Tem a ver com o Gustavo: Happy Tummy

Quando eu fiz o enxoval do Gustavo comprei uma bolsinha térmica chamada Happy Tummy que tenho usado e o meu pitoco ama!

A Happy Tummy é composta por um saquinho com componentes que acalmam desconfortos do bebê e é aquecida no microondas. Depois de quente, coloca-se dentro de uma faixa super fofinha e macia que pode ser “amarrada” ao redor da cintura do bebê (como na foto) ou só apoiada

Esse tipo de bolsinha térmica tem aqui no Brasil na Trousseau, Paola da Vinci – mas não são do tipo “faixa”, por isso curti mais a Happy Tummy.

Quem me deu essa dica foi a Suellen, consultora ótima da empresa Priscila Goldenberg que me ajudou com as compras em Miami.

Pokemon Go

Já que só se fala em Pokemon Go – resolvi ler essa matéria da BBC para entender melhor o fenômeno e divido aqui com vocês..

O que é o Pokémon Go e por que está causando tanto furor no mundo dos games?

Pikachus dançando

Eles fizeram sucesso nos anos 1990 e voltaram com força total nesta semana.

O Pokémon Go já foi mais baixado que o Tinder e virou mania nos Estados Unidos, atraindo atração em todo o mundo. Mas o que é esse jogo? A BBC Brasil explica.

Por que as pessoas não param de falar de Pokémon de novo?

Elas estão falando do Pokémon Go, um jogo de realidade aumentada para smartphones.

Ele usa seu GPS. Você joga andando pelo mundo real e caçando pequenos monstros virtuais como o Pikachu e Jigglypuff em lugares perto da localização do seu telefone e treinando-os para lutar uns contra os outros.

O sucesso vem da mistura de jogo e realidade. Na tela do telefone você vê o mundo real, como na câmera do seu celular, mas habitado por monstrinho do Pokémon.

 

Os monstrinhos do jogo se tornaram populares pela primeira vez nos anos 1990, quando foram lançados no Game Boy da Nintendo.

O Pokémon já foi jogo de Game Boy e Nintendo DS, desenho animado e é, há muito tempo, um jogo não tecnológico de troca de cartas, mas esta é a primeira vez que se torna um jogo de smartphone. O mundo que você vê na tela no Pokémon Go é o mundo que está a seu redor

Aqui está um pequeno dicionário para você começar a entender um pouco mais do Pokémon:

  • Pokemon = pocket monster (monstro de bolso)
  • Pokestop = landmark (ponto de referência)
  • Pokeball = uma bola que você joga para capturar o Pokemon e treiná-lo
  • Academia = local onde os Pokémons lutam uns contra os outros
  • Pikachu = Pokémon mais famoso e ícone da cultura japonesa

 

Como posso jogar?

O Pokémon Go já pode ser baixado pela App Store (iPhone) e Google Play (Android) em diversos países, como Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia.

No Brasil, ainda não há data oficial de lançamento. A Niantic, desenvolvedora do jogo e ligada ao Google, havia decidido adiar o lançamento em outros países porque, com tanto usuários, o game estava tendo problemas.

Mas nesta semana a empresa retomou a expansão do aplicativo, tornando-o disponível na Europa. Isso pode significar que o game estará disponível para brasileiros em breve.

O jogo pode ser baixado de graça, mas assim como muitos aplicativos gratuitos, há coisas para comprar com dinheiro de verdade quando você já está jogando. Pessoas estão indo para locais que não freqüentavam antes atrás de Pokemons

Qual foi a coisa mais estranha que aconteceu com alguém jogando?

Quatro pessoas foram presas após usar o jogo para atrair participantes para locais remotos e roubá-los a mão armada. Em resposta, os criados do Pokémon Go disseram que as pessoas devem “jogar com amigos quando forem para lugares novos e desconhecidos” e “lembrar de se manter em segurança e alerta todo o tempo”.

Também há muitos relatos de pessoas caindo e se machucando porque não prestam atenção no que está a sua frente ao jogar.

Devo me preocupar com minha privacidade?

Algumas pessoas disseram que, como o jogo funciona em tempo, se você está perto de outro jogador no game você provavelmente consegue vê-los na vida real.

Quando você se inscreve no jogo, você permite que a Niantic Labs use sua localização e a compartilha pelo app.

É a mesma coisa que todos os aplicativos de redes sociais pedem, mas no Facebook, Twitter e afins você pode desligar esta função, enquanto se você fizer isso no Pokémon Go você não consegue jogar o jogo direito.

E esse sucesso estrondoso do jogo?

O game é um sucesso mesmo.

Ele acrescentou mais de US$ 7 bilhões de valor a Nintendo devido à subida das ações da empresa desde seu lançamento.

O jogo parece estar fazendo sucesso em dois mercados – os adolescentes que estão jogando pela primeira vez e as pessoas com cerca de 30 anos que lembram da febre pela primeira vez e estão curtindo uma nostalgia.

O Pokémon Go já foi instalado em 5,16% de todos os smartphones com sistema Android nos EUA, de acordo com o site SimilarWeb. É quase o dobro do Tinder – e espera-se que, em breve, o app supere o Twitter em usuários ativos.

Nos últimos 30 dias, o termo Pokémon Go foi buscado no Google quase tantas vezes quanto “Brexit”, a saída do Reino Unido da União Europeia.

Até a pornografia, que sempre é muito buscada na internet, foi superada pelo interesse no app.

Livro: O clube do livro do fim da vida

  

Amei o livro “O clube do livro do fim da vida”

Conta a história do autor Will Schwalbe e da mãe dele – Mary Schwalbe – uma mulher incrível, cheia de energia, super atuante em várias causas humanitárias, com uma carreira em universidades prestigiadas.

Quando a mãe do autor descobre que está com câncer, eles criam esse insólito clube do livro para discutir nas sessões de quimioterapia e usam essas leituras como ponto de partida para varias conversas inesquecíveis.

Entre os livros comentados, há alguns que:

  • Eu amei (Jane Austen, A elegância do ouriço, O ano do pensamento mágico, Os pilares da terra, os homens que não amavam as mulheres, Na praia, A morte do caixeiro-viajante, Brooklin
  • Eu fiquei com vontade de ler 

Esse livro me deixou com vontade de curtir mais os meus pais e saber mais da vida deles.

Livro super bacana e emocionante – recomendo!

Por onde andei


Semana delicia 

  • Jantar no Manish
  • Jantar no Serafina
  • Jantar no Ohka
  • Jantar no Trattoria Fasano
  • Almoço no Kosushi 
  • Jantar aqui em casa para Issa e Lú
  • Festinha surpresa de 30 anos um amigo nosso muito querido 
  • Parque do Povo com o meu filho ❤️ 
  • Personal com Julio, Pilates com Tatá, drenagem com a Savia, Shiatsu com o Wang, inglês com a Fernie
  • Leitura: “O clube do livro do fim da vida” – maravilhoso 

Humans of NY

Tem um perfil no insta super interessante chamado Humans of NY que eu sigo e adoro

Ali tem fotos de pessoas de NY e uma breve história.

Hoje tinha uma super interessante que vale ler.

‘Sou uma advogada especializada em processos de inventário. Eu represento pessoas que estão contestando judicialmente o testamento do seus pais. Quero escrever um livro sobre o que eu tenho visto. Não é como nos “Sopranos” (famosa série da HBO), mas é parecido. Meus colegas gastam de dizer que a contestação de testamento é a batalha final de uma família disfuncional. Tudo desde a infância é trazido à tona. Você ficaria surpreso por quanto tempo as pessoas podem guardar mágoas. E a corte é a última chance de vingança em relação à “a mamãe amava mais você”. A coisa mais louca é quantos clientes preferem estar certos a serem felizes. É quase sempre mais proveitoso estabencer a um acordo antes de se  chegar na corte, custa mais para ambas as partes brigar para chegar a um acordo via judicial. Mesmo assim as pessoas preferem gastar tempo e dinheiro para ter um julgando e uma sentença que prove que eles estão certos em definitivo’

Bom resumo de um lado da natureza humana…

Ai Weiwei e os refugiados 


No começo do ano, o artista (e ativista) chinês Ai Weiwei “enrolou” 14 mil coletes salva-vidas nas colunas de um dos símbolos de Berlim, a Konzerthaus. Esses coletes foram recolhidos na praia da Ilha de Lesbos (Grécia) depois de serem abandonados por refugiados.

A iniciativa quer chamar a atenção para a jornada perigosa que o refugiados da Síria enfrentam a caminho da Europa e mostrar que eles só topam “se jogar” ao mar porque é insustentável continuar lá.

Ai Weiwei está se dividindo entre Berlim (onde mora) e a ilha de Lesbos na Grécia – um dos principais pontos de chegada de refugiados – para desenvolver esse trabalho. Ele criou um # para chamar a atenção é pedir ajuda para que a passagem para a Europa via mediterrâneo possa ser feita de forma segura: #safepassage

Ai tem sido atuante na defesa dos refugiados desde o começo da crise e recentemente cancelou duas exposições na Dinamarca como protesto à aprovação de uma lei sobre asilo político que permite confiscar bens dos refugiados para ajudar a bancar a sua estadia no país.

Agora, o artista está inaugurando uma grande exposição no museu Belvedere em Viena (Áustria). Na parte externa do museu ele instalou as suas cabeças do zodíaco  chinês (série famosa dele) e também uma obra feita com coletes e roupas dos refugiados.

5 anos de guerra na Síria deixaram 16 milhões de pessoas necessitando ajuda humanitária urgentemente, de acordo com a Cruz Vermelha. Essa é considerada a maior crise humanitária desde a II Guerra mundial. Só em 2015 mais de 1 milhão de refugiados atravessaram o Mar Mediterrâneo em direção à Europa e metade deles eram sírios.


Em breve (14 de julho) estreia uma mega exposição do Ai Weiwei no magnífico museu Belvedere em Viena (Áustria). Na parte externa do museu é possível ver a série cabeças do zodíaco chinês (mais antiga) e também uma nova instalação feita com roupas e salva-vidas de refugiados. Na parte interna terá a exposição em si.

Por onde andei 

  • Jantar no Maníoca 🐙
  • Delivery: pedi estrogonofe da Camelo e Sushi Beta (2x 🍣)
  • Jantar no Ema 
  • Visita da Geórgia, minha sobrinha, e da Neusa, a minha “mãe preta” amada – hóspedes mais que especiais 
  • Jantar no Trattoria Fasano com elas e Dan 🍝
  • Almoço no Santo Grão ☕️
  • Risoto do “chef” Dan em casa 
  • Galeto em casa
  • Festa de 40 anos de 2 amigos na Casa Itaim – programa divertido 🍾💃🏼

Carrinho BabyZen Yoyo

Enquanto eu escolhia qual o carrinho eu compraria para o Gustavo, entre muitas conversas com amigas mães e pesquisas na web, eu levei muito em conta um post da Alê Garattoni que li

Percebi que muitas amigas compravam carrinhos:

  •  confortáveis e grandes para a primeira fase do bebê (recem nascido e primeiros meses de vida na qual o bebê precisa ficar na horizontal) como o Bugaboo Cameleon, Quinny, Stokke, etc
  • compactos e práticos para a segunda fase (depois de 6 meses) – fáceis de abrir e fechar e levar para cima e para baixo. Aqui entram Yoyo BabyZen, City Mini, Maclaren, Bugaboo Donkey, etc

A minha ideia era ter um carrinho só. Ao pesquisar, eu tinha ficado entre o Bugaboo Donkey e o BabyZen Yoyo.

Desisti do Bugaboo porque não era tão fácil de abrir e fechar como o Yoyo e, uma vez fechado, não era tão compacto como o Yoyo.

Escolhi o Yoyo porque:

  • descobri que existia uma versão à venda que era “2 em 1” onde você compra o carrinho Yoyo 6+ para acima de 6 meses (essa é a versão mais comum do Yoyo) com o kit 0+ que é o “moisés” ou versão para recem nascido
  • O carrinho configurado em ambas as versões (0+ e 6+) pode ser montado e desmontado super facilmente
  • O carrinho quando desmontado (tanto na configuração 0+ e 6+) vira uma “bolsa” e pode ser levado dentro do avião no compartimento superior de bagagem de mão
  • O carrinho é um charme
  • Eu tinha escutado que ele não seria tão confortável para o Gustavo porque é compacto, é baixo e como as rodas são pequenas, a trepidação seria grande.
  • Na prática o fato de o carrinho ser baixo eh uma delicia porque é qualquer lugar onde eu sento, fico numa altura ótima para ficar perto do Gustavo, consigo alcançá-lo para um carinho ou ajeita-lo, colocar a chupeta, etc. costumamos almoçar e deixá-lo no nosso lado, é uma delicia.
  • Na prática sobre o conforto tem dois pontos: na versão 0+ pelo carrinho ser pequeno, o Gustavo fica bem “aconchegado” no carrinho e ama. Na versão 6+ eu não sei porque não cheguei lá ainda.
  • Quanto à trepidação, dependendo do tipo de calçamento – as rodinhas fazem barulho sim. Eu não acho nada demais, mas faz barulho sim
  • Quanto a ser compacto e leve, é muito bom para contornar obstáculos (exemplo: calçadas que não são rebaixadas) e carregá-lo com o bebê eventualmente

Acessórios extra: comprei o guarda-chuva (guarda-sol) com protetor FPS 50 e é super útil, veio com capa de chuva é um “casulo” para o frio e eu comprei o mosquiteiro

Uma leitora (Tanylle) me lembrou de falar sobre a cadeirinha de carro. Quando eu comprei o Yoyo em novembro de 2015, não havia uma versão do Yoyo compatível com cadeira de carro, mas já estava anunciado que no modelo de 2016 seria compatível. Então vale olhar.

Eu desencanei sobre a compatibilidade ou não porque peguei emprestada a cadeirinha de carro de uma amiga e eu praticamente não ano de carro, então no meu caso em específico esse ponto não era relevante. Em 45 dias de vida, o meu filho só andou de carro para ir no pediatra que é 1,5 km de casa. Todo o resto saímos a pé de casa com ele no carrinho.

Obs. Uma amiga me emprestou o Bugaboo Cameleon dela (o grandão) – usamos alguns dias para testar; o carrinho pode andar em “qualquer terreno” porque tem rodas enormes e isso é ótimo. Ele eh bem pesado, então eh mais chato para ultrapassar alguns obstáculos nas péssimas calçadas de São Paulo. A minha ideia era deixar o Bugaboo permanentemente montado e usar para os rolês pelo bairro e parque do Povo, mas depois de 3 dias, temos usado só o Yoyo mesmo. Ainda não vou devolver o Bugaboo, vai que há alguma situação que eu ainda não vivi e que o carrinho grande faria falta…

Como compra estou super feliz de ter comprado o Yoyo e ter um carrinho só. Fiquei feliz também de ter tido a oportunidade de experimentar o Bugaboo e “tirar a teima”.

Instagram @temavercomigo e 8 anos do blog 

Dia 5 de julho de 2008 eu iniciava esse blog com a ideia de reunir num só local dicas e informações que eu gostaria de guardar (para consumo próprio!) e/ou compartilhar.

O blog nasceu por ideia do meu marido já que eu sempre anotava dicas de viagens em caderninhos moleskine ou salvava em arquivos de word e dividia via e-mail ou emprestava os tais caderninhos para os nossos amigos (e sofria para ver se seriam devolvidos!) , 

Desde então foram milhares de posts, sempre fiéis ao espírito “caseiro” e não profissional do blog. Aqui é um espaço pessoal meu, um hobby, com zero jabá e repleto de dicas ou informações ou impressões ou opiniões pessoais minhas.

Graças ao blog fiz amigas e amigos queridos e venho tendo interações super positivas com as pessoas ao longo desses anos.

Em 2013 cansei do blog e decidi parar por um tempo, mas senti muita saudade de escrever aqui e voltei de uma forma quietinha. Até hoje tem gente, amigos e antigos leitores que não sabem que eu voltei a atualizar o blog.

Agora para comemorar os 8 anos resolvi fazer uma experiência e criar um perfil no Instagram para o blog – @temavercomigo

Espero que gostem – nem sei bem ao certo o que publicarei além dos posts atuais… Vocês estão convidados para explorar comigo. Quero postar coisas que me despertam a atenção é que tem a ver comigo.

A conta é privada por enquanto  – me peçam acesso por favor se tiverem vontade de seguir.

Beijos Betina