Li por aí: frases inspiradoras de Coco Chanel

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O jornal Estado de São Paulo tem um caderno chamado E+ que é muito bacana

Lá vi uma matéria comemorando os 133 anos do nascimento de Gabrielle “Coco” Chanel e relembrando frases ditas pela famosa estilista francesa e uma pioneira em defender um maior protagonismo da mulherada (oh yeah!!!)…

“Uma mulher deve ser duas coisas: Elegante e fabulosa.”

“Vista-se mal e notarão o vestido. Vista-se bem e notarão a mulher.”

“Uma mulher precisa de apenas duas coisas na vida: um vestido preto e um homem que a ame.”

“O que conta não são os quilates, mas o efeito.”

“A moda passa, o estilo permanece.”

“Algumas pessoas pensam que luxo é o oposto de pobreza. Não é. É o oposto de vulgaridade.”

“Simplicidade é a chave para a verdadeira elegância.”

“Mulheres pensam em todas as cores, exceto a abstenção dela. Eu sempre digo que preto é tudo, e branco também. A beleza dessas cores é absoluta. É a perfeita harmonia.”

“Moda não é uma coisa que só existe em vestidos. Moda está no céu, nas ruas, moda tem a ver com ideias, o modo que vivemos, o que está acontecendo.”

“Eu não entendo como uma mulher pode sair de casa sem se arrumar um pouco – mesmo que por delicadeza. Depois, nunca se sabe, talvez seja o dia em que ela tem um encontro com o destino. E é melhor estar tão bonita quanto for possível para o destino.”

“O dinheiro nunca significou muito para mim, mas a independência (conseguida com ele), muito.”

“Sou contra a moda que não dure. É o meu lado masculino. Não consigo imaginar que se jogue uma roupa fora só porque é primavera.”

“Uma moda que não chega às ruas não pode ser chamada de moda.”

“As melhores coisas da vida são de graça. As que estão em segundo lugar são realmente caras.”

Reflexão da Betina: quando vejo o que se tornou a Chanel hoje – uma máquina de fazer dinheiro no ótimo e no péssimo sentido, com fila de chinesas vestidas com chinelo de dedo estilo “Rider” na porta e com cota para comprar bolsas ou com uma mulherada muito deselegante empunhando uma Chanel como se fosse um selo de elegância ou de poder econômico, me pergunto o que a dona Coco deve estar pensando disso? Orgulho pela magnitude do negócio ou se revirando no túmulo por ver muitas dessas frases que ela proferiu indo água abaixo!

Meus anjos da guarda

De tempos em tempos gosto de colocar aqui a listinha dos meus “anjos da guarda” – meus médicos, professores, prestadores de serviço – que eu recomendo e assino embaixo.

Todos que cuidam de mim há anos, em quem confio, são pontuais, responsáveis, zero estrela, competentes, etc. Importante: todos eu pago do meu bolso, jabá zero hein?!

  • Médico ginecologista e obstetra: Dr Eduardo Vieira da Motta (sou fã dele, especialmente depois da minha gestação e nascimento do Gustavo) – fone: 3168-5311
  • Médica dermatologista: Dra Giana Campoi – fone: 3051-4653
  • Médico Otorrinolaringologista: Dr Sergio Miranda – fone: 3849-2122
  • Dentista: Dra Giuliana Monegalia – fone: 3167-1347
  • Psicóloga: Dra Celia Horta – fone: 3079-3504
  • Pilates: Med Pilates – fone: 3167-0542
  • Personal trainer: Júlio Oliveira (vem em casa) – fone: 99805-5010
  • Drenagem: Savia Xavier (vem em casa) – fone: 98589-7757
  • Shiatsu: Wang (vem em casa) – fone: (015 11) 99693-7917
  • Aula de inglês: Fernie (vem em casa) – fone: 98133-7590
  • Cabelereira: Salete (faz as minhas luzes) – fone: 3078-5747
  • Pintor: Zaqueu – fone: 95482-6302
  • Faz tudo: Orlando – fone: 99115-7353

Tem a ver com o Gustavo: dicas e informações aleatórias

algumas dicas de baby reunidas aqui…

* Os saquinhos da Touché Bebê que eu levei para a maternidade – cada um com um kit de roupa, body, mijão, luva, meia, fralda de boca, mantinha, etc – ganharam uma nova função em casa:

  1. alguns deles eu estou usando para guardar roupas que não cabem mais no Gustavo e que serão usadas, quem sabe, por um segundo filho
  2. outro virou porta brinquedo e levo para cima e para baixo em casa para brincar com o Gustavo na sala, na varanda ou mesmo no quarto dele

* Utilidade pública: logo que engravidei vi um post no blog da Alê Garattoni com essa tabelinha de tamanhos de roupas para bebês que achei super útil e guardei

* Outra “tabelinha” super interessante é essa feita pela Mari Uebel do NYTkids, minha amiga, médica e mãe das gêmeas Stella e Gabriela. Ela mora em NY e tem um insta muito bacana com dicas para curtir a cidade com crianças 

Essa imagem que eu vi, se não me engano, no blog Just Real Moms é super complementar ao resumo feito pela Mari


* essa imagem com a evolução da dentição infantil eu vi no Blog Just Real Moms e achei super útil para aprender 


 

Por onde andei

  • Almoço com a Maisa no Kosushi
  • Fomos conhecer o Ema novo na sexta – super bacana o lugar e estava uma delicia. Está em clima de soft opening, com testes de pratos, etc
  • Trattoria Fasano com um casal de amigos no sabadão 
  • Visitei uma amiga e a filhinha dela no Einstein – deja vu do nascimento do meu pitoco
  • Muita ginástica com o Julio
  • Shiatsu com Wang
  • Drenagem com a Savia
  • English class com a Fernie
  • E o melhor de tudo: muito Gustavo nos meus dias!!!
  • Leitura: terminei e amei o livro “A morte do pai” (minha luta volume 1) do escritor norueguês Karl Ove Knausgard 

Tem a ver com o Gustavo: Os primeiros livros que comprei para ele

Dando seqüência ao post que escrevi com as dicas da Taba para montar a primeira biblioteca do bebê, reproduzo parcialmente aqui o post com a lista dos 50 livros para comprar para o bebê antes de sair das fraldas.

Desses livros comprei todos os que encontrei na Amazon – foram uns 20 livros e estou super feliz de ter iniciado a biblioteca do Gustavo, somada a outros livros que eu ganhei como “Gus e eu” (Keith Richards), Rock para Pequenos, alguns fofos da Disney (101 dálmatas, Toy Story, O Bom Dinossauro, etc) e um chamado 365 Fábulas

50 novos livros que os bebês devem conhecer antes de deixar as fraldas

 

Desde que publicamos nossa primeira seleção de livros para bebês, após bate-papo realizado com a pedagoga Ana Paula Yazbek sobre o tema em outubro de 2014, muitos títulos incríveis foram lançados. Além disso, como nosso trabalho de curadoria nos coloca diante do desafio de ler e selecionar constantemente bons livros, buscando aproximá-los dos leitores, estamos sempre atentos a obras que fazem parte dos catálogos das editoras e que, apesar de estarem muito tempo no mercado, ainda permanecem desconhecidas para muitos pais, educadores e mediadores de leitura.

Pensando nisso, para agregar ainda mais conteúdo ao mês especial dos bebês, a equipe da Taba elaborou um nova lista com mais 50 obras incríveis que vão encantar os pequenos leitores, promovendo deliciosos encontros com esse objeto tão especial!

Assim como todas as seleções anteriores, essa lista procurou contemplar uma grande diversidade de editoras, autores, ilustradores, projetos gráficos e propostas, visando contribuir para a formação leitora dos bebês e ampliação de seu repertório estético e cultural…

Boa leitura e boa diversão!

Tem a ver com o Gustavo: 10 dicas para montar a primeira biblioteca do seu bebê

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Descobri pela Julia, minha leitora querida há anos, a Taba – grupo independente de especialistas em literatura infantil e juvenil, professores, pais, bibliotecários e contadores de histórias com um único objetivo: formar uma aldeia, um coletivo de pessoas que vive e experimenta leituras. A Taba tem um serviço de assinatura mensal para receber um livro por mês juntamente com um mapa de exploração. Além disso, no blog da Taba eles têm posts como esse abaixo com dicas para montar a primeira biblioteca do Gustavo.

10 dicas para montar a primeira biblioteca do seu bebê

“Quando meu pai lia para mim, eu me encostava sobre ele e me tornava parte de seu peito e de seus braços. Eu acredito que as crianças que são abraçadas e sentam no colo de seus familiares – sendo deliciosamente acariciadas – sempre associarão a leitura com os corpos dos seus pais, com o cheiro deles. E isso os tornará leitores para sempre. Porque esse perfume e essa ligação duram a vida inteira.”

Maurice Sendak , autor do clássico “Onde vivem os monstros“ (Cosac Naify)

Assim que recebem a notícia de que um bebê está chegando, os pais logo começam a preparar o ninho: desde a participação em cursos sobre parto e cuidados com o recém-nascido, até mesmo a compra do enxoval e de outros itens básicos para garantir o bem-estar dos pequenos.

Nesse cenário de espera, os livros ocupam um lugar privilegiado, pois além de apresentar a beleza da palavra e das imagens, o momento de leitura pode contribuir para a construção de vínculos, aproximando – desde cedo – pais e crianças em torno da literatura.

No entanto, é importante lembrar que ler para um bebê não significa tentar alfabetizá-lo, nem investir para que possa escrever mais rápido e melhor, nem mesmo trata-se de ensiná-lo a nomear as cores ou distinguir os nomes dos animais. Ler para os bebês pode ser uma grande oportunidade para criar experiências estéticas de desenvolvimento da sensibilidade, da criatividade, da inteligência e da imaginação não somente para os pequenos, mas para os adultos também.

Ainda assim, mesmo sabendo da importância de apresentar os livros desde cedo às crianças,  é comum que existam muitas dúvidas sobre esse tema, tais como: bebês devem ganhar apenas livros de pano e de banho? A partir de que idade podemos iniciar a leitura de obras com texto? Que títulos são os mais adequados para esse público? Pensando nisso, A Taba preparou uma lista de dicas para ajudar pais e educadores a montar a primeira biblioteca dos bebês.

Confira e clique sobre os links para conhecer os títulos indicados por nossa equipe:
1. Para os bebês, no início, o livro é apenas um brinquedo que deve ser explorado como outro qualquer. Quando entram em contato com esse objeto, é comum que queiram morde-lo, sacudi-lo e observá-lo de diferentes maneiras. Por isso, em um primeiro momento, os livros de pano, de banho e cartonados podem ser uma ótima porta de entrada para a formação desses leitores. Mas, não é preciso investir muito neles. Um ou dois volumes com esse formato são suficientes.

2. Evite títulos com imagens estereotipadas e que simplesmente associam um desenho ao nome de determinado objeto. Lembre-se que os livros podem ser um excelente campo para que os pequenos possam experimentar a arte. Para isso, adquira obras que contenham imagens que possam ampliar o repertório estético dos pequenos, com ilustrações criadas a partir de diferentes projetos gráficos e literários, os chamado livros-álbum.

3. Tornar-se pai ou mãe pode ser uma excelente oportunidade para voltar à infância, relembrando as cantigas, canções e parlendas que fazem parte das suas memórias. Livros com esse tipo de texto permitem que os adultos e crianças possam resgatar a cultura oral brasileira, criando momentos de cumplicidade entre as gerações.

4.Quando aprendem um novo comportamento ou realizam algo que lhes proporciona prazer, os bebês adoram fazê-lo muitas vezes. Por isso, livros com histórias cuja estrutura apresenta elementos de repetição costumam agradar os pequenos. Além disso, como possuem frases e trechos que aparecem muitas vezes, esses textos são facilmente memorizados, tornando as crianças capazes de ler, mesmo sem saber ler convencionalmente.

5.Pesquisam revelam que desde a vida intrauterina os bebês são capazes de escutar e reconhecer a voz dos pais. Essa atenção à entonação, ao ritmo e à sonoridade das palavras se mantém, especialmente na primeira infância, quando começam a falar e se aproximar da palavra escrita. Talvez isso explique porque as crianças muito pequenas apreciam tanto as histórias rimadas.

6. Contos de acumulação, ou seja, histórias que possuem uma estrutura que se repete, na qual novos elementos vão sendo incluídos a cada página, são uma ótima pedida para os pequenos. Isso porque esse tipo de narrativa permite que as crianças – pouco a pouco – memorizem os trechos lidos, participando ativamente do momento da leitura.

7.Toda boa biblioteca precisa ter livros de poemas. Bebês adoram metáforas e estão muito atentos aos jogos de linguagem, ao ritmo e à sonoridade presentes na comunicação humana.

8. Outro gênero que não pode faltar são os contos de fadas. Por sua alta qualidade artística e sua permanência através dos tempos, esses textos aproximam as crianças da cultura universal por meio de uma linguagem rica e elaborada que não poupa a inteligência dos leitores.

9. Lembre-se: muito mais do que a quantidade de livros, aposte na qualidade e na disponibilidade do acervo. Para formar um leitor, é preciso dar acesso a um repertório de qualidade. Se você tem dificuldade em escolher bons títulos, os Clubes de Assinatura (como o da Taba), que possuem um serviço sério de curadoria, podem ser uma ótima pedida.

10. Por último, de nada adianta uma linda bebeteca cheia de livros, se junto com ela não houver um adulto disponível para estar ao lado, acompanhando, emprestando sua voz e seu colo, repletos de afeto e fazendo do momento da leitura algo que possa ficar guardado na memória e no coração dos pequenos.

A Taba acredita que quando nasce um bebê, pode também nascer uma comunidade de leitores!

 

Como não amar o Obama?

Lendo o Petiscos vi um post com a playlist do Obama para o verão

Musicas incríveis de um presidente descolado, carismático, bem assessorado e bom de marketing

Tem duas playlists e as músicas são ótimas – especialmente (para o meu gosto) as para o dia

  1. Daytime
  2. Nightime

Por onde andei


Semana com a primeira viagem do Gustavo ✈️

  • Gero com Dan – amo 
  • Visita da minha super amiga Carol Teixeira 
  • Festa infantil “No Galpão” – buffet infantil super bacana em pinheiros 
  • Ida para Porto Alegre com Gustavo – primeira viagem dele. Tudo funcionou bem – meu filhote ficou tranquilo no vôo. Fiquei feliz de ter o carrinho Yoyo que foi mega prático!
  • Happy hour em casa para as amigas da minha mãe conhecerem o Gustavo 
  • Visita das minhas amigas gemeas e Camila para conhecer o Gustavo 
  • Casamento Petit comitê do meu irmão 
  • Almoço para as famílias do Dan e minha
  • Koh Pee Pee com Dan, meu pai e minha mãe – amo a comida de lá 
  • Churras de dia dos pais 

Me tornando mãe 

Já já o meu filho faz 3 meses e tenho pensado e/ou percebido como tenho me tornado mais mãe a cada dia.

Nos primeiros dias diante da minha total falta de familiaridade com o assunto bebê, aproveitei para observar muito o Gustavo e como as enfermeiras lidavam com ele e com cada tipo de situação. 

O segundo passo foi pedir para elas me ensinarem a colocar a mão na massa com fralda, banho, troca de roupa, etc… (A mamadeira já era comigo desde o dia 1)

Com a prática, veio a segurança e a tranquilidade… É essa questão de ter calma para observar o bebê eu li no livro “Os segredos da encantadora de bebês” e funciona muito para mim. Vou percebendo quais dicas o Gustavo me dá, se está cansado, se dormiu pouco, se está se contorcendo com algum desconforto na barriga, se a respiração está com o mesmo “som” de sempre ou se o nariz está ressecado, se pode estar com muito xixi na fralda, etc… Assim fica bem mais fácil decifrar o que é uma carinha triste ou um choro!

Nesse meio tempo o Gustavo passou a ficar um pouco mais acordado e as interações começaram a acontecer com mais frequência, o que é uma delicia!

Acabei trocando as enfermeiras por babás e, com isso, aproveitei para começar essa nova relação de forma diferente, já sabendo o que eu queria, corrigindo coisas que eu percebi que deveria ter feito diferente ou lidado de uma forma diferente com as profissionais anteriores, conhecendo melhor o meu filho e mais pronta para ter a palavra final.

Olhando para trás fico feliz de ter tido uma ajuda “mega profissional” por quase 2 meses para eu aprender bastante – foi o meu “MBAby”, mas, ao contrario do que eu imaginava quando planejei ficar com elas por 7 meses, depois de um tempo eu queria mais afeto e descontração do que técnica e eficiência. Obs Se o Gustavo tivesse tido refluxo ou cólica ou sofrido muito com alguma coisa, talvez eu não tivesse trocado as enfermeiras 

Como escutei dia desses da minha babá atual – mãe é mãe, talvez eu não pegue o meu filho com a mesma destreza que as enfermeiras ou babás (ainda) e não dê o banho tão bem como elas, mas no quesito interação e carinho com o Gustavo, ninguém substitui o Dan e eu!

Como estou de licença maternidade até o fim de setembro  tenho tentado dar banho, fazer Shantala (tenho feito quase todo dia), trocar fralda e mamadeira em todas as oportunidades que estou em casa e desocupada (ou afim). Mas tudo isso sem noia – voltei à vida normal com terapia, drenagem, Personal, aula de inglês, programas com as amigas e com o marido… Sempre tentando conciliar para pegar o maior tempo acordado do Gustavo, mas tudo isso com leveza e sem estresse ou obrigação!