Por onde andei

  • NYC 
  • Parque do povo com Gustavo e a minha mãe 
  • Jantar no Ema com os meus pais 
  • Almoço no Yellow Giraffe com o Dan
  • Casamento na Casa Fasano sensacional
  • Hamburgada em casa para a família 
  • 4 meses do meu filhote 

NYC – o que rolou de bom!

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Mais uma ida rápida e maravilhosa para a big apple

O que rolou de bom:

Restaurantes:

  • almoço no Saint Ambroeus da Madison Ave, adoramos ir lá! A berinjela a parmegiana e o spagheti carbonara são ótimos 
  • jantar no Minetta Tavern no Village – curtimos muito, nossa primeira ida lá e adoramos o lugar, o astral, a comida, os drinks… despretensioso e bacana
  • almoço no Bar Pitti. Normalmente vamos no Da Silvano que é ao lado, mas nesse dia o Pitti estava bem mais astral. A comida estava ok, mas o resto compensou!
  • jantar no Carbone com a Cami (Blog I am leaving 2day) e o Fred – maravilhoso!
  • almoço no Lupa – nosso italiano favorito em NYC
  • jantar no Decoy, bar super estiloso no Village que serve um pato Pequim sensacional! Dica da Cami!
  • almoço no Bar Masa – Japa incrível que no almoço tem um preço menos assalto!
  • Milho no Café Habana: Felicia como sempre!

 

Exposições:

  • Os Gemeos na galeria Lehman & Maupin
  • Klimt e as mulheres de Viena na Neue Galerie
  • The Keeper no New Museum
  • Nudes na Gagosian Gallery
  • Diane Arbus (fotografia) no Met Breuer

Hotel: 1 Central Park – maravilhoso

Programas diferentes:

  • Grand Banks: barco antigo que é um bar e fica ancorado em Tribeca no Pier 25 do Hudson River Park. Muito bacana!
  • Chelsea Pier: fotos no driving range dar umas tacadas de golf. Muito divertido!

Minha primeira viagem sem o Gustavo

Essa semana o meu filho fez 4 meses e isso significa que a minha licença maternidade está chegando ao fim – volto a trabalhar no dia 30 de setembro.

No banco no qual eu trabalho é possível escolher entre 4 ou 6 meses de licença e eu optei por ficar 4 meses porque:

  • eu amo o meu trabalho
  • amei ficar em casa mega dedicada ao meu filho e descansar a cabeça como nunca, ler, curtir, malhar, ficar muito com o Gustavo
  • já estou sentindo falta do “batidão” – tenho um ritmo bacana de trabalho há 17 anos e sinto falta daquela adrenalina, de estar sempre bem informada, de ter desafios, etc
  • eu moro a 300 metros do trabalho e consigo conciliar de ver o Gustavo algumas vezes ao longo do dia – isso foi determinante na minha decisão.

Então para me despedir da minha licença maternidade, recarregar as baterias, namorar e me divertir, o meu marido e eu fizemos uma viagem rapidinha a NYC. Foram 3 noites lá + 2 noites no avião!

Todos anos desde 2006 passamos algum feriadão em NYC – normalmente corpus christi – e a quantidade de noites lá é sempre essa… então nada mais natural para nós que fazer uma viagem rapidinha até NYC para testar como seria o nosso primeiro afastamento do nosso filho querido!!!

Foi super tranquilo e ficamos muito felizes de ter ido – amamos a viagem!

  • nos dias antes da ida, expliquei algumas vezes ao Gustavo que o papai e a mamãe iriam viajar, que isso era super especial para nós, uma rotina na família, que no futuro ele viajaria algumas vezes conosco e outras vezes não… Se ele entende ou não, não dá para saber mas me sinto super bem explicando carinhosamente as coisas para o meu filho, é um hábito que vale cultivar na minha opinião
  • os meus pais vieram de Porto Alegre para ficar com o Gustavo e com a babá dele, então tudo transcorreu super bem – confio na experiência (pais de 4 filhos) e bom senso dos meus pais e eles se dão super bem com a minha babá – então estava tudo em casa
  • A hora em que saí de casa para ir para o aeroporto meu deu uma engasgada na garganta de emoção – eu queria muito ir viajar e em nenhum segundo cogitei não ir, mas dar tchau para aquele pitoco gorducho me deixou emocionada
  • O Gustavo é um bebê super tranquilo, chora pouquíssimo, não é manhoso, toma a mamadeira a cada 4 horas, dorme bem, (ainda) não estranha as pessoas… O meu pediatra tinha dito que o bebê pequenino assim bem nota a ausência dos pais e comprovamos isso na prática!
  • A vida do Gustavo continuou normal nesses dias entre sonecas, mamadeiras, brincadeiras, idas no Parque, etc – então ele ficou super bem
  • Tentamos falar com ele via FaceTime mas ele ainda é muito pequeno e não curtiu ou entendeu…
  • Recebemos fotos e vídeos dele todos os dias para matarmos a saudade e isso foi ótimo
  • Se deu saudade? Claro que deu e lembrávamos dele em muitos momentos (mas não o tempo inteiro, não me entendam mal!)…
  • Se valeu a pena? Sim, muito
  • Foi bom voltar para casa? Melhor do que nunca!

Por onde andei

Esqueci de publicar o tradicional post “por onde andei” no domingão… 

O que rolou de bom:

  • Jantar no Ema
  • Jantar no Trattoria Fasano
  • Pizza na Braz de Pinheiros
  • Jantar no La Mar – nunca tínhamos ido e passamos na frente a pé saindo da Casa do Saber. Lugar com público eclético, serviço ruinzinho mas a comida foi boa
  • Jantar com um grupo de amigas no Celadon, restaurante kosher em Higienópolis 
  • Jantar na casa de um casal de amigos e vizinhos!
  • Almoço no Maníoca com a Vi
  • Almoço aqui em casa com a Carol
  • Palestra sobre a Lava Jato com o procurador federal Deltan Dallagnol 
  • Primeira ida do Gustavo no parque do Ibirapuera 
  • Idas tradicionais ao parque do Povo
  • Domingo à noite pegamos o vôo para NYC e deixamos o Gustavo aos cuidados dos meus pais e da minha sogra 

A freak da organização ataca novamente!


Aproveitei o tempo livre da minha licença maternidade e o fato de eu estar bastante em casa para dar uma boa organizada no meu apartamento. 

Eu me mudei para cá há 1 ano e meio e ter esse tempo livre depois de um tempo morando aqui fez com que eu enxergasse algumas partes da casa que poderiam ser melhor arrumadas, ficando tudo mais organizado, acessível e prático.

Eu comprei essas cestas organizadoras brancas na Utilplast (e vi que tem as mesmas na Multicoisas) e usei para:

  • Arrumar o armário/despensa na cozinha
  • Arrumar os produtos “reserva” na área de serviço – aproveitei e arrumei tudo por lá: tábua de passar nova + suporte para o ferro e tábua que comprei da Brabantia na Utilplast, vassouras novas e porta-vassouras, arrumei os panos, os produtos usados no dia a dia… Ficou tudo super bacana!
  • Arrumar o armário do meu banheiro e do Gustavo 
  • Arrumar as minhas clutches e bolsas pequenas na minha gaveta de bolsas 
  • Arrumar os acessórios de mamadeira do Gustavo (bicos extra, sacos Esterilizadores, etc)

Além disso comprei caixas acrílicas transparentes na Kalunga para arrumar as roupas do Gustavo que não cabem mais e as minhas roupas de gestante e também algumas coisas do Gustavo como brinquedos, kit alimentação que ainda não usamos, etc 

Aproveitei também para completar os potes de mantimentos (para guardar biscoitos, granola, arroz, feijão, macarrão, etc) que estavam faltando. Eu uso os da americana Oxo e comprei na Utilplast.

Outra coisa foi repor e uniformizar os “tupué” – potes para colocar alimentos na geladeira e freezer. Eu tinha um pouco de cada tipo e resolvi deixar tudo bonitinho e igual.

Enfim… Ando uma dona de casa impossível!!!

Dois livros recomendados: “Esnobes” e “Belgravia”


Essa semana terminei de ler o excelente livro “Esnobes” do Julian Fellowes, criador + roteirista + diretor do seriado britânico Downton Abbey. Na semana anterior eu tinha lido o outro romance dele “Belgravia” que eu curti muito – não tanto quanto Esnobes. Recomendo os dois!


Alguns pontos 

  • Sou fã de Downton Abbey – eu amei o seriado que mistura a minha amada Inglaterra com História e crônica social dos tempos mudando nas décadas de 1910 a 1930
  • O Julian Fellowes é um roteirista super bem sucedido que inclusive levou um Oscar pelo roteiro de “Assassinato em Gosford Park”
  • Ele escreveu 3 livros de ficção: Belgravia, que se passa no século XIX, e Esnobes, que se passa em 1990. Há outro chamado Passado imperfeito que eu preciso pesquisar e saber detalhes.
  • A escrita, os personagens e principalmente as observações sociais dele são ótimas 
  • Se tiver que escolher um só para ler, Esnobes é a pedida!

Por onde andei

Semana delicia e cheia de coisa legal 

  • Jantar no Ema 2x (terça e sábado) – amo mto esse restaurante 
  • Almoço no Kitchin com a Cris, minha amiga querida. Ótima opção de japa para almoçar aqui no Itaim Bibi
  • Feriado no meio da semana – perfeito para curtirmos muito o nosso pequeno
  • Jantar na Maisa e Fê na sexta – programa ótimo!
  • Jantar no Yellow Giraffe para relembrar os velhos tempos, delicia!
  • Exposição “Handmade” do Vik Muniz na Nara Roesler 
  • Almoço no Espírito Santo no sabadão, super gostoso!
  • Curso “Organizações Exponenciais” no Cubo Network
  • Muitas idas ao Parque com o Gustavo, muitas histórias lidas, fiz bastante massagem, brincamos muito – que delicia!!!
  • Leitura: “Esnobes” do Julian Fellowes

Sacudida geral: Singularity University, Cubo Network, FIAP…

Você já ouviu falar na Singularity University? A primeira vez que ouvi falar foi quando um amigo meu fez um curso lá e postou fotos no instagram – curiosa que sou e por admirar muito esse cara, fui dar uma olhada o que era. A Singularity existe desde 2009.

Singularity University is a benefit corporation that provides educational programs, innovative partnerships and a startup accelerator to help individuals, businesses, institutions, investors, NGOs and governments understand cutting-edge technologies, and how to utilize these technologies to positively impact billions of people.

Our mission is to educate, inspire and empower leaders to apply exponential technologies to address humanity’s grand challenges.

Essa semana fiz um curso da FIAP – Shift chamado “Organizações Exponenciais” que tem tudo a ver com a filosofia da Singularity – foi super interessante e rico. Foram 3 horas para escutar um monte de coisa nova, perceber o quão por fora eu estou de vários assuntos atuais (e olha que eu me acho zero desinformada – foi uma ótima sacudida) e aprender muito. Eu amei! O Dan foi comigo, além de uma amiga de Porto Alegre e mais 5 colegas do banco! Os cursos Shift da FIAP são cursos de curta duração em inovação, tecnologia e negócios.

O curso foi no Cubo Network – espaço super bacana patrocinado pelo Itaú e pelo fundo gringo de venture capital Redpoint – espaço para “residência” de empresas start ups, espaço de co-working e eventos, cursos.

O que é o Cubo? Inspirar, conectar e transformar: Um ambiente inspirador, para conectar ideias e pessoas brilhantes com vontade de transformar negócios, tecnologia e a vida das pessoas para melhor.

Divido aqui uma matéria muito legal que saiu no Estadão (Caderno Link) na semana passada

Para entender: O que é a Singularity? é uma entidade sem fins lucrativos, que se dedica a oferecer programas educacionais de alto impacto para ajudar empreendedores a entender tecnologias avançadas e como utilizar esses recursos para resolver os problemas mais graves da atualidade. A universidade fica no Vale do Silício (California), dentro do Campus da NASA, órgão do governo americano responsável pelo programa espacial.

Todo ano, a Singularity realiza o programa de soluções globais (GSP – na sigla em inglês), que reúne um grupo de 80 profissionais com experiências diversas que vão de arte à engenharia – para estudar temos como nanotecnologia, inteligência artificial, entre outros. Durante as 10 semanas em que convivem, eles precisam pensar em soluções inovadoras para problemas que imputam bilhões de pessoas, como a fome e a escassez de agua.

Nessa mesma matéria do Estadão contava sobre um brasileiro chamado Alexandre Paris que fez o programa da Singularity e acabou tendo a sua empresa start up selecionada para o processo de pré aceleração. Vale ler – deixei o link aqui: Brasileiro cria startup no campus da Nasa

achei também um post bacana de uma ex aluno da Singularity que vale ler…

para abrir os horizontes e aumentar a cultura geral

Exposição Vik Muniz


Estive hoje na Galeria Nara Roesler ver a exposição “Handmade” do Vik Muniz.

Essa nova série do Vik é super interessante – ele mistura alguns “truques visuais” na mesma obra com partes da obra feita à mão (daí vem o Handmade) e parte impressa com uma foto desse trabalho manual. De longe não dá para diferenciar e de perto (quase sempre) dá.

Gostei das obras e do conceito por trás.

Reproduzo aqui o presa release que está no site da Nara Roesler.

A Galeria Nara Roesler | São Paulo tem o prazer de anunciar Handmade, a nova exposição de Vik Muniz. 

Na terceira exposição do artista na galeria com curadoria de Luisa Duarte, ele retoma com força renovada caminhos e procedimentos que já havia trilhado no passado, investigando de forma aguda e sintética a tênue fronteira entre realidade e representação, entre o objeto original e sua cópia. São mais de 70 peças, nas quais deixa de lado qualquer recurso narrativo e torna explícito o esqueleto processual do trabalho, ao mesmo tempo em que brinca com as certezas do espectador.

“Sempre funciona das duas maneiras. O que você espera ser uma foto não é e o que você espera que seja um objeto é uma imagem fotográfica”, ironiza Vik. “Em uma época em que tudo é reprodutível, a diferença entre a obra e a imagem da obra quase não existe”, acrescenta.

Durante o processo de pesquisa de seu catálogo raisonné, lançado recentemente, Vik se deu conta de como havia deixado de lado um procedimento recorrente em sua produção no início de sua carreira, quando tinha menos envolvimento com o campo da fotografia: a manipulação da superfície fotográfica após a realização da imagem. Retomou então tais estratégias, refazendo e complementando as fotografias. O resultado é uma espécie de antologia, formada por projetos antigos e recentes, bastante estimulante em tempos de Bienal. “É como um cardápio das ideias que já usei, um compêndio de estratégias expostas de formas muito simples”, sintetiza Vik, que no momento também se dedica à cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos Rio 2016, da qual ele é um dos diretores.

O público não verá em Handmade obras realizadas a partir de imagens conhecidas, tampouco referências a materiais mundanos – aspectos comuns no trabalho do artista. Vik alude aqui à vasta tradição da arte abstrata, destilando para isso suas fórmulas básicas na criação de maneiras inusitadas de meditar sobre a imagem e o objeto, sobre a ambiguidade dos sentidos e a importância da ilusão. Handmade traça a constante preocupação do artista em transcender as dimensões simbólicas da imagem.

 Um exemplo de investigação que não se encerra com o ato de fotografar é Two Nails (1987/2016), uma espécie de trabalho-chave em Handmade e cuja primeira versão pertence à coleção do Museu de Arte Moderna (MoMA) de Nova York. Extremamente enxuta, a composição mostra uma folha de papel presa por dois pregos: um real, o outro fotografado, gerando um quadro tão ambíguo que se torna impossível identificar as diferenças por meio de uma reprodução fotográfica. “É necessário estar diante da obra. E mesmo assim você terá dúvidas”, ressalta Vik.

Além da paradoxal relação entre imagem e objeto e do recorrente uso de estratégias ilusionistas – “A ilusão é um requisito fundamental de todo tipo de linguagem”, diz –, esses trabalhos flertam com a arte conceitual e estabelecem um intenso diálogo com a arte abstrata, cinética e concreta. Sobretudo, segundo Vik, pelo interesse comum em relação às teorias da Gestalt, mais especificamente nos campos da psicologia e da ciência.

Repetição, ritmo, profundidade, espaçamento, uso das cores primárias ou gradações sutis de cinza e preto estão entre as questões caras à abstração e que compõem o alfabeto com o qual Vik lida em Handmade. Mas ele vai além disso. Lança mão do vocabulário construtivo para mais uma vez colocar em questão o estatuto da imagem no mundo contemporâneo. “A exposição mostra um artista diferente e que sou eu ao mesmo tempo”, conclui.