a maior parte da Paola da Vinci. Aproveitei para trocar quase todas por tamanho G, GG e 2 anos para complementar com as roupas que eu já tinha
  • Organizei as roupas que já não cabem mais no Gustavo em 3 caixas e dá muita dó ver aquelas roupas novinhas e praticamente sem uso.
  • O Gustavo nasceu com 3 quilos e 48 cm (nada grande), mas está bem gorducho e grandão agora (60 cm e 6,7 quilos) e está usando roupas de 6 meses ou de 9 meses (Ralph Lauren Baby, Carters e Gap Baby)…
  • Portanto, as contas que eu tinha feito de meses do bebê x época do ano para comprar roupas mais quentes ou mais de calor furaram completamente : (

Em setembro eu vou para NYC e para me organizar com as compras adicionais de roupas, preparei uma planilha com:

  • todas as roupas que o Gustavo tem no armário
  • separei por tipo de roupa (camiseta de manga curta, camiseta de manga longa, calça jeans, calça de moletom, etc) e respectivo tamanho
  • anotei qual a quantidade de peças desejadas para cada tamanho (18 e 24 meses) e conferi o que eu já tinha e o que faltava
  • Entrei no site da Ralph Lauren (30% de desconto nesse findi), da Carter’s e Oshkosh (50% de desconto nesse findi) e Gap Baby (sem descontos nesse findi) e fiz as compras online e já mandei entregar no meu hotel

 

Cursos online

Never-Stop-Learning

A internet, na minha opinião, pode te levar para “o lado negro ou branco da força”

Tem opções para todos os gostos – de haters, exibicionistas, voyeurs, influencers, fúteis, marombeiros, intelectuais, de esquerda, de direita, religioso, viajantes, leitores, mães, filhos, etc

Uma coisa que eu tenho explorado aos poucos são os cursos online – já que estou de licença maternidade e tenho tempo livre mas ao mesmo tempo quero ficar em casa perto do Gustavo. Estou num momento de flexibilidade parcial de disponibilidade de tempo…

Me inscrevi, por exemplo, nos cursos online e gratuitos da Universidade de Columbia (NYC) e recebo o alerta dos cursos de acordo com os interesses que cadastrei. Essa semana por exemplo assisti a um webinar (seminar on the web = webinar) chamado “Work Smarter, not Harder” com um professor do programa executivo de Columbia e curti muito.

Há também um canal online para quem curte História e Atualidades chamado História Online que é muito bacana – tem tanto audios como materiais escritos. Coloquei aqui um link para o podcast de Brexit que é muito legal porque tem todo um contexto histórico que vale saber.

enfim – para quem tem vontade, curiosidade, tempo, etc – a internet é um prato cheio para aprender

Livro: “A morte do pai”

Recentemente terminei de ler o volume 1 “A morte do pai” da série de livros autobiográficos chamada “A minha luta” do escritor norueguês Karl Ove Knausgard.

  • a série por si só gera polêmica tanto pelo nome escolhido (Mein Kampf – Minha Luta, foi o nome do livro de memórias de Adolph Hitler) como por expor em detalhes a vida do autor e, consequentemente, de todos a sua volta
  • a série tem 6 volumes (não sei se todos já foram lançados no Brasil, acho que só os 4 primeiros)
  • eu amei o livro – é denso, lento, cheio de reflexões interessantíssimas, super detalhado,… ou seja, é para quem curte esse gênero de livro – sem muita ação e com bastante blá blá blá. Pessoalmente, eu adoro

 

Meus livros favoritos: Memórias, Biografias e Não Ficção

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Memórias, Biografias e Não Ficção

  • Música

Chega de Saudade (sobre a Bossa Nova): Ruy Castro

Música, ídolos e poder: André Midani

Noites Tropicais: Nelson Motta

Tim Maia (Vale Tudo): Nelson Motta

  • Memórias

A borra do café: Mario Benedetti

A morte do Pai (Minha luta, volume 1): Karl Ove Knausgard

O brilho do bronze – Boris Fausto @Kindle

Cartas ao Pai: Franz Kafka @Kindle

O clube do livro do fim da vida: Will Schwalbe

De profundis/A balada do cárcere de Reade: Oscar Wilde

Filha Mãe Avó e Puta: Gabriela Leite

O filho eterno (Cristóvão Tezza)

A soma dos dias: Isabel Allende

O ano do pensamento mágico: Joan Didion

Patrimônio: Philip Roth

Paula: Isabel Allende

Perdas e ganhos: Lya Luft

Pra sempre teu, Caio F.: Paula Dip

  • Biografia

Arquitetura de um sonho: Nancy Horan (sobre o Frank Lloyd Wright)

Na toca dos leões: Fernando Morais (história do Washington Olivetto)

No coração da áfrica: Martin Dugard  (historia do David Livingstone)

As portas da percepção: Aldous Huxley

Catarina, a Grande: Robert K. Massie @Kindle

Olga: Fernando Morais

  • Jornalístico, Negócios, Filosofia, Arte

Como Proust pode mudar a sua vida: Alain de Boton

Com Vista para o Kremlin: Vivian Oswald

O tubarão de 12 milhões de dólares (sobre arte contemporânea): Don Thompson

Pra sempre Alice: Lisa Genova

Sobre o islã: Ali Kamel

Sonho grande: Cristiane Correa (sobre Jorge Paulo Leman, Marcel Telles e Beto Sicupira) @Kindle

Tudo ou nada – a verdadeira história de Eike Batista e do grupo X: Malu Gaspar @Kindle

Para ler todos os meus posts sobre livros, clica na categoria “Leitura”

E a minha listinha de livros favoritos ficou tão grande que dividi em:

  1. Ficção – autores contemporâneos
  2. Ficção – autores clássicos
  3. Biografias, Memórias e não Ficção
  4. Livros de Crimes, Investigação, etc

Li por aí: Educar não é adestrar por Leandro Karnal

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Li a coluna do Leandro Karnal no Estadão desse fim de semana e achei excelente.

Fiz alguns cursos com o Karnal na Casa do Saber – ele é um cara que eu admiro bastante. Ele estreou essa coluna no Estadão recentemente e tenho lido sempre.

Reproduzo aqui a coluna desse domingo:

“Educar não é adestrar – por Leandro Karnal

21 Agosto 2016

Sou professor há 34 anos. Muitos pais pedem este conselho: como educar em pleno século 21? A resposta é complexa.

Somos dominados pela cultura da performance. O conteúdo está em alta, especialmente o de imediata aplicação. O vestibular tornou-se um vórtex e o ingresso em centros de excelência virou meta familiar, pois todos ficam envolvidos emocionalmente no esforço dos jovens.

É fundamental que a criança e o adolescente dominem coisas como linguagem escrita/oral e habilidades matemáticas. Serão úteis por toda vida. Porém, há dois campos que fogem à aplicação imediata. O primeiro é a educação das artes plásticas. Alfabetizamos para a leitura de textos e raramente educamos para a leitura de imagens. Vivemos imersos num mundo visual e não nos adaptamos a isto. O desafio do olhar é intenso e o jovem quase nunca tem habilidade e repertório para julgar este mundo de fotos e desenhos que flui pela rede. Somos quase todos analfabetos visuais.

Levar uma criança/adolescente a um museu é algo muito importante. Deve-se preparar a experiência mostrando algumas obras que serão vistas. Devemos dar informações lúdicas e práticas. Deixe seu filho perceber a cor ou a espacialidade. Ele deve ser livre para se expressar e não devemos julgar o parecer de imediato. Importante: fique um tempo reduzido no museu, proporcional à idade. Aumente este intervalo a cada novo passo da maturidade. Podemos evocar o tema do que foi visto em conversas familiares. Indique sites que aprofundem a experiência. Isso tudo faz parte de uma educação visual e artística. O olhar fica mais sensível e amplo. Use todas as oportunidades. Indique como o selfie que ele tanto faz apresenta uma composição espacial. Introduza, aos poucos, a gramática de cada escola artística. Aprendizado implica esforço.

Educar não é adestrar, mas ampliar e estimular o repertório para que cada ser faça parte da aventura humana. A educação pela arte é poderosa e pode mudar, para sempre, a vida de alguém.

O outro ponto é a música. Todos os seres humanos deveriam ser expostos à linguagem musical desde cedo. Crianças amam o ritmo de tambores (para desespero de pais) e podem entrar logo no campo da melodia. Caixinhas de música seduzem bebês. Alfabetizar em música é algo muito bom. Em primeiro lugar, poucas coisas exigem áreas tão variadas do cérebro. Tocar requer habilidade motora das mãos, matemática do compasso, sensibilidade e abstração interpretativa. Descobrir esse universo é algo que ilumina as sinapses e estabelece a comunicação entre os dois lados do cérebro. Acreditem: a música torna as pessoas mais inteligentes! Rousseau, Nietzsche, Adorno e Barthes foram muito interessados em música. Parte de sua agudeza mental derivou disto.

Há uma outra vantagem na educação musical. Ao estudar piano, violão ou outro instrumento, despertamos um verdadeiro método. A criança começa com 15 minutos diários, depois meia hora e vai aumentando. É um sistema crescente de concentração. Surge uma arquitetura gradativa que estimula a paciência. Foco é um diferencial enorme nas relações profissionais e afetivas.

O livro O Grito de Guerra da Mãe Tigre (Amy Chua) narra a experiência de uma sino-americana com suas filhas Uma foi levada ao piano e outra ao violino. Dentro dos princípios defendidos pela mãe, as meninas foram estimuladas a um alto grau de excelência quase obsessivo. Proponho algo diferente, mas Amy Chua tem a vantagem de ter uma estratégia e de se envolver nela.

A música é para criar alma, não para tocar, obrigatoriamente, no Carnegie Hall ou na Sala São Paulo. Preciso estudar música para ser um bom ouvinte. O jovem deve ser incentivado até o ponto em que ele possa se divertir com a música. Todos ganham com esse aprendizado. Possibilitamos, com as artes, que o indivíduo viva sua sensibilidade, crie foco e amplie seu leque de interesses. Pense bem: se você não quiser enfatizar isso porque seu filho não será músico ou pintor, deveria evitar que ele aprenda a ler, porque ele também não será escritor. Interrompa a Educação Física: ele não competirá nas próximas Olimpíadas. Educação é para formar o ser humano completo, não para tornar cada atividade um projeto de carreira. A carreira virá de forma natural, ela é efeito de uma causa anterior, a personalidade.

Livros, tabela periódica, fórmulas físicas, redação, processos históricos: tudo isso pode ser parte de um projeto. Desejei reforçar a arte e a música como linguagens específicas para um diferencial humano. Meu ex-professor, Pe. Milton Valente SJ, afirmava: non scholae, sed vitae discimus (não é para a escola, mas para a vida que aprendemos). Poucas coisas têm tanta vida no mundo como a criatividade artística e musical. Ouse, crie e acredite: seu filho será outro se tiver acesso a estes dois mundos. Focar somente no que vira lucro é bom para o projeto de hamsters amestrados, não para pessoas integrais. Não temos a menor ideia de qual carreira será brilhante em 2046, mas todas necessitarão de criatividade e inteligência. Aproveito e agradeço a todos os meus mestres que apostaram que haveria vida após o vestibular. Bom domingo para vocês!”

Li por aí: frases inspiradoras de Coco Chanel

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O jornal Estado de São Paulo tem um caderno chamado E+ que é muito bacana

Lá vi uma matéria comemorando os 133 anos do nascimento de Gabrielle “Coco” Chanel e relembrando frases ditas pela famosa estilista francesa e uma pioneira em defender um maior protagonismo da mulherada (oh yeah!!!)…

“Uma mulher deve ser duas coisas: Elegante e fabulosa.”

“Vista-se mal e notarão o vestido. Vista-se bem e notarão a mulher.”

“Uma mulher precisa de apenas duas coisas na vida: um vestido preto e um homem que a ame.”

“O que conta não são os quilates, mas o efeito.”

“A moda passa, o estilo permanece.”

“Algumas pessoas pensam que luxo é o oposto de pobreza. Não é. É o oposto de vulgaridade.”

“Simplicidade é a chave para a verdadeira elegância.”

“Mulheres pensam em todas as cores, exceto a abstenção dela. Eu sempre digo que preto é tudo, e branco também. A beleza dessas cores é absoluta. É a perfeita harmonia.”

“Moda não é uma coisa que só existe em vestidos. Moda está no céu, nas ruas, moda tem a ver com ideias, o modo que vivemos, o que está acontecendo.”

“Eu não entendo como uma mulher pode sair de casa sem se arrumar um pouco – mesmo que por delicadeza. Depois, nunca se sabe, talvez seja o dia em que ela tem um encontro com o destino. E é melhor estar tão bonita quanto for possível para o destino.”

“O dinheiro nunca significou muito para mim, mas a independência (conseguida com ele), muito.”

“Sou contra a moda que não dure. É o meu lado masculino. Não consigo imaginar que se jogue uma roupa fora só porque é primavera.”

“Uma moda que não chega às ruas não pode ser chamada de moda.”

“As melhores coisas da vida são de graça. As que estão em segundo lugar são realmente caras.”

Reflexão da Betina: quando vejo o que se tornou a Chanel hoje – uma máquina de fazer dinheiro no ótimo e no péssimo sentido, com fila de chinesas vestidas com chinelo de dedo estilo “Rider” na porta e com cota para comprar bolsas ou com uma mulherada muito deselegante empunhando uma Chanel como se fosse um selo de elegância ou de poder econômico, me pergunto o que a dona Coco deve estar pensando disso? Orgulho pela magnitude do negócio ou se revirando no túmulo por ver muitas dessas frases que ela proferiu indo água abaixo!

Meus anjos da guarda

De tempos em tempos gosto de colocar aqui a listinha dos meus “anjos da guarda” – meus médicos, professores, prestadores de serviço – que eu recomendo e assino embaixo.

Todos que cuidam de mim há anos, em quem confio, são pontuais, responsáveis, zero estrela, competentes, etc. Importante: todos eu pago do meu bolso, jabá zero hein?!

  • Médico ginecologista e obstetra: Dr Eduardo Vieira da Motta (sou fã dele, especialmente depois da minha gestação e nascimento do Gustavo) – fone: 3168-5311
  • Médica dermatologista: Dra Giana Campoi – fone: 3051-4653
  • Médico Otorrinolaringologista: Dr Sergio Miranda – fone: 3849-2122
  • Dentista: Dra Giuliana Monegalia – fone: 3167-1347
  • Psicóloga: Dra Celia Horta – fone: 3079-3504
  • Pilates: Med Pilates – fone: 3167-0542
  • Personal trainer: Júlio Oliveira (vem em casa) – fone: 99805-5010
  • Drenagem: Savia Xavier (vem em casa) – fone: 98589-7757
  • Shiatsu: Wang (vem em casa) – fone: (015 11) 99693-7917
  • Aula de inglês: Fernie (vem em casa) – fone: 98133-7590
  • Cabelereira: Salete (faz as minhas luzes) – fone: 3078-5747
  • Pintor: Zaqueu – fone: 95482-6302
  • Faz tudo: Orlando – fone: 99115-7353

Tem a ver com o Gustavo: dicas e informações aleatórias

algumas dicas de baby reunidas aqui…

* Os saquinhos da Touché Bebê que eu levei para a maternidade – cada um com um kit de roupa, body, mijão, luva, meia, fralda de boca, mantinha, etc – ganharam uma nova função em casa:

  1. alguns deles eu estou usando para guardar roupas que não cabem mais no Gustavo e que serão usadas, quem sabe, por um segundo filho
  2. outro virou porta brinquedo e levo para cima e para baixo em casa para brincar com o Gustavo na sala, na varanda ou mesmo no quarto dele

* Utilidade pública: logo que engravidei vi um post no blog da Alê Garattoni com essa tabelinha de tamanhos de roupas para bebês que achei super útil e guardei

* Outra “tabelinha” super interessante é essa feita pela Mari Uebel do NYTkids, minha amiga, médica e mãe das gêmeas Stella e Gabriela. Ela mora em NY e tem um insta muito bacana com dicas para curtir a cidade com crianças

Essa imagem que eu vi, se não me engano, no blog Just Real Moms é super complementar ao resumo feito pela Mari


* essa imagem com a evolução da dentição infantil eu vi no Blog Just Real Moms e achei super útil para aprender